Fonte de medo, asco, solidão.
Leva a fuga por onde anda.
Leva o fogo a palha seca.
Venta...
Não há compaixão.
Palavras são superficiais.
Os conceitos são reais.
Esconde...
Culpa, dimensão da dor.
Suja, a visão ofuscada do amor.
E este dele mesmo não pode ser.
Pavor...
Não foi sua escolha.
Ao menos que se lembre.
Sente-se parte da escória, se rende.
Corre...
O tempo mina forças.
Diminutas para ao menos ir.
Onde? Já não sabe mais.
Destino...
Do chão não passa.
E verdade corrói.
O buraco destrói.
Vermes...
Há de ser fuga?
Há de ser coragem?
Nada se sabe.
Foi...
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Equívoco...
Fico pensando no que os outros pensam.
Será que pensam exatamente o que imaginam que eu pense?
Não há como saber o que realmente pensam.
Pois teria que apenas imaginar se pensam o que acredito que pensem.
Posso pensar errado a respeito do que imagino pensarem.
Podem pensar errado a respeito do que imaginam que penso.
Somente a hipótese de que pensem errado a respeito do meu modo de pensar, me leva a pensar que penso errado.
Mas o que penso pode estar certo e o que pensam equivocado.
Pensando bem...
Só posso saber aquilo que penso e observar como agem, pois talvez seja apenas este meio que possuo para enxergar a prática se seus pensamentos.
Pois mesmo que possuam uma força inimaginável, somente o é quando passam a existir, quando concretizam-se.
Portanto todos este paranóico processo é um grande equívoco.
Será que pensam exatamente o que imaginam que eu pense?
Não há como saber o que realmente pensam.
Pois teria que apenas imaginar se pensam o que acredito que pensem.
Posso pensar errado a respeito do que imagino pensarem.
Podem pensar errado a respeito do que imaginam que penso.
Somente a hipótese de que pensem errado a respeito do meu modo de pensar, me leva a pensar que penso errado.
Mas o que penso pode estar certo e o que pensam equivocado.
Pensando bem...
Só posso saber aquilo que penso e observar como agem, pois talvez seja apenas este meio que possuo para enxergar a prática se seus pensamentos.
Pois mesmo que possuam uma força inimaginável, somente o é quando passam a existir, quando concretizam-se.
Portanto todos este paranóico processo é um grande equívoco.
Talvez...
O espelho está na parede.
Ele está em frente ao espelho.
É seu reflexo?
É seu parelho?
Talvez...
A alma não reflete-se.
Não existe aparelho.
Não há meio.
De enxergá-la.
Talvez...
Suprime-se o "mal" com o bem?
Alcança-se o bem aniquilando o "mal"?
Parece igual...
Há diferenças?
Talvez...
Viverás eternamente?
Ou num só golpe a morte lhe apreende?
Céu?
Inferno?
Talvez...
Perguntas sem respostas?
Respostas com perguntas?
Palavras vazias?
Olhares com conteúdo?
Mais uma vez talvez...
Ele está em frente ao espelho.
É seu reflexo?
É seu parelho?
Talvez...
A alma não reflete-se.
Não existe aparelho.
Não há meio.
De enxergá-la.
Talvez...
Suprime-se o "mal" com o bem?
Alcança-se o bem aniquilando o "mal"?
Parece igual...
Há diferenças?
Talvez...
Viverás eternamente?
Ou num só golpe a morte lhe apreende?
Céu?
Inferno?
Talvez...
Perguntas sem respostas?
Respostas com perguntas?
Palavras vazias?
Olhares com conteúdo?
Mais uma vez talvez...
Tic, tac, tic, tac...
Angústia infame.
Inútil exame.
Do viver sem poder.
Do poder cerceado.
Livre arbítrio guardado.
Sob a sombra da insanidade.
E ainda que se vá com a vontade.
O corpo já possui suas chagas.
As lembranças são vivas e não vagas.
Sobrepondo-se ao que foi e fez bem.
Olvidando o esforço por outrem.
E sofrendo o tempo passa arrastado.
Carregando tal fardo.
Mas é assim mesmo, quanto mais leve o torna mais rápido a vida se desdobra.
Mas não é o caso.
A rotina torna-se totalmente a mesma.
A introspecção aumenta.
A solidão por pura opção goteja.
Ele evita levar seu mal.
Evita contaminar o mundo "normal".
Além do medo.
Monstro parte deste enredo.
Invisível.
Talvez impossível.
Mas existente na mente doente.
Do cego de olhos abertos.
De alma fechada.
Encerrada.
Cansada.
Daqui.
Inútil exame.
Do viver sem poder.
Do poder cerceado.
Livre arbítrio guardado.
Sob a sombra da insanidade.
E ainda que se vá com a vontade.
O corpo já possui suas chagas.
As lembranças são vivas e não vagas.
Sobrepondo-se ao que foi e fez bem.
Olvidando o esforço por outrem.
E sofrendo o tempo passa arrastado.
Carregando tal fardo.
Mas é assim mesmo, quanto mais leve o torna mais rápido a vida se desdobra.
Mas não é o caso.
A rotina torna-se totalmente a mesma.
A introspecção aumenta.
A solidão por pura opção goteja.
Ele evita levar seu mal.
Evita contaminar o mundo "normal".
Além do medo.
Monstro parte deste enredo.
Invisível.
Talvez impossível.
Mas existente na mente doente.
Do cego de olhos abertos.
De alma fechada.
Encerrada.
Cansada.
Daqui.
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