Tum, tum, tum...
Retumba nos tímpanos as batidas do meu coração.
Tum, tum, tum...
Sigo correndo, desviando, me escondendo em vão.
Tum, tum, tum...
Não me perde de vista, olho para trás pedindo que não insista.
Tum, tum, tum...
Não paro de olhar para trás pedindo a Deus que eu não desista.
Tum, tum, tum...
Olho adiante e não vejo nada!
Tum, tum, tum...
Fecho os olhos para que o medo não me invada.
Tum, tum, tum...
Não presto atenção nos meus passos.
Tum, tum, tum...
Tropeço, perdi meus calçados!
Tum, tum, tum...
Simplesmente corro trombando com o que vem pela frente.
Tum, tum, tum...
Direita, esquerda, errantes decisões.
Tum, tum, tum...
E sigo a correr.
Tum, tum, tum...
Por onde passo deixo marcas que um dia não existiam.
Tum, tum, tum...
Foi futuro.
Tum, tum, tum...
O qual não consigo enxergar, fecho os olhos.
Tum, tum, tum...
E ele segue a perseguir.
Tum, tum, tum...
Mas repare...
Tum, tum, tum...
Nunca chega tão perto!
Tum, tum, tum...
Nem tão longe!
Tum, tum, tum...
Simplesmente mantém a distância!
Tum, tum, tum...
Ei! E se eu parar!
Tum..., tum..., tum...
Parei!
Tum..., tum..., tum...
Ele também parou!
Tum..., tum..., tum...
Ficou lá em seu lugar!
Tum......, tum......, tum......
Consigo respirar! Consigo me enxergar!
Tum......, tum......, tum......
Como estou diferente!
Tum......, tum......, tum......
Ei!
Tum......, tum......, tum......
Eu vejo o horizonte!!!
Tum........., tum........., tum.........
Que paz...
Tum........., tum........., tum.........
Caminho tranquilo mirando este horizonte.
Tum............, tum............, tum............
Escolhendo o caminho.
Tum..............., tum..............., tum...............
Admirando a paisagem daqui, de agora.
Tum.................., tum.................., tum..................
Sim, eu fui, eu sou, eu serei.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
O amor, não possuo, sinto.
Meu amor.
Meu amor é o que sinto no peito.
É meu pois somente eu o sinto.
Somente ele me imprime sensações que ninguém, nem nada mais pode imprimir.
É direcionado.
Não há dúvidas nem espaço para questionamentos.
Pois é vivo.
É sempre presente.
E eternamente pois foi, é e será.
É inexplicável.
As palavras não tem a capacidade de expressar o que este sublime sentimento nos faz sentir.
Não é imutável.
Não quanto a intensidade.
Mas quanto ao foco, quanto ao sentir.
Segue esplendoroso sendo paterno, materno, filial, fruto de amizade, de uma fulminante paixão, enfim, em qualquer forma de amar.
É doação, compaixão.
É cumplicidade, maturidade.
É sincero, fiel.
É digno, benéfico.
É uma multiplicidade incrível de incríveis indescritíveis sentimentos.
O mais incrível quando verdadeiramente se ama é a abdicação da presença do alvo deste amor em prol de sua felicidade uma das mais belas provas de amor.
Pois ainda que seja extremamente doloroso sentir sua falta, seu calor, seu cheiro, o alcance ao esticar dos braços, esta dor ainda é menor que a felicidade que o amante sente por amor ao amado por sua felicidade através da liberdade e de suas escolhas.
E além desta abdicação, se faz necessário que o amante siga sua vida feliz por amor ao ser amado, pois se assim não o for imprimirá sofrimento a este.
Pois quem quem realmente ama não faz sofrer a quem ama ou nem mesmo que seja somente uma hipótese e não a realidade, não há margem para riscos.
Há de apoiar o amado naquilo que for melhor para ele.
Portanto, que o amante tenha amor próprio, caso contrário nada do que foi escrito aqui possui valor algum.
Meu amor é o que sinto no peito.
É meu pois somente eu o sinto.
Somente ele me imprime sensações que ninguém, nem nada mais pode imprimir.
É direcionado.
Não há dúvidas nem espaço para questionamentos.
Pois é vivo.
É sempre presente.
E eternamente pois foi, é e será.
É inexplicável.
As palavras não tem a capacidade de expressar o que este sublime sentimento nos faz sentir.
Não é imutável.
Não quanto a intensidade.
Mas quanto ao foco, quanto ao sentir.
Segue esplendoroso sendo paterno, materno, filial, fruto de amizade, de uma fulminante paixão, enfim, em qualquer forma de amar.
É doação, compaixão.
É cumplicidade, maturidade.
É sincero, fiel.
É digno, benéfico.
É uma multiplicidade incrível de incríveis indescritíveis sentimentos.
O mais incrível quando verdadeiramente se ama é a abdicação da presença do alvo deste amor em prol de sua felicidade uma das mais belas provas de amor.
Pois ainda que seja extremamente doloroso sentir sua falta, seu calor, seu cheiro, o alcance ao esticar dos braços, esta dor ainda é menor que a felicidade que o amante sente por amor ao amado por sua felicidade através da liberdade e de suas escolhas.
E além desta abdicação, se faz necessário que o amante siga sua vida feliz por amor ao ser amado, pois se assim não o for imprimirá sofrimento a este.
Pois quem quem realmente ama não faz sofrer a quem ama ou nem mesmo que seja somente uma hipótese e não a realidade, não há margem para riscos.
Há de apoiar o amado naquilo que for melhor para ele.
Portanto, que o amante tenha amor próprio, caso contrário nada do que foi escrito aqui possui valor algum.
Medíocre ego.
O homem anda a sós. Sobre seu corpo apenas peças surradas de roupas gastas e rasgadas. Foi uma escolha, um equívoco? Um caminho, um desvio? Foi, simplesmente foi uma decisão e esta lhe trouxe esta realidade que foi presente um dia, agora é passado e se nada o deter será fatídico futuro. E nada deterá este homem determinado a não mais existir, apenas ele mesmo poderá fazer esta escolha, somente ele pode decidir. Impedir que o mal que o devasta, que nada mais é que uma luta contra ele mesmo possa destruí-lo, ao menos com estes farrapos. Pois poderá escolher ficar nu em meio a escuridão, onde há gritos, murmúrios, sede, arrependimento, garras, sofrimento. E por que não o faz? Preguiça? Medo? Não se sabe, apenas ele tem a resposta a qual não sabe, busca de certa forma, mas talvez não queira ler tal pergaminho. Seria demais para seu medíocre ego...
O agora.
Nem mesmo o genitor.
Nem mesmo o irmão.
Nem mesmo o amor.
Talvez somente o primogênito ainda tenha paciência de aguentar.
Nem ele mesmo ainda se aguenta.
Aberração...
Criada por si mesmo...
Principalmente por suas próprias escolhas.
Seus erros.
Que parecem existir somente para ferir.
Pois ele não aprende...
Segue a cometê-los...
Como animal irracional guiado pelo instinto.
Pois como irracional a razão é olvidada quando o instinto é fogo no peito.
Pois o sangue queima todo o corpo através das veias e artérias.
E assim se lança o animal, abismo a dentro.
Poucas chances são dele escapar ileso.
Imagine, um abismo.
Para isso ele precisa retornar.
E olhar agora.
Que faz.
Que sente.
Por que sente.
Se é racional sentir tal sentimento.
Se o que o motiva realmente existe ou se é criação de sua mente doentia.
E enfim discernindo o que é real.
O que de fato importa.
Assim não existirá abismo.
Será mais um passo em terra firme.
Mais um passo a progredir e mudar o padrão equivocado de entender a realidade.
O padrão equivocado de ter foco fechado em poucos fatos.
Muitas vezes mal interpretados.
Espoleta de barril de pólvora, que não passa de simples estalar de dedos.
Para acordar para o agora.
Nem mesmo o irmão.
Nem mesmo o amor.
Talvez somente o primogênito ainda tenha paciência de aguentar.
Nem ele mesmo ainda se aguenta.
Aberração...
Criada por si mesmo...
Principalmente por suas próprias escolhas.
Seus erros.
Que parecem existir somente para ferir.
Pois ele não aprende...
Segue a cometê-los...
Como animal irracional guiado pelo instinto.
Pois como irracional a razão é olvidada quando o instinto é fogo no peito.
Pois o sangue queima todo o corpo através das veias e artérias.
E assim se lança o animal, abismo a dentro.
Poucas chances são dele escapar ileso.
Imagine, um abismo.
Para isso ele precisa retornar.
E olhar agora.
Que faz.
Que sente.
Por que sente.
Se é racional sentir tal sentimento.
Se o que o motiva realmente existe ou se é criação de sua mente doentia.
E enfim discernindo o que é real.
O que de fato importa.
Assim não existirá abismo.
Será mais um passo em terra firme.
Mais um passo a progredir e mudar o padrão equivocado de entender a realidade.
O padrão equivocado de ter foco fechado em poucos fatos.
Muitas vezes mal interpretados.
Espoleta de barril de pólvora, que não passa de simples estalar de dedos.
Para acordar para o agora.
domingo, 13 de setembro de 2009
Não entendi...
Meu caminho é de mansinho vou levando, vou levando.
Meu carinho é teu todinho, teu todinho, todinho teu.
Minha vida e meu passado, vão passando já correu.
Para onde ir agora?
Tudo tem a sua hora!
Não diga que vai embora!
Não cola!
Mete bronca, mete bronca, eu virei, virei de ponta.
Mundo gira, gira mundo, não vem por em minha conta.
Cada um tem seus desígnios.
Cada qual com sua búsola, velejando em sua gôndola.
...
Meu carinho é teu todinho, teu todinho, todinho teu.
Minha vida e meu passado, vão passando já correu.
Para onde ir agora?
Tudo tem a sua hora!
Não diga que vai embora!
Não cola!
Mete bronca, mete bronca, eu virei, virei de ponta.
Mundo gira, gira mundo, não vem por em minha conta.
Cada um tem seus desígnios.
Cada qual com sua búsola, velejando em sua gôndola.
...
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