quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Ashtánga Yantra

O ashtánga yantra é o símbolo do SwáSthya Yôga, o Yôga Antigo. Suas origens remontam às mais arcaicas culturas da Índia e do planeta. Parte de sua estrutura é explanada no Shástra Yantra Chintamani. Nessa obra clássica, sob a ilustração consta a legenda: “Este é o yantra que detém a palavra na boca do inimigo”. Cons­titui um verdadeiro escudo de proteção, lastreado em arquétipos do inconsciente coletivo.

Como qualquer escudo de proteção, não pode ser usado como arma de ataque. Assim, ninguém conseguirá utilizá-lo para fazer mal a pessoa alguma. No entanto, se alguém agredir um protegido pelo ashtánga yantra, ferir-se-á gravemente. Por isso, quase todas as pessoas que usam o verbo para atacar o portador do ashtánga yantra costumam colher tão amargos infortúnios.

Ao reproduzi-lo, atente para o fato de que nas extremidades dos trishúlas não há pontas angulosas, mas sim curvilíneas. Para respeitar rigorosamente seu traçado, ao invés de o redesenhar, fotolite ou escaneie a ilustração abaixo.


http://www.casadoyoga.com.br/artigo_ashtanga_yantra.html

A imortalidade.

Ainda que os olhos se fechem
O espírito segue a enchergar
Com aumento da capacidade
Sem a matéria há maior liberdade
Por isso é bom lembrar
Que esta vida é somente um piscar
Um cisco na imortalidade do olhar
Nada resta senão o amor
De servir, de doar
Pois o que ficou na matéria nunca retrocederá
E o que se leva na alma
Qualquer barreira transcenderá.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Vai!

Sem trancos
Ficam para trás os barrancos
Descortina o horizonte
Sinta a liberdade
Aquela que nos permite amar
Que nos permite ser
Sem obstáculos observar
Que nos ensina a colher
Sem nada esperar
E por isso é especial
É fenomenal
Tranquiliza o espírito
E mostra
Que este caminho é feliz e infinito.

O conhecimento aplicado.

O conhecimento vazio em nada nos beneficia. Somente quando nos é útil e aplicado em nossas atitudes diárias objetivando o bem comum é que podemos considerar uma dádiva divina

Real

Quanto mais mensurável, mais surreal... Quanto mais etérico mais real...

A justiça!

"A justiça é o perfeito equilíbrio entre a misericórdia e o rigor."
Sra. Maria Padilha

Amor x medo

O amor constrói e o medo destrói portanto vamos amar, construir uma vida cada vez melhor!

Paciência sempre!

‎"Após a tempestade vem a bonança" Sim, mas entre os dois há um momento de consolidação e somente a paciência é a verdadeira aliada.

Prece dos aflitos....

Prece dos aflitos....


por Rafael Lyra Teixeira, sexta, 16 de setembro de 2011 às 22:29
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"Senhor Deus, pai dos que choram,

Dos tristes, dos oprimidos,

Fortaleza dos vencidos,

Consolo de toda dor,

Embora a miséria amarga

Dos prantos de nosso erro,

Deste mundo de desterro,

Clamamos por vosso amor!

Nas aflições do caminho,

Na noite mais tormentosa,

Vossa fonte generosa

É o bem que não secará.

Sois, em tudo , a luz eterna,

Da alegria e da bonança,

Nossa porta de esperança

Que nunca se fechará."

Oração extraída do livro "Paulo e Estevão" de Emmanuel psicografado por Francisco Cândido Xavier, página 42.

Simplesmente, sem mais...

Ainda que o céu pareça escuro a ponto de cair em sua cabeça aquela tempestade, não se esqueça: SEMPRE haverá um céu azul a brilhar sobre as negras nuvens

Ondas

Nossos pensamentos são gotas d'água a tocarem o lago do Universo e refletem-se ao infinito, portanto que sejam ondas positivas a vibrar ao nosso redor.

A alegria.

A verdadeira alegria é plena, se disipa suavemente deixando felizes marcas nos recônditos da alma. A alegria fugáz bruscamente cessa, deixando tão somente resíduos de frustração... Que sejamos plenamente alegres e felizes pelo simples fato de vivermos o milagre da vida!!!

Aurora.

Desperto com a aurora
Sedento desde a primeira hora
Aprendo que é paciente que se aprende
É com fé que se sente
Com atenção que se ouve
Com o espírito é que se vive
Um dia de cada vez
A descortinar os mistérios a que tem vez
O sentido de viver cada ceitil
Reconheço, choro, sorrio
Que o passado é sedimento
É produto do crescimento
É resíduo das dores ao esquecimento
Pois a vida há de seguir
A alma tomar seu rumo, sentir
Viver a alegria de novo dia a costruir
E para isso é preciso simplesmente meditar, intuir...

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A mulher!

Ela é luz...
Existe na escuridão...
É força...
Existe na fraqueza...
É amor...
Existe no medo...
É linda...
Existe na tristeza...
É intensa...
Existe na sutileza...
É...
Existe no meu coração...

Ame...

Se quiser sentir...
Ame.
Se quiser ver...
Ame.
Se quiser ser...
Ame.
Se quiser ter...
Ame.
Se quiser...
Ame...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Somos unos!

Elevo aos céus meus pensamentos.
Endereço ao criador os mais íntimos chamamentos.
Tenho fé em sua misericórdia.
Tenho força em seu prover.
Lamento qualquer discórdia.
Somo o desejo em servir.
Pois não mais me assusta o porvir.
A certeza em sentir.
Intuir.
Me faz concreto.
Atitudes discretas.
Pois que o acerto.
É certo.
Ainda que sob nosso humano aspecto.
Temos Ele n'alma.
Somo Ele quem ama.

Tudo a seu tempo.

Tudo a seu tempo.
Tudo a seu tempo.
Respiro, aspiro o vento.
Segundos preenchidos.
Minutos as vezes parecidos.
Horas de atividades a fio.
Tudo a seu tempo.
Tudo a seu tempo.
O mundo a girar.
Paciência a gerar.
Nada de exagerar.
Tudo a seu tempo.
Tudo a seu tempo.
Agora já aguento.
Sem lástimas nem lamento.
Caminhando sedento.
Mas tudo a seu tempo.
Tudo a seu tempo.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A alegria!

A verdadeira alegria é plena, se disipa suavemente deixando felizes marcas nos recônditos da alma. A alegria fugáz bruscamente cessa, deixando tão somente resíduos de frustração... Que sejamos plenamente alegres e felizes pelo simples fato de vivermos o milagre da vida!!!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O curioso, até aonde vai?

Sería a curiosidade uma alavanca?
Para lançarnos além?
Mas além de que?
Do bem?
Além de que?
...eh...
Entretanto, porém...
Ao mal?
Da descoberta ao exageiro.
Dos passos curtos aos saltos abismais.
Da auto confiança resta somente ínfima lembrança.
Do medo...

A cura...

Sem ânimo e cansado...
Mais uma vez derrotado...
Já era verdade.
Antes mesmo de ser realidade.

Versos enfadonhos.
Sentimentos medonhos.
Vida que escorre.
Da própria sombra ele corre.

Já não há mais o que fazer.
Por mais que não deseje perecer.
Mas o passado passou do ponto.
Da riqueza não tem mais nem um conto...

Vazio.
É frio.
Com medo.
É cedo.

Mas é tarde.
Pois que arde.
Ferida aberta.
Cura incerta...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Vai...

Clamo pela chama.
Não mereço deste puro ar respirar.
Braseiro há de ser minha cama.
Corpo e alma queimar.

Imploro pelo último suspiro.
Pelo castigo.
Transpiro.
Mendigo.

Forçoso é meu apelo.
Covardia.
Falta de zelo.
Rebeldia.

Rasgar a pele...
Quebrar o osso.
Perfurar o músculo dele...
O coração agora ocioso.

Auto extermínio grotesco...
Passagem sem volta.
Esterco.
Revolta.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Futuro do cego.

Não é um jogo.
Não há mais vidas.
Eu tenho nojo.
Não suporto minhas dívidas.

Perdi o rumo.
Não há saída.
Perdi o prumo.
Qualquer alegria.

Não farei falta.
A não ser pela desordem.
Pela revolta.
Recordações que destroem.

Sei que não será o fim.
Intuo que será o começo.
Creo no inferno diante de mim.
Tudo aquilo que eu mereço.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Sei lá...

Caminhou.
Das chagas dos erros.
Sangue jorrou.
Tantos são os enterros.

Lágrima no rosto secou.
Silêncio na boca, gritos da alma aos berros.
A saliva secou...
Tantos são os desertos.

Sua última força o arrastou.
Manchando o caminho com seus pedaços, seus restos.
Mas o mais pesado ficou...
Tantos são os pesadelos eternos.

Azarado, o corpo venceu.
Com a alma definhada e tristeza em ecos.
Planos de morte teceu.
Impossíveis, dispersos...