quarta-feira, 4 de julho de 2012
Quem me dera.
Quem me dera.
Ah quem medera.
Viver em pura ilusão.
Caminhar na imensidão.
Sem saber, sem saber...
O que temer.
De que sofrer.
Amar e não te ver.
Ainda que eu andasse pelas ruas vazias.
Teria tua companhia.
Ainda que andasse sobre a areia movediça.
Em tuas mãos nada temeria.
E nada abalasse a minha fé
Estaria de pé sem saber.
Quem me dera oh quem me dera
Ter seu amor
Ter seu calor.
Ah quem me dera quem me dera.
Ser teu amor.
Ser teu calor.
Turbilhão sereno...
Em meio a serenidade sinto a saudade...
Nem sei o que escrever de tanto que sinto sem saber o que...
É incrível a vontade.
De que?
É triste a desolada desorientação.
O que?
Não se trata de maldade...
Nem bondade...
Não é religião...
Nem liberdade...
Parece uma prisão.
Solidão...
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