Anceio por mais...
Nunca será além...
Mas não devemos dizer nunca ou jamais...
Portanto foi, é e será aquém...
Corro riscos.
Arrisco e vivo.
É sorte? São mitos?
Não sei... Somente sigo...
Corro de mim.
Sofrendo e correndo.
Mas nem sempre é assim.
Posso estar doando, amando...
Espelho.
Sim, preciso sempre de um.
Perfeito aparelho.
Pois mostra a verdade, não oculta defeito algum.
sábado, 12 de junho de 2010
Loucos a voar!
A loucura me abraça...
Não recuo!
Me lanço a alçar asa.
O faço num pulo!
Vôo com bando de alvoroçados.
Descubro tamanha inteligência.
Quantos gênios desperdiçados...
Por ignorância ou demência...
Mas cobrimos os céus!
Imagináveis feitos, manobras!
Enfim, libertos tiramos os véus.
Que nos imputam, cegam, envenenam como cobras.
Mas repito! Somos muitos, incontáveis!
Felizes e de corações amplos.
Sentimentos a flor da pele, as vezes incontroláveis...
Mas no fundo somos simples, somos brandos.
Temos um mundo a descobrir.
Objetivos a alcançar quiçás ultrapassar!
E não pensem que diante as dificuldades iremos desistir.
Pois não há limites a quem bate as asas e se põe a voar.
Não recuo!
Me lanço a alçar asa.
O faço num pulo!
Vôo com bando de alvoroçados.
Descubro tamanha inteligência.
Quantos gênios desperdiçados...
Por ignorância ou demência...
Mas cobrimos os céus!
Imagináveis feitos, manobras!
Enfim, libertos tiramos os véus.
Que nos imputam, cegam, envenenam como cobras.
Mas repito! Somos muitos, incontáveis!
Felizes e de corações amplos.
Sentimentos a flor da pele, as vezes incontroláveis...
Mas no fundo somos simples, somos brandos.
Temos um mundo a descobrir.
Objetivos a alcançar quiçás ultrapassar!
E não pensem que diante as dificuldades iremos desistir.
Pois não há limites a quem bate as asas e se põe a voar.
Esperança de um plebeu.
Sorriso brilha.
Lábios suavizam o falar.
Carnudos, tentam o que admira.
Carinhos e beijos deseja deitar.
Rosa rubra como o fogo que esquenta.
Pele suave, cheirosa, delicada...
Não faz idéia do prazer que ostenta...
Ou astuta o faz disfarçada.
Imagino seu abraço.
Imagino que eu seja apenas mais um.
Pressionar teu corpo em meus braços.
Demais para um ser como eu, um homem comum.
Mas do sonho não me privo.
Não deixo de crer.
Respeitoso admiro.
Pois não envergonha o oculto querer.
Quem sabe um dia.
Nestas águas que traz a vida a derramar.
Serei capaz de cativar tal rainha.
Soberana de meus desejos, prazeres, amar...
Lábios suavizam o falar.
Carnudos, tentam o que admira.
Carinhos e beijos deseja deitar.
Rosa rubra como o fogo que esquenta.
Pele suave, cheirosa, delicada...
Não faz idéia do prazer que ostenta...
Ou astuta o faz disfarçada.
Imagino seu abraço.
Imagino que eu seja apenas mais um.
Pressionar teu corpo em meus braços.
Demais para um ser como eu, um homem comum.
Mas do sonho não me privo.
Não deixo de crer.
Respeitoso admiro.
Pois não envergonha o oculto querer.
Quem sabe um dia.
Nestas águas que traz a vida a derramar.
Serei capaz de cativar tal rainha.
Soberana de meus desejos, prazeres, amar...
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Para minha amiga Laís!
Lindo sorriso feliz!
Brilham coloridos olhos.
Liberta doçura em papel, tela ou quadro de giz.
Criativa, ainda que em silêncio, a todos cativa com seus bons modos.
Sua força ao dizer o bem, leva o incrédulo a crer em algo, em alguém!
Acolhe com carinho quem sofre em descaminho.
Encanta com doce voz, linda face aos que admiram e sentem a alma satisfazer.
Impossível não perceber luz tão brilhante ainda que no cantinho.
Fruto de amor surge tão linda flor.
Pudera, com mãe tão de dedicada pelo mesmo amor persevera.
Ao doar sua vida, sacrifício e vigor.
Sentimentos nobres ao infinito revela.
É uma linda rosa a florescer em longeiva vida a viver.
E com tamanha inteligência não há limites nem clemência.
Independente há de ser.
Em suas vitórias de emancipada consciência.
Enfim, são tamanhos valores que não há palavras para expressar tamanha força vivaz.
Que ainda sob beleza singela, quase frágil diante da vida, segura terá imensa força motriz.
É linda menina tranquila, em paz.
É única e impressionaste Laís.
Brilham coloridos olhos.
Liberta doçura em papel, tela ou quadro de giz.
Criativa, ainda que em silêncio, a todos cativa com seus bons modos.
Sua força ao dizer o bem, leva o incrédulo a crer em algo, em alguém!
Acolhe com carinho quem sofre em descaminho.
Encanta com doce voz, linda face aos que admiram e sentem a alma satisfazer.
Impossível não perceber luz tão brilhante ainda que no cantinho.
Fruto de amor surge tão linda flor.
Pudera, com mãe tão de dedicada pelo mesmo amor persevera.
Ao doar sua vida, sacrifício e vigor.
Sentimentos nobres ao infinito revela.
É uma linda rosa a florescer em longeiva vida a viver.
E com tamanha inteligência não há limites nem clemência.
Independente há de ser.
Em suas vitórias de emancipada consciência.
Enfim, são tamanhos valores que não há palavras para expressar tamanha força vivaz.
Que ainda sob beleza singela, quase frágil diante da vida, segura terá imensa força motriz.
É linda menina tranquila, em paz.
É única e impressionaste Laís.
Focalização...
Foco.
Como posso?
Equilíbrio adverso.
Variantes diversas.
Hei de crer que tudo posso.
Sou orgulhoso, endosso...
É limite perverso.
Faz crer que não presto.
Não há humano que ature.
Crer ser perfeito... Embuste!
Pois faz crer que há somente possibilidade dual.
Vitória ou derrota, bem ou mal...
Humildade é o concreto.
Para reformular-se, ser mais correto.
Aceitar ser falho.
Persistir no trabalho.
Aprender sem sofrer.
Resistir a cobiça, ao poder.
Ser de paz, nem tanto sofrer.
Crer!
E por isso repito.
Em meu amago infinito.
Lutarei com esforços.
Para atingir meus focos.
Como posso?
Equilíbrio adverso.
Variantes diversas.
Hei de crer que tudo posso.
Sou orgulhoso, endosso...
É limite perverso.
Faz crer que não presto.
Não há humano que ature.
Crer ser perfeito... Embuste!
Pois faz crer que há somente possibilidade dual.
Vitória ou derrota, bem ou mal...
Humildade é o concreto.
Para reformular-se, ser mais correto.
Aceitar ser falho.
Persistir no trabalho.
Aprender sem sofrer.
Resistir a cobiça, ao poder.
Ser de paz, nem tanto sofrer.
Crer!
E por isso repito.
Em meu amago infinito.
Lutarei com esforços.
Para atingir meus focos.
Assunção.
A saudade expande meu peito em suspiro.
Quando intermitentes recordações.
De deliciosas compartidas emoções.
Remetem ao passado, derreto, transpiro...
Revivo dias dos mais felizes.
Me entrego por inteiro atrvés de todos os sentidos.
Fostes minhas raízes.
Trazia paz, os problemas eram sempre removidos...
Assumo a imaturidade.
Em internos gemidos.
Não era minha vontade...
Mas agora são tempos ídos...
E ainda que longe em todas as dimensões.
Te quero bem! Minto! Sigo te amando!
Pois ainda que fossem problemas tão explícitos e intensas emoções.
Não as criava, somente dos recôndidos íam emanando!
Assim... Te deixo em paz.
Sigo adiante caminhando.
Mas a saudade, não minto, aplaca. Não some jamais.
Porque enquanto pulsando, meu coração seguirá te amando.
Quando intermitentes recordações.
De deliciosas compartidas emoções.
Remetem ao passado, derreto, transpiro...
Revivo dias dos mais felizes.
Me entrego por inteiro atrvés de todos os sentidos.
Fostes minhas raízes.
Trazia paz, os problemas eram sempre removidos...
Assumo a imaturidade.
Em internos gemidos.
Não era minha vontade...
Mas agora são tempos ídos...
E ainda que longe em todas as dimensões.
Te quero bem! Minto! Sigo te amando!
Pois ainda que fossem problemas tão explícitos e intensas emoções.
Não as criava, somente dos recôndidos íam emanando!
Assim... Te deixo em paz.
Sigo adiante caminhando.
Mas a saudade, não minto, aplaca. Não some jamais.
Porque enquanto pulsando, meu coração seguirá te amando.
Vida, um processo...
Caminhamos errantes.
Ainda que planejemos.
Acompanha-nos sempre o acaso constante.
É, somos muito pequenos.
Mas somos muitos!
Quase um só organismo, e não obstante.
Cada um segue seu rumo.
Procurando prazer, algo aconchegante.
Ainda assim somos apenas um.
É necessária harmonia para chegar distante.
Portanto não há mérito algum.
Quando nada faz, é inerte, arrogante...
É preciso se lembrar sempre de frágil pretérito.
Quando enfrentou guerras, disputas, levantes,
Pois apenas se torna supremo, benemérito...
Se enfrnta com harmonia os desafios maio distantes.
Aceitando que um dia há de perder aos poucos seu poder.
Envelhecendo perene e angustiante.
Crendo um dia volver.
Ao fim, renascer sob o sol brilhante nova vida triunfante.
Ainda que planejemos.
Acompanha-nos sempre o acaso constante.
É, somos muito pequenos.
Mas somos muitos!
Quase um só organismo, e não obstante.
Cada um segue seu rumo.
Procurando prazer, algo aconchegante.
Ainda assim somos apenas um.
É necessária harmonia para chegar distante.
Portanto não há mérito algum.
Quando nada faz, é inerte, arrogante...
É preciso se lembrar sempre de frágil pretérito.
Quando enfrentou guerras, disputas, levantes,
Pois apenas se torna supremo, benemérito...
Se enfrnta com harmonia os desafios maio distantes.
Aceitando que um dia há de perder aos poucos seu poder.
Envelhecendo perene e angustiante.
Crendo um dia volver.
Ao fim, renascer sob o sol brilhante nova vida triunfante.
Redemoinho.
Redemoinho.
Moinho da rede.
Descanse um pouquinho.
Olhe o horizonte o fresco verde.
Trabalho não é sustento.
Trabalho é vida!
Da alma é alimento.
Do corpo, benigna fadiga.
A todos há de ser oferecido.
Há tolos que se sentem ofendidos...
Mas grande parte felizmente clama e agradece aos céus!
E assim sustenta os seus.
Portanto agradeça a vida.
Sem ela o labor não há sentido.
E ainda sem qualquer motivo.
Seguirá eternamente o sopro da vida.
Moinho da rede.
Descanse um pouquinho.
Olhe o horizonte o fresco verde.
Trabalho não é sustento.
Trabalho é vida!
Da alma é alimento.
Do corpo, benigna fadiga.
A todos há de ser oferecido.
Há tolos que se sentem ofendidos...
Mas grande parte felizmente clama e agradece aos céus!
E assim sustenta os seus.
Portanto agradeça a vida.
Sem ela o labor não há sentido.
E ainda sem qualquer motivo.
Seguirá eternamente o sopro da vida.
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