Perdido novamente...
Mais uma vez sem chao.
Delinquente, inconsequente.
Malemolente pro que é de bem, é bom.
Porque tanto autoflagelo?
Porque tamanha dispersão?
Onde encontrar o elo?
Foge do amor, disolve deliciosa paixão...
Parece cavar...
Sem nada buscar...
Busca a solidão.
Não cultiva o que ha de bom.
É montanha russa...
É roleta...
Só lhe resta chorar.
Ou ao menos orar.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
Caminho...
Agradeço a Deus a felicidade.
Que Ele me deu ao te encontrar.
Pois se há destino, é realidade.
Que basta ter fé e Nele confiar.
Digo tudo isso, pois vivo estou.
Por sorte divina, aprender que o tempo hei de se respeitar.
Só agora entendo tudo o que passou.
E assim também como me perdoar.
Ele me preparou para ter você.
Mergulhei na dor para conhecer o prazer.
Fiz-me sofredor para fortalecer.
Pois para recebê-la minha princesa, precisei aprender a me dominar.
E pelo amor que sinto.
Tenho a certeza que dele iremos compartilhar.
Não é só meu, é par.
É nosso é lindo.
Este é nosso caminho.
Nele não há nada impossível.
Só é preciso ter paciência.
Para juntos podermos sorrir, vencer e amar!
Que Ele me deu ao te encontrar.
Pois se há destino, é realidade.
Que basta ter fé e Nele confiar.
Digo tudo isso, pois vivo estou.
Por sorte divina, aprender que o tempo hei de se respeitar.
Só agora entendo tudo o que passou.
E assim também como me perdoar.
Ele me preparou para ter você.
Mergulhei na dor para conhecer o prazer.
Fiz-me sofredor para fortalecer.
Pois para recebê-la minha princesa, precisei aprender a me dominar.
E pelo amor que sinto.
Tenho a certeza que dele iremos compartilhar.
Não é só meu, é par.
É nosso é lindo.
Este é nosso caminho.
Nele não há nada impossível.
Só é preciso ter paciência.
Para juntos podermos sorrir, vencer e amar!
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Imbatível amor.
Do jogo ao amor.
Afinidades diversas, despertam a alegria.
Sorrisos, beijos, vontades.
Sentimentos puros.
Assim foi que surgiu o amor.
Desperto, esperto, distante e tão perto.
O amor não para diante de obstáculos.
Mas um desencontro veio de encontro.
Amargura e loucura.
Raiva, culpa...
Mas o tempo, sim o senhor da verdade.
Nos libertou do passado.
Descobriu o futuro.
Mais sólido, maduro.
O anceio por lhe ter em meus braços.
Enche-la de beijos, abraços, carinho, cuidado.
De princesa a rainha.
É minha, dela eu sou.
Ainda que haja milhares de milhas.
Horas e horas de vôo.
Oceanos a atravessar.
Nada nos impedirá.
Pois já somos um.
Estamos juntos.
Eu e minha linda esmeralda.
Rainha da felicidade.
Amor de verdade.
Afinidades diversas, despertam a alegria.
Sorrisos, beijos, vontades.
Sentimentos puros.
Assim foi que surgiu o amor.
Desperto, esperto, distante e tão perto.
O amor não para diante de obstáculos.
Mas um desencontro veio de encontro.
Amargura e loucura.
Raiva, culpa...
Mas o tempo, sim o senhor da verdade.
Nos libertou do passado.
Descobriu o futuro.
Mais sólido, maduro.
O anceio por lhe ter em meus braços.
Enche-la de beijos, abraços, carinho, cuidado.
De princesa a rainha.
É minha, dela eu sou.
Ainda que haja milhares de milhas.
Horas e horas de vôo.
Oceanos a atravessar.
Nada nos impedirá.
Pois já somos um.
Estamos juntos.
Eu e minha linda esmeralda.
Rainha da felicidade.
Amor de verdade.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
This is my dream my love.
Like a sunshine.
I could see again.
And more than see, was wonderful to felt.
No more cold, no more sadness, just love.
This feeling never death.
Our history never be forgot.
I keep loving you.
I keep wanting you.
No more tears, only if is caused by happyness.
I know, the life give bad moments.
But we will stay together to be stronger than any dificulty.
We are one.
And as one, we will stay together at sunshine.
Exchanging affection, making the love be real.
This is my dream my love.
And we will be there!
I could see again.
And more than see, was wonderful to felt.
No more cold, no more sadness, just love.
This feeling never death.
Our history never be forgot.
I keep loving you.
I keep wanting you.
No more tears, only if is caused by happyness.
I know, the life give bad moments.
But we will stay together to be stronger than any dificulty.
We are one.
And as one, we will stay together at sunshine.
Exchanging affection, making the love be real.
This is my dream my love.
And we will be there!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
No busão...
Vivo a sorte.
Quando tudo parece ruir...
La esta ela prestando seu suporte.
Chego a crer em fe...
Alem de nossos tristes atos.
Algo providencia auxilio a levantarmos, ficar de pe.
E quando esgota-se a esperanca.
Assim, como uma crianca.
Admiramos "banalidades".
Pronto, retrocedemos varias idades.
Seguirei ao vento.
Tentando ser crianca e adulto ao mesmo tempo.
Deixar o passado, o futuro.
Viver o presente maduro.
Quando tudo parece ruir...
La esta ela prestando seu suporte.
Chego a crer em fe...
Alem de nossos tristes atos.
Algo providencia auxilio a levantarmos, ficar de pe.
E quando esgota-se a esperanca.
Assim, como uma crianca.
Admiramos "banalidades".
Pronto, retrocedemos varias idades.
Seguirei ao vento.
Tentando ser crianca e adulto ao mesmo tempo.
Deixar o passado, o futuro.
Viver o presente maduro.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Credo.
Avante.
Levantar os olhos ainda que a luz seja ofuscante.
Mirar.
Almejar o alvo sem o menor titubear.
A alma não possui idade.
Aproveite esta liberdade.
Ainda que a matéria pereça.
Esforce-se sempre a lembrar que a eternidade permaneça.
Esta é a verdade.
Não é prepotência nem mesmo vaidade.
O ciclo nunca para.
A missão nunca acabara.
E não esqueça da verdade suprema.
O que é mais sólido aos sentidos da matéria.
É mero recurso ilusório neste instante de vida material, divino estratagema.
Pois a realidade fundamental é sútil, é etéria.
Levantar os olhos ainda que a luz seja ofuscante.
Mirar.
Almejar o alvo sem o menor titubear.
A alma não possui idade.
Aproveite esta liberdade.
Ainda que a matéria pereça.
Esforce-se sempre a lembrar que a eternidade permaneça.
Esta é a verdade.
Não é prepotência nem mesmo vaidade.
O ciclo nunca para.
A missão nunca acabara.
E não esqueça da verdade suprema.
O que é mais sólido aos sentidos da matéria.
É mero recurso ilusório neste instante de vida material, divino estratagema.
Pois a realidade fundamental é sútil, é etéria.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Insight...
Relatividade.
Tempo.
Criatividade.
Penso.
Tudo é possível.
Basta iniciar.
Tudo é passível.
De mudar.
Ainda que não creia.
Existe uma infinita teia.
Cada fato, nó, pensamento.
Criam movimento.
As vezes denso.
Outras sublimes a pairar.
De nada adianta esperar ao seu tempo.
Assim poderá sofrer, chorar...
Como dono de si.
Há de ter paciência, treinamento.
Aprender que não existe o tempo.
Existe a força de ascender, progredir.
É forçoso manter a vibração.
Viver com atenção.
Amar sem esperar.
Doar sem recordar.
Tempo.
Criatividade.
Penso.
Tudo é possível.
Basta iniciar.
Tudo é passível.
De mudar.
Ainda que não creia.
Existe uma infinita teia.
Cada fato, nó, pensamento.
Criam movimento.
As vezes denso.
Outras sublimes a pairar.
De nada adianta esperar ao seu tempo.
Assim poderá sofrer, chorar...
Como dono de si.
Há de ter paciência, treinamento.
Aprender que não existe o tempo.
Existe a força de ascender, progredir.
É forçoso manter a vibração.
Viver com atenção.
Amar sem esperar.
Doar sem recordar.
sábado, 12 de junho de 2010
Vivendo, seguindo, introvertendo...
Anceio por mais...
Nunca será além...
Mas não devemos dizer nunca ou jamais...
Portanto foi, é e será aquém...
Corro riscos.
Arrisco e vivo.
É sorte? São mitos?
Não sei... Somente sigo...
Corro de mim.
Sofrendo e correndo.
Mas nem sempre é assim.
Posso estar doando, amando...
Espelho.
Sim, preciso sempre de um.
Perfeito aparelho.
Pois mostra a verdade, não oculta defeito algum.
Nunca será além...
Mas não devemos dizer nunca ou jamais...
Portanto foi, é e será aquém...
Corro riscos.
Arrisco e vivo.
É sorte? São mitos?
Não sei... Somente sigo...
Corro de mim.
Sofrendo e correndo.
Mas nem sempre é assim.
Posso estar doando, amando...
Espelho.
Sim, preciso sempre de um.
Perfeito aparelho.
Pois mostra a verdade, não oculta defeito algum.
Loucos a voar!
A loucura me abraça...
Não recuo!
Me lanço a alçar asa.
O faço num pulo!
Vôo com bando de alvoroçados.
Descubro tamanha inteligência.
Quantos gênios desperdiçados...
Por ignorância ou demência...
Mas cobrimos os céus!
Imagináveis feitos, manobras!
Enfim, libertos tiramos os véus.
Que nos imputam, cegam, envenenam como cobras.
Mas repito! Somos muitos, incontáveis!
Felizes e de corações amplos.
Sentimentos a flor da pele, as vezes incontroláveis...
Mas no fundo somos simples, somos brandos.
Temos um mundo a descobrir.
Objetivos a alcançar quiçás ultrapassar!
E não pensem que diante as dificuldades iremos desistir.
Pois não há limites a quem bate as asas e se põe a voar.
Não recuo!
Me lanço a alçar asa.
O faço num pulo!
Vôo com bando de alvoroçados.
Descubro tamanha inteligência.
Quantos gênios desperdiçados...
Por ignorância ou demência...
Mas cobrimos os céus!
Imagináveis feitos, manobras!
Enfim, libertos tiramos os véus.
Que nos imputam, cegam, envenenam como cobras.
Mas repito! Somos muitos, incontáveis!
Felizes e de corações amplos.
Sentimentos a flor da pele, as vezes incontroláveis...
Mas no fundo somos simples, somos brandos.
Temos um mundo a descobrir.
Objetivos a alcançar quiçás ultrapassar!
E não pensem que diante as dificuldades iremos desistir.
Pois não há limites a quem bate as asas e se põe a voar.
Esperança de um plebeu.
Sorriso brilha.
Lábios suavizam o falar.
Carnudos, tentam o que admira.
Carinhos e beijos deseja deitar.
Rosa rubra como o fogo que esquenta.
Pele suave, cheirosa, delicada...
Não faz idéia do prazer que ostenta...
Ou astuta o faz disfarçada.
Imagino seu abraço.
Imagino que eu seja apenas mais um.
Pressionar teu corpo em meus braços.
Demais para um ser como eu, um homem comum.
Mas do sonho não me privo.
Não deixo de crer.
Respeitoso admiro.
Pois não envergonha o oculto querer.
Quem sabe um dia.
Nestas águas que traz a vida a derramar.
Serei capaz de cativar tal rainha.
Soberana de meus desejos, prazeres, amar...
Lábios suavizam o falar.
Carnudos, tentam o que admira.
Carinhos e beijos deseja deitar.
Rosa rubra como o fogo que esquenta.
Pele suave, cheirosa, delicada...
Não faz idéia do prazer que ostenta...
Ou astuta o faz disfarçada.
Imagino seu abraço.
Imagino que eu seja apenas mais um.
Pressionar teu corpo em meus braços.
Demais para um ser como eu, um homem comum.
Mas do sonho não me privo.
Não deixo de crer.
Respeitoso admiro.
Pois não envergonha o oculto querer.
Quem sabe um dia.
Nestas águas que traz a vida a derramar.
Serei capaz de cativar tal rainha.
Soberana de meus desejos, prazeres, amar...
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Para minha amiga Laís!
Lindo sorriso feliz!
Brilham coloridos olhos.
Liberta doçura em papel, tela ou quadro de giz.
Criativa, ainda que em silêncio, a todos cativa com seus bons modos.
Sua força ao dizer o bem, leva o incrédulo a crer em algo, em alguém!
Acolhe com carinho quem sofre em descaminho.
Encanta com doce voz, linda face aos que admiram e sentem a alma satisfazer.
Impossível não perceber luz tão brilhante ainda que no cantinho.
Fruto de amor surge tão linda flor.
Pudera, com mãe tão de dedicada pelo mesmo amor persevera.
Ao doar sua vida, sacrifício e vigor.
Sentimentos nobres ao infinito revela.
É uma linda rosa a florescer em longeiva vida a viver.
E com tamanha inteligência não há limites nem clemência.
Independente há de ser.
Em suas vitórias de emancipada consciência.
Enfim, são tamanhos valores que não há palavras para expressar tamanha força vivaz.
Que ainda sob beleza singela, quase frágil diante da vida, segura terá imensa força motriz.
É linda menina tranquila, em paz.
É única e impressionaste Laís.
Brilham coloridos olhos.
Liberta doçura em papel, tela ou quadro de giz.
Criativa, ainda que em silêncio, a todos cativa com seus bons modos.
Sua força ao dizer o bem, leva o incrédulo a crer em algo, em alguém!
Acolhe com carinho quem sofre em descaminho.
Encanta com doce voz, linda face aos que admiram e sentem a alma satisfazer.
Impossível não perceber luz tão brilhante ainda que no cantinho.
Fruto de amor surge tão linda flor.
Pudera, com mãe tão de dedicada pelo mesmo amor persevera.
Ao doar sua vida, sacrifício e vigor.
Sentimentos nobres ao infinito revela.
É uma linda rosa a florescer em longeiva vida a viver.
E com tamanha inteligência não há limites nem clemência.
Independente há de ser.
Em suas vitórias de emancipada consciência.
Enfim, são tamanhos valores que não há palavras para expressar tamanha força vivaz.
Que ainda sob beleza singela, quase frágil diante da vida, segura terá imensa força motriz.
É linda menina tranquila, em paz.
É única e impressionaste Laís.
Focalização...
Foco.
Como posso?
Equilíbrio adverso.
Variantes diversas.
Hei de crer que tudo posso.
Sou orgulhoso, endosso...
É limite perverso.
Faz crer que não presto.
Não há humano que ature.
Crer ser perfeito... Embuste!
Pois faz crer que há somente possibilidade dual.
Vitória ou derrota, bem ou mal...
Humildade é o concreto.
Para reformular-se, ser mais correto.
Aceitar ser falho.
Persistir no trabalho.
Aprender sem sofrer.
Resistir a cobiça, ao poder.
Ser de paz, nem tanto sofrer.
Crer!
E por isso repito.
Em meu amago infinito.
Lutarei com esforços.
Para atingir meus focos.
Como posso?
Equilíbrio adverso.
Variantes diversas.
Hei de crer que tudo posso.
Sou orgulhoso, endosso...
É limite perverso.
Faz crer que não presto.
Não há humano que ature.
Crer ser perfeito... Embuste!
Pois faz crer que há somente possibilidade dual.
Vitória ou derrota, bem ou mal...
Humildade é o concreto.
Para reformular-se, ser mais correto.
Aceitar ser falho.
Persistir no trabalho.
Aprender sem sofrer.
Resistir a cobiça, ao poder.
Ser de paz, nem tanto sofrer.
Crer!
E por isso repito.
Em meu amago infinito.
Lutarei com esforços.
Para atingir meus focos.
Assunção.
A saudade expande meu peito em suspiro.
Quando intermitentes recordações.
De deliciosas compartidas emoções.
Remetem ao passado, derreto, transpiro...
Revivo dias dos mais felizes.
Me entrego por inteiro atrvés de todos os sentidos.
Fostes minhas raízes.
Trazia paz, os problemas eram sempre removidos...
Assumo a imaturidade.
Em internos gemidos.
Não era minha vontade...
Mas agora são tempos ídos...
E ainda que longe em todas as dimensões.
Te quero bem! Minto! Sigo te amando!
Pois ainda que fossem problemas tão explícitos e intensas emoções.
Não as criava, somente dos recôndidos íam emanando!
Assim... Te deixo em paz.
Sigo adiante caminhando.
Mas a saudade, não minto, aplaca. Não some jamais.
Porque enquanto pulsando, meu coração seguirá te amando.
Quando intermitentes recordações.
De deliciosas compartidas emoções.
Remetem ao passado, derreto, transpiro...
Revivo dias dos mais felizes.
Me entrego por inteiro atrvés de todos os sentidos.
Fostes minhas raízes.
Trazia paz, os problemas eram sempre removidos...
Assumo a imaturidade.
Em internos gemidos.
Não era minha vontade...
Mas agora são tempos ídos...
E ainda que longe em todas as dimensões.
Te quero bem! Minto! Sigo te amando!
Pois ainda que fossem problemas tão explícitos e intensas emoções.
Não as criava, somente dos recôndidos íam emanando!
Assim... Te deixo em paz.
Sigo adiante caminhando.
Mas a saudade, não minto, aplaca. Não some jamais.
Porque enquanto pulsando, meu coração seguirá te amando.
Vida, um processo...
Caminhamos errantes.
Ainda que planejemos.
Acompanha-nos sempre o acaso constante.
É, somos muito pequenos.
Mas somos muitos!
Quase um só organismo, e não obstante.
Cada um segue seu rumo.
Procurando prazer, algo aconchegante.
Ainda assim somos apenas um.
É necessária harmonia para chegar distante.
Portanto não há mérito algum.
Quando nada faz, é inerte, arrogante...
É preciso se lembrar sempre de frágil pretérito.
Quando enfrentou guerras, disputas, levantes,
Pois apenas se torna supremo, benemérito...
Se enfrnta com harmonia os desafios maio distantes.
Aceitando que um dia há de perder aos poucos seu poder.
Envelhecendo perene e angustiante.
Crendo um dia volver.
Ao fim, renascer sob o sol brilhante nova vida triunfante.
Ainda que planejemos.
Acompanha-nos sempre o acaso constante.
É, somos muito pequenos.
Mas somos muitos!
Quase um só organismo, e não obstante.
Cada um segue seu rumo.
Procurando prazer, algo aconchegante.
Ainda assim somos apenas um.
É necessária harmonia para chegar distante.
Portanto não há mérito algum.
Quando nada faz, é inerte, arrogante...
É preciso se lembrar sempre de frágil pretérito.
Quando enfrentou guerras, disputas, levantes,
Pois apenas se torna supremo, benemérito...
Se enfrnta com harmonia os desafios maio distantes.
Aceitando que um dia há de perder aos poucos seu poder.
Envelhecendo perene e angustiante.
Crendo um dia volver.
Ao fim, renascer sob o sol brilhante nova vida triunfante.
Redemoinho.
Redemoinho.
Moinho da rede.
Descanse um pouquinho.
Olhe o horizonte o fresco verde.
Trabalho não é sustento.
Trabalho é vida!
Da alma é alimento.
Do corpo, benigna fadiga.
A todos há de ser oferecido.
Há tolos que se sentem ofendidos...
Mas grande parte felizmente clama e agradece aos céus!
E assim sustenta os seus.
Portanto agradeça a vida.
Sem ela o labor não há sentido.
E ainda sem qualquer motivo.
Seguirá eternamente o sopro da vida.
Moinho da rede.
Descanse um pouquinho.
Olhe o horizonte o fresco verde.
Trabalho não é sustento.
Trabalho é vida!
Da alma é alimento.
Do corpo, benigna fadiga.
A todos há de ser oferecido.
Há tolos que se sentem ofendidos...
Mas grande parte felizmente clama e agradece aos céus!
E assim sustenta os seus.
Portanto agradeça a vida.
Sem ela o labor não há sentido.
E ainda sem qualquer motivo.
Seguirá eternamente o sopro da vida.
domingo, 23 de maio de 2010
E foi...
Não enxergo o futuro pois não deixo o passado.
Não vivo o presente pois estou estagnado.
O que fazer com a existência?
Que pulsa em resistência.
Hipocrisia comum, por todos aceita.
Eu me enojo com a minha, a mim mesmo rejeita.
Procurando motivos para explicar.
Deixo muitos amigos, fumo e bebo num bar.
Ah mas se tivesse um espelho...
Não quero reflexo quero partido ao meio.
E do meu corpo jorrar mina de rubis a brilhar.
Perdendo o brilho assim que secar...
Tenho tudo pro extermínio.
Eu sei qual é o caminho.
Mas até mesmo pra isso me falta coragem.
Triste covardagem...
Encerro este texo, sem objetivo ou pretexo.
Pois é certa a morte, natural contexto.
É certa a dor a cada segundo.
Sinto demais este mundo, este mundo imundo.
Não vivo o presente pois estou estagnado.
O que fazer com a existência?
Que pulsa em resistência.
Hipocrisia comum, por todos aceita.
Eu me enojo com a minha, a mim mesmo rejeita.
Procurando motivos para explicar.
Deixo muitos amigos, fumo e bebo num bar.
Ah mas se tivesse um espelho...
Não quero reflexo quero partido ao meio.
E do meu corpo jorrar mina de rubis a brilhar.
Perdendo o brilho assim que secar...
Tenho tudo pro extermínio.
Eu sei qual é o caminho.
Mas até mesmo pra isso me falta coragem.
Triste covardagem...
Encerro este texo, sem objetivo ou pretexo.
Pois é certa a morte, natural contexto.
É certa a dor a cada segundo.
Sinto demais este mundo, este mundo imundo.
sábado, 22 de maio de 2010
Explico? Não...
Transfiro ao teclado, a tela, ao papel, enfim, a algum substrato aquilo que sinto, que me chama a atenção, que aflora desde minha alma a minha mão.
Penso na beleza sim, quem não deseja a beleza? Mas nada vale se for vazia, parnasiana... E por que expor? Ego... Sim, este é o principal motivo, admito. Desejo que possa ser útil, admirada, sei lá, utilizada por mais alguém. Mas me desmentindo, o principal motivo é expressar de forma pacífica, as vezes métrica, evitando muitas vezes que eu "engula sapos" ou me auto-flagele. Mas por outras vezes é um recado cifrado que desejo ser interpretado para quem escrevi, é um desabafo de coração apertado e sem coragem talvez de falar diante de quem me inspirou...
Mas o que aho fantástico é que tudo isso pode e é interpretado de infinitas maneiras de acordo com quem lê! Ou seja, não é somente o que senti ou escrevi! Pode ser muito mais ou muito menos... É na verdade um mistério que ficará lançado ao tempo, ao vento... Assim como eu...
Penso na beleza sim, quem não deseja a beleza? Mas nada vale se for vazia, parnasiana... E por que expor? Ego... Sim, este é o principal motivo, admito. Desejo que possa ser útil, admirada, sei lá, utilizada por mais alguém. Mas me desmentindo, o principal motivo é expressar de forma pacífica, as vezes métrica, evitando muitas vezes que eu "engula sapos" ou me auto-flagele. Mas por outras vezes é um recado cifrado que desejo ser interpretado para quem escrevi, é um desabafo de coração apertado e sem coragem talvez de falar diante de quem me inspirou...
Mas o que aho fantástico é que tudo isso pode e é interpretado de infinitas maneiras de acordo com quem lê! Ou seja, não é somente o que senti ou escrevi! Pode ser muito mais ou muito menos... É na verdade um mistério que ficará lançado ao tempo, ao vento... Assim como eu...
Se liga!
Essa utopia...
...é engolida pela pia.
Pois é pranto.
De tristeza e espanto.
Mas um dia, ah um dia...
Há de de vir brisa.
Secar a lágrima que pendia.
E acordar de triste sonho, divisa.
Pois da realidade não tenho mais certeza.
De tanto que sonhei.
E igualmente do tanto que não realizei.
Olhar que a realidade é uma grande pobreza.
Mas há de ser passado.
Há de ser esmagado.
Pelo tempo, ultrapassado.
E eu acompanharei o presente, sem que esteja exausto, cansado.
Porque é preciso aprender.
É imprescindível estar, neste momento ser.
Livre arbítrio com sapiência exercer.
E assim nunca mais ter pesar de viver.
...é engolida pela pia.
Pois é pranto.
De tristeza e espanto.
Mas um dia, ah um dia...
Há de de vir brisa.
Secar a lágrima que pendia.
E acordar de triste sonho, divisa.
Pois da realidade não tenho mais certeza.
De tanto que sonhei.
E igualmente do tanto que não realizei.
Olhar que a realidade é uma grande pobreza.
Mas há de ser passado.
Há de ser esmagado.
Pelo tempo, ultrapassado.
E eu acompanharei o presente, sem que esteja exausto, cansado.
Porque é preciso aprender.
É imprescindível estar, neste momento ser.
Livre arbítrio com sapiência exercer.
E assim nunca mais ter pesar de viver.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Pomoć mene!
Što sam učinio?
Ono što ja ne?
Ako ja licemjerje vjerovati u sebe ja mogu učiniti o nekome?
Im confused!
Sad ...
Žao nam je wonderfull djevojka!
Nažalost moj kukavičluk ...
Žao mi tišina ...
Uvijek sam govorio ono što sam stvarno osjetio!
Ono što ja stvarno želim!
Da volim te ...
Ja ne znam što ja mogu učiniti da promijenite sve ovo ...
Ja stvarno ne znam ...
Reci mi molim te?
Ono što ja ne?
Ako ja licemjerje vjerovati u sebe ja mogu učiniti o nekome?
Im confused!
Sad ...
Žao nam je wonderfull djevojka!
Nažalost moj kukavičluk ...
Žao mi tišina ...
Uvijek sam govorio ono što sam stvarno osjetio!
Ono što ja stvarno želim!
Da volim te ...
Ja ne znam što ja mogu učiniti da promijenite sve ovo ...
Ja stvarno ne znam ...
Reci mi molim te?
Desejo. (Presente de minha amiga Bih)
Sei que posso estar longe mas sinto como se algo me chamasse pra dentro de
ti
Seus olhos me dizem o que seus lábios não podem dizer
Sua alma ao encontrar com a minha, mesmo que por um sonho
Me deslumbra de prazer. Quero, preciso encontrar-te.
Meu ser em busca do seu e minha alma invade meus delírios mais loucos.
Desejo, desatino, não importa, preciso chegar em você.
Desejo-te agora, sempre, numa busca inconstante por ti.
ti
Seus olhos me dizem o que seus lábios não podem dizer
Sua alma ao encontrar com a minha, mesmo que por um sonho
Me deslumbra de prazer. Quero, preciso encontrar-te.
Meu ser em busca do seu e minha alma invade meus delírios mais loucos.
Desejo, desatino, não importa, preciso chegar em você.
Desejo-te agora, sempre, numa busca inconstante por ti.
Texto escrito pela querida amiga Bih!
"Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só nem nos
deixa sós. Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo. Há
os que levam muito, mas há os que não levam nada. Essa é a maior
responsabilidade de nossa vida, e a prova de que duas almas não se
encontram ao acaso."
deixa sós. Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo. Há
os que levam muito, mas há os que não levam nada. Essa é a maior
responsabilidade de nossa vida, e a prova de que duas almas não se
encontram ao acaso."
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Nostalgia...
Leve como folha ao vento.
Leve sentimento.
Respiro sem pensar.
Sonho com lindos momentos.
Belos movimentos.
Livres a amar.
Sempre como entrelaçados.
Corpos quentes, suados.
Agora deleitam-se sob o luar.
Amor lido assim.
Nunca eu senti.
Desde que te vi.
Está dentro de mim.
Mas demasiado amor.
Presionando a flor.
Pode maltratar.
E o tempo avança.
E eu como criança.
Não sei me remedar.
Por tamanho encanto.
Do sorriso ao pranto.
Hoje só posso sonhar.
Amor lido assim.
Nunca eu senti.
Desde que te vi.
Está dentro de mim.
Mas agente amadurece.
Ou se entorpece.
Para a dor passar.
E sob a mesma lua.
Lembro silhueta nua.
Entre o céu e o mar.
Guardo os felizes monentos.
Pois os bons sentimentos.
Sempre irei guardar
Leve sentimento.
Respiro sem pensar.
Sonho com lindos momentos.
Belos movimentos.
Livres a amar.
Sempre como entrelaçados.
Corpos quentes, suados.
Agora deleitam-se sob o luar.
Amor lido assim.
Nunca eu senti.
Desde que te vi.
Está dentro de mim.
Mas demasiado amor.
Presionando a flor.
Pode maltratar.
E o tempo avança.
E eu como criança.
Não sei me remedar.
Por tamanho encanto.
Do sorriso ao pranto.
Hoje só posso sonhar.
Amor lido assim.
Nunca eu senti.
Desde que te vi.
Está dentro de mim.
Mas agente amadurece.
Ou se entorpece.
Para a dor passar.
E sob a mesma lua.
Lembro silhueta nua.
Entre o céu e o mar.
Guardo os felizes monentos.
Pois os bons sentimentos.
Sempre irei guardar
terça-feira, 18 de maio de 2010
MEDO.
Medo!
Imaginária barreira.
Entre a realidade e o pesadelo.
Triste ilusão sobre realidade verdadeira.
Pode ser proteção.
Sem exageiro alerta o perigo.
Mas se causar paralização.
É um grande inimigo.
O porvir não existe.
É agora construido.
Caso o construtor exite.
Ou não existirá ou será destruido.
Passada a barreira do desespero.
A maior parte das vezes revisa antiga idéia.
Segue adiante deixando para trás aquele erro.
O erro do mal pensar, triste miséria...
Imaginária barreira.
Entre a realidade e o pesadelo.
Triste ilusão sobre realidade verdadeira.
Pode ser proteção.
Sem exageiro alerta o perigo.
Mas se causar paralização.
É um grande inimigo.
O porvir não existe.
É agora construido.
Caso o construtor exite.
Ou não existirá ou será destruido.
Passada a barreira do desespero.
A maior parte das vezes revisa antiga idéia.
Segue adiante deixando para trás aquele erro.
O erro do mal pensar, triste miséria...
Zen.
Dia lindo de Sol.
Céu azul a emoldurar.
Lança ao mar de vida o anzol.
Desejando a felicidade encontrar.
Brisa fresca envolvente.
Caminhar pelas ruas livre sob a sobra das árvores.
Sinto o clima leve, inocente.
Mas não deixo de admirar lindas femeas, inimagináveis.
E nesta imensidão de cores.
Neste vasto universo de possibilidades.
Não á espaço para dores.
Nem mesmo se lembrar das fragilidades.
Neste sublime momento.
És uno.
És simplesmente mais um elemento.
Não é Gabriela, Lígia, Rafael nem Bruno.
És partícula do todo.
És tudo ou quase nada.
Não um individualista tolo.
Mas uma alma elevada.
Tem visão vasta.
Sente com todos os sentidos.
Não há mais matéria.
Somente poderes infinitos.
Pois todos podemos almejar.
Respirando profundamente.
Em postura de bem estar.
Lançar a busca de todo o potencial do ser, da alma, da mente.
Céu azul a emoldurar.
Lança ao mar de vida o anzol.
Desejando a felicidade encontrar.
Brisa fresca envolvente.
Caminhar pelas ruas livre sob a sobra das árvores.
Sinto o clima leve, inocente.
Mas não deixo de admirar lindas femeas, inimagináveis.
E nesta imensidão de cores.
Neste vasto universo de possibilidades.
Não á espaço para dores.
Nem mesmo se lembrar das fragilidades.
Neste sublime momento.
És uno.
És simplesmente mais um elemento.
Não é Gabriela, Lígia, Rafael nem Bruno.
És partícula do todo.
És tudo ou quase nada.
Não um individualista tolo.
Mas uma alma elevada.
Tem visão vasta.
Sente com todos os sentidos.
Não há mais matéria.
Somente poderes infinitos.
Pois todos podemos almejar.
Respirando profundamente.
Em postura de bem estar.
Lançar a busca de todo o potencial do ser, da alma, da mente.
Restos de minha alma ( Por Gabi )
Conflitante e desesperador esse rito que me impõe,
Dessa vida que se arrasta
Nesse lodo provocante
Que se agarra em minha alma.
Nessa vida passageira que se faz tão sorrateira,
Tão distante do comum
Nesse vicio que se prende
Que se fez tão infeliz.
Nesse pulso imperfeito
Que a penumbra se fez lar
Dessa vida que se arrasta
Nesse mar de lodo e lava.
Desse inferno delirante
Sem caminho pra voltar...
Dessa vida que se arrasta
Nesse lodo provocante
Que se agarra em minha alma.
Nessa vida passageira que se faz tão sorrateira,
Tão distante do comum
Nesse vicio que se prende
Que se fez tão infeliz.
Nesse pulso imperfeito
Que a penumbra se fez lar
Dessa vida que se arrasta
Nesse mar de lodo e lava.
Desse inferno delirante
Sem caminho pra voltar...
domingo, 16 de maio de 2010
Insaciável.
Caminha com destino certo.
Apressado caminha a suar.
Busca água em meio ao deserto.
Quando encontra então vira mar.
As ondas encobrem.
A mente a surtar.
Neurônios já dormem.
Só o desejo a alimentar.
Triste estado.
O tempo não dura.
Estará embotado.
A dor já susurra.
Mais um bocado?
Dualidade explode!
Sim ou não? Decidir complicado.
E o chão o sacode.
Sem resposta apressa.
Nem mais sabe, obedece.
Só uma coisa interessa.
Mas sem controle, acontece.
Gira, roda, continua.
Desafia a morte éo que parece para mim.
E segue realidade crua.
Com sangue, lágrimas, suor e talvez o fim.
Apressado caminha a suar.
Busca água em meio ao deserto.
Quando encontra então vira mar.
As ondas encobrem.
A mente a surtar.
Neurônios já dormem.
Só o desejo a alimentar.
Triste estado.
O tempo não dura.
Estará embotado.
A dor já susurra.
Mais um bocado?
Dualidade explode!
Sim ou não? Decidir complicado.
E o chão o sacode.
Sem resposta apressa.
Nem mais sabe, obedece.
Só uma coisa interessa.
Mas sem controle, acontece.
Gira, roda, continua.
Desafia a morte éo que parece para mim.
E segue realidade crua.
Com sangue, lágrimas, suor e talvez o fim.
sábado, 15 de maio de 2010
Despertar.
Despertar.
Muito mais que respirar.
Além da retina iluminar.
Ou a inércia findar.
Mais que observar.
Absorver.
Caminhar.
Correr.
Além de ter consciência de ser.
Habilidade de construir.
Destruir.
Nutrir prazer.
Talvez somente ao introduzir o sentir.
Observar o seu próprio ser.
O inimaginável se permitir.
Se conhecer.
Sería este o despertar?
Crer em ti assim como imagem e semelhança a inteligência suprema?
E desta forma ser livre para reformular o próprio interior, recomeçar.
Talvez a busca além de si seja seu freio, seu verdadeiro problema.
Muito mais que respirar.
Além da retina iluminar.
Ou a inércia findar.
Mais que observar.
Absorver.
Caminhar.
Correr.
Além de ter consciência de ser.
Habilidade de construir.
Destruir.
Nutrir prazer.
Talvez somente ao introduzir o sentir.
Observar o seu próprio ser.
O inimaginável se permitir.
Se conhecer.
Sería este o despertar?
Crer em ti assim como imagem e semelhança a inteligência suprema?
E desta forma ser livre para reformular o próprio interior, recomeçar.
Talvez a busca além de si seja seu freio, seu verdadeiro problema.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Em busca do eu.
Sou rico de sentimentos.
Escravo de resentimentos.
Feliz por ser livre na imensidão.
Triste pelos elos que criei no passado e neste presente me atam ao chão.
Sería egoísta usar da imensa liberdade.
Covardia deixar para tras os que cativei, aqueles a quem tenho gratidão.
É plenamente óbvia a minha responsabilidade.
É ditosa diante do futuro, dimensão em imensidão.
Desejava andar sem rumo.
Atravessar florestas, riachos, saltar muros.
Viver somente o eu e assim retomar o prumo.
Mas a vida segue, e a realidade retoma o comando aos murros.
Mas não desisto.
Ainda hei de ser somente eu, de ouvir somente a minha voz, pensar somente meus pensamentos.
Eu insisto!
Posso desejar uma fuga, mas não será este o principal dos argumentos?
Sim!
Absorver a vida sem interferências!
Lutar sem ter ajuda, buscar minha força enfim!
Conhecer a mim mesmo através do mundo, das experiências!
Por enquanto visto meu arreio.
Sigo como a multidão.
Sem devaneio.
Pois um dia me encontrarei e nem as mais fortes forças me aplacarão.
Escravo de resentimentos.
Feliz por ser livre na imensidão.
Triste pelos elos que criei no passado e neste presente me atam ao chão.
Sería egoísta usar da imensa liberdade.
Covardia deixar para tras os que cativei, aqueles a quem tenho gratidão.
É plenamente óbvia a minha responsabilidade.
É ditosa diante do futuro, dimensão em imensidão.
Desejava andar sem rumo.
Atravessar florestas, riachos, saltar muros.
Viver somente o eu e assim retomar o prumo.
Mas a vida segue, e a realidade retoma o comando aos murros.
Mas não desisto.
Ainda hei de ser somente eu, de ouvir somente a minha voz, pensar somente meus pensamentos.
Eu insisto!
Posso desejar uma fuga, mas não será este o principal dos argumentos?
Sim!
Absorver a vida sem interferências!
Lutar sem ter ajuda, buscar minha força enfim!
Conhecer a mim mesmo através do mundo, das experiências!
Por enquanto visto meu arreio.
Sigo como a multidão.
Sem devaneio.
Pois um dia me encontrarei e nem as mais fortes forças me aplacarão.
Mulher de verdade.
Doce ingenuidade.
Característica daquela idade.
Crente em sonhos plantados, em poder personificado.
Valor que a paixão que cega, amplia e perde o controle como corcel indomável.
Maravilhosa realidade.
Tristemente não compartilhada, leva ao chão o sonho de felicidade.
Parentes em sangue, companheiro amante, negam e calam diante de feliz possibilidade.
Viram-se, somem, anulam os sonhos a paixão, inundam a menina de incredulidade.
Mas forte, tirada prematuramente de seguro casulo.
Luta encontrando o amor livre, amor sem sangue, apoio seguro.
Diante de enormes dificuldades, crê e faz do sinuoso caminho próspera realidade.
Dos recônditos das Minas eleva-se linda borboleta mostrando suas cores e beleza na grande, na maior cidade.
Agora menina-mulher.
Bela, inteligente, forte além do diamante sequer.
Alcança vida laboriosa de honra, de luta, de glória.
Certamente houve momentos difíceis, mas passaram como no templo a oratória.
Assim é linda menina-mulher!
Aquela que é mulher de verdade!
Quem agradeço por encontrar neste caminho qualquer.
E que ensina o valor da fé, da humildade.
Característica daquela idade.
Crente em sonhos plantados, em poder personificado.
Valor que a paixão que cega, amplia e perde o controle como corcel indomável.
Maravilhosa realidade.
Tristemente não compartilhada, leva ao chão o sonho de felicidade.
Parentes em sangue, companheiro amante, negam e calam diante de feliz possibilidade.
Viram-se, somem, anulam os sonhos a paixão, inundam a menina de incredulidade.
Mas forte, tirada prematuramente de seguro casulo.
Luta encontrando o amor livre, amor sem sangue, apoio seguro.
Diante de enormes dificuldades, crê e faz do sinuoso caminho próspera realidade.
Dos recônditos das Minas eleva-se linda borboleta mostrando suas cores e beleza na grande, na maior cidade.
Agora menina-mulher.
Bela, inteligente, forte além do diamante sequer.
Alcança vida laboriosa de honra, de luta, de glória.
Certamente houve momentos difíceis, mas passaram como no templo a oratória.
Assim é linda menina-mulher!
Aquela que é mulher de verdade!
Quem agradeço por encontrar neste caminho qualquer.
E que ensina o valor da fé, da humildade.
É preciso...
É preciso chorar...
Arrancar do peito a amargura, a dor de não ser capaz de amar.
As lágrimas limpam alma, libertam a chama que arde.
Nunca é tarde, nunca é tarde...
É preciso crer...
Em um dia poder amar a si mesmo.
Ser celeiro de tão doce poder.
Amar além de si, o próximo.
É preciso emanar...
O doce sabor do sonhar.
Devaneios de paz interior a exteriorizar.
De beleza seus olhos permitir não somente ver mas sentir, enxergar.
É preciso colorir...
As cores desde o amanhecer ao por do sol.
Permitir abrir os olhos e a luz trazer nuances a sorrir.
E aquelas cores a preencher cada recândito do ser em um só.
E assim segue a vida, os sonhos, o tempo...
A história de cada indivíduo componente do todo, do ser supremo.
Portanto que venham os anos, os fatos, os atos de penitência.
É preciso paciência...
Arrancar do peito a amargura, a dor de não ser capaz de amar.
As lágrimas limpam alma, libertam a chama que arde.
Nunca é tarde, nunca é tarde...
É preciso crer...
Em um dia poder amar a si mesmo.
Ser celeiro de tão doce poder.
Amar além de si, o próximo.
É preciso emanar...
O doce sabor do sonhar.
Devaneios de paz interior a exteriorizar.
De beleza seus olhos permitir não somente ver mas sentir, enxergar.
É preciso colorir...
As cores desde o amanhecer ao por do sol.
Permitir abrir os olhos e a luz trazer nuances a sorrir.
E aquelas cores a preencher cada recândito do ser em um só.
E assim segue a vida, os sonhos, o tempo...
A história de cada indivíduo componente do todo, do ser supremo.
Portanto que venham os anos, os fatos, os atos de penitência.
É preciso paciência...
Avante.
Mundo veloz, paradoxal...
Do que vale a tecnologia se ainda dependemos do falho reino animal.
Será sempre primordial.
Mas por que não se valorizar, ser melhor, ir além do padrão normal?
Não...
Devaneio de um louco utópico.
Cão...
Um bebê com discurso filosófico...
Quero gritar!
Começar por mim!
Há que mudar!
Esquecer a limitação, pois apenas nós mesmos podemos dar cabo, dar fim!
Desde o acordar.
Refletir positivamente sobre o dia.
Criar em pensamento um mundo melhor, mundo a despertar.
Pois é daí que tudo inicia.
Exercer o poder de ser melhor.
Ao caminhar, questionar, ajudar, ao próximo amar.
Será a construção de realidade viva, cadaum torna-se um só.
Replicar o amor, sem dor, somente através das ondas do exemplo neste vasto mar.
E assim, ao deitar.
Poder ousar sonhar.
Em um mundo mais ameno, desde o grande ao pequeno.
Não ter de tão alto saltar, pois estaremos todos sob o mesmo teto, estaremos todos ao bem comum buscar.
Do que vale a tecnologia se ainda dependemos do falho reino animal.
Será sempre primordial.
Mas por que não se valorizar, ser melhor, ir além do padrão normal?
Não...
Devaneio de um louco utópico.
Cão...
Um bebê com discurso filosófico...
Quero gritar!
Começar por mim!
Há que mudar!
Esquecer a limitação, pois apenas nós mesmos podemos dar cabo, dar fim!
Desde o acordar.
Refletir positivamente sobre o dia.
Criar em pensamento um mundo melhor, mundo a despertar.
Pois é daí que tudo inicia.
Exercer o poder de ser melhor.
Ao caminhar, questionar, ajudar, ao próximo amar.
Será a construção de realidade viva, cadaum torna-se um só.
Replicar o amor, sem dor, somente através das ondas do exemplo neste vasto mar.
E assim, ao deitar.
Poder ousar sonhar.
Em um mundo mais ameno, desde o grande ao pequeno.
Não ter de tão alto saltar, pois estaremos todos sob o mesmo teto, estaremos todos ao bem comum buscar.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Retrato.
Senssível sou.
Mas pra onde vou.
Da felicidade a dor.
Sinto plenamente, vivo o calor.
Pode ser aconchegante.
As vezes a alma queima em pranto.
Mas não há como não ser eu mesmo, como não ser insignificante.
Minha noção de ser por muitas vezes me traz imenso espanto.
Pois como ninguém é, igual a outro nunca haverei de ser.
Mas destôo dos padrões do mundo.
Nem por isso deixo de ser mundano, deixo de ter prazer.
Mas por momentos vivo o que não é minha vida, me sinto imundo.
Culpo meu ser pelo que fui ou por que deixei de ser.
Me preocupo com o porvir, com o que há de suceder...
Não quero ser vítima de minha própria atemporalidade, do presente fazer questão de esquecer.
Pois é o que me torna frágil, culpado a adoecer.
Preciso do torpor do mundo para neste momento me estabelecer.
Incisto em errar profundo, do futuro criar desde hoje e do passado somente aprender.
Este sou eu, confuso, obtuso, viajante sem crer em mim, neste poderoso instante.
E portanto enquanto não tomar esta força em mãos, no presente construir, me estabelecer, continuarei sofrendo ao tempo, e como ser errante permanecer a sobreviver.
Mas pra onde vou.
Da felicidade a dor.
Sinto plenamente, vivo o calor.
Pode ser aconchegante.
As vezes a alma queima em pranto.
Mas não há como não ser eu mesmo, como não ser insignificante.
Minha noção de ser por muitas vezes me traz imenso espanto.
Pois como ninguém é, igual a outro nunca haverei de ser.
Mas destôo dos padrões do mundo.
Nem por isso deixo de ser mundano, deixo de ter prazer.
Mas por momentos vivo o que não é minha vida, me sinto imundo.
Culpo meu ser pelo que fui ou por que deixei de ser.
Me preocupo com o porvir, com o que há de suceder...
Não quero ser vítima de minha própria atemporalidade, do presente fazer questão de esquecer.
Pois é o que me torna frágil, culpado a adoecer.
Preciso do torpor do mundo para neste momento me estabelecer.
Incisto em errar profundo, do futuro criar desde hoje e do passado somente aprender.
Este sou eu, confuso, obtuso, viajante sem crer em mim, neste poderoso instante.
E portanto enquanto não tomar esta força em mãos, no presente construir, me estabelecer, continuarei sofrendo ao tempo, e como ser errante permanecer a sobreviver.
Cicatriz.
Memória humana.
Seletiva, imensa, inteligente, mas as vezes se engana...
Lembrando-se disso o criador levou a cabo sua inteligência superior.
A cada ferimento desferido contra a criatura, seja por ela mesmo seja por próximo, seja como for, sempre haverá a dor.
Mas as dores são sentimentos.
Transcendem do físico pelos nervos aos pensamentos.
Pontuam em nossas vidas o resultados de desastrosas ações ou reações.
Devem ser guias para o resto de nossas vidas, de boas ou mas atitudes ou paralisações.
Mas até então, estes efémeros estados são limitados as memórias de nossas mentes tão vãs.
Portanto, para que recordemos daqueles atordoantes momentos.
Atordoantes sentimentos, errantes movimentos, atitudes ativas ou inertes nada sãs.
Além das dores limitadas a dimensão temporal que certamente cairão nos recônditos dos esquecimentos, há mais um dos mais importantes elementos.
Da ferida a recuperação.
Sim, durante ainda mais tempo, o ardor, a coceira, a limitação, a aflição ainda perdurará durante ainda maior momento.
Pois é necessário o reparo, a redenção.
E nada mais astuto que a criação poderia fornecer que a necessidade de cuidados para a cura daquele ferimento.
Mas quando já fechada a ferida.
Estancada a dor.
Terás perene medalha de luta, daquela dor desferida.
Terás o resultado de jornada vencida a cicatriz, a marca atemporal daquela recordação.
Lembrará até o fim de seu tempo material.
A recordação daquele mal.
Que curado lhe deixou marcado.
Para que nunca mais olvidastes que na vida há cuidados.
Sorte daqueles que todo processo carregam além da matéria, na memória além desta ilusão.
Que as cicatrizes da alma, mantidas, presentes.
Não permitirão dos erros a repetição.
Feizes daqueles que de humilde viver, recordam até mesmo as derrotas como presente, como grande lição.
Seletiva, imensa, inteligente, mas as vezes se engana...
Lembrando-se disso o criador levou a cabo sua inteligência superior.
A cada ferimento desferido contra a criatura, seja por ela mesmo seja por próximo, seja como for, sempre haverá a dor.
Mas as dores são sentimentos.
Transcendem do físico pelos nervos aos pensamentos.
Pontuam em nossas vidas o resultados de desastrosas ações ou reações.
Devem ser guias para o resto de nossas vidas, de boas ou mas atitudes ou paralisações.
Mas até então, estes efémeros estados são limitados as memórias de nossas mentes tão vãs.
Portanto, para que recordemos daqueles atordoantes momentos.
Atordoantes sentimentos, errantes movimentos, atitudes ativas ou inertes nada sãs.
Além das dores limitadas a dimensão temporal que certamente cairão nos recônditos dos esquecimentos, há mais um dos mais importantes elementos.
Da ferida a recuperação.
Sim, durante ainda mais tempo, o ardor, a coceira, a limitação, a aflição ainda perdurará durante ainda maior momento.
Pois é necessário o reparo, a redenção.
E nada mais astuto que a criação poderia fornecer que a necessidade de cuidados para a cura daquele ferimento.
Mas quando já fechada a ferida.
Estancada a dor.
Terás perene medalha de luta, daquela dor desferida.
Terás o resultado de jornada vencida a cicatriz, a marca atemporal daquela recordação.
Lembrará até o fim de seu tempo material.
A recordação daquele mal.
Que curado lhe deixou marcado.
Para que nunca mais olvidastes que na vida há cuidados.
Sorte daqueles que todo processo carregam além da matéria, na memória além desta ilusão.
Que as cicatrizes da alma, mantidas, presentes.
Não permitirão dos erros a repetição.
Feizes daqueles que de humilde viver, recordam até mesmo as derrotas como presente, como grande lição.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Ainda em mim.
Não esqueci de você.
Também nem quero saber.
Do que faz, do que deixa.
Tento nem mesmo perceber.
Mas não dá para esquecer.
E nem ao menos o quero.
Pois momentos felizes desejo sempre rever.
Assistir na memória o quanto foi belo.
Só mesmo o tempo.
Só mesmo o vento.
Pra levar a dor ao esquecimento.
Me livrar do tormento...
Pois que não lhe vejo.
Não te ouço nem beijo.
Mas ainda anseio.
No fundo do peito.
Ainda espero.
O destino perfeito.
E me desepero pelo que não foi feito.
Ou ainda desfeito...
Também nem quero saber.
Do que faz, do que deixa.
Tento nem mesmo perceber.
Mas não dá para esquecer.
E nem ao menos o quero.
Pois momentos felizes desejo sempre rever.
Assistir na memória o quanto foi belo.
Só mesmo o tempo.
Só mesmo o vento.
Pra levar a dor ao esquecimento.
Me livrar do tormento...
Pois que não lhe vejo.
Não te ouço nem beijo.
Mas ainda anseio.
No fundo do peito.
Ainda espero.
O destino perfeito.
E me desepero pelo que não foi feito.
Ou ainda desfeito...
De Lírio.
Compulsividade além da necessidade.
Liberdade além da libertinagem.
Andam juntas, juntas a saciar a vontade.
E são sujas, no meio dessa sacanagem.
Como no olho de um furacão.
Perde um olho, perde a noção.
As juras secretas já são desérticas.
Liquido que secreto, parasitas domésticas.
Onde foi que tudo parou?
Onde foi que começou?
Qual o ponto do desencontro?
Qual a saída deste antro?
Não se vê saídas, além da foice na vida.
Não se crê no fim, pois depois será muito ruim.
A esperança nutrida.
Não devia ser assim!
Confesso em versos.
Os meus piores retrocessos.
Confesso sem nexo.
Grandes saltos desconexos.
Se um dia conhci equilíbrio, se foi como um lírio.
Transformou-se em chá das cinco.
Espalhou o delírio.
E é assim que fico.
Onde foi que tudo parou?
Onde foi que começou?
Qual o ponto do desencontro?
Qual a saída deste antro?
Mas recoloco minha venda.
Dando passos adiante.
Não tenho pena.
Sou mais um errante.
Mas se for amor.
Sofro toda a dor.
Se for paixão.
Me atiro ao chão.
Seja lá o que for.
Seja lá qual a cor.
Será lá que estarei.
Será lá que lhe esperarei.
Liberdade além da libertinagem.
Andam juntas, juntas a saciar a vontade.
E são sujas, no meio dessa sacanagem.
Como no olho de um furacão.
Perde um olho, perde a noção.
As juras secretas já são desérticas.
Liquido que secreto, parasitas domésticas.
Onde foi que tudo parou?
Onde foi que começou?
Qual o ponto do desencontro?
Qual a saída deste antro?
Não se vê saídas, além da foice na vida.
Não se crê no fim, pois depois será muito ruim.
A esperança nutrida.
Não devia ser assim!
Confesso em versos.
Os meus piores retrocessos.
Confesso sem nexo.
Grandes saltos desconexos.
Se um dia conhci equilíbrio, se foi como um lírio.
Transformou-se em chá das cinco.
Espalhou o delírio.
E é assim que fico.
Onde foi que tudo parou?
Onde foi que começou?
Qual o ponto do desencontro?
Qual a saída deste antro?
Mas recoloco minha venda.
Dando passos adiante.
Não tenho pena.
Sou mais um errante.
Mas se for amor.
Sofro toda a dor.
Se for paixão.
Me atiro ao chão.
Seja lá o que for.
Seja lá qual a cor.
Será lá que estarei.
Será lá que lhe esperarei.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Alçar vôos!
Reaver o amor pela vida.
Viver de amores por cada dia.
Respirar os frutos desta idolatria.
E lembrar-se que só o amor existe, que tudo além é pura fantasia.
Sentir pulsar através das veias, ao arrepiar dos pelos, enfim...
Sentir o milagre do todo.
Sentir que faço parte do todo.
Sentir que o todo faz parte de mim.
Criar a realidade.
Da idéia a verdade.
Sentir tudo e todos.
Deixar a margem a vaidade.
Sorrir ao ver o brilho da luz.
Aquela que as cores nos traduz.
Deixar o ego na escuridão.
Pois ele é a própria incolor solidão.
Sentir pulsar através das veias, ao arrepiar dos pelos, enfim...
Sentir o milagre do todo.
Sentir que faço parte do todo.
Sentir que o todo faz parte de mim.
Transmutar o suor em nuvens de bençãos.
Trabalhar e suar.
E na chuva bendita a alma lavar.
E assim deixar que o amor leve-o onde desejar.
Estar próximo do firmamento.
Flutuar sob a lua abraçando o renascimento.
De alma antes enjaulada.
Que agora torna-se livre, desprendida, lindamente alada!
Viver de amores por cada dia.
Respirar os frutos desta idolatria.
E lembrar-se que só o amor existe, que tudo além é pura fantasia.
Sentir pulsar através das veias, ao arrepiar dos pelos, enfim...
Sentir o milagre do todo.
Sentir que faço parte do todo.
Sentir que o todo faz parte de mim.
Criar a realidade.
Da idéia a verdade.
Sentir tudo e todos.
Deixar a margem a vaidade.
Sorrir ao ver o brilho da luz.
Aquela que as cores nos traduz.
Deixar o ego na escuridão.
Pois ele é a própria incolor solidão.
Sentir pulsar através das veias, ao arrepiar dos pelos, enfim...
Sentir o milagre do todo.
Sentir que faço parte do todo.
Sentir que o todo faz parte de mim.
Transmutar o suor em nuvens de bençãos.
Trabalhar e suar.
E na chuva bendita a alma lavar.
E assim deixar que o amor leve-o onde desejar.
Estar próximo do firmamento.
Flutuar sob a lua abraçando o renascimento.
De alma antes enjaulada.
Que agora torna-se livre, desprendida, lindamente alada!
Amor...
Pessoa amada...
Amada pessoa...
O amor a mim desagua?
Despejo meu amor como quem doa?
Sublime sentimento.
Muito mais leve que a suave brisa.
Mais avassalador que o mais forte dos ventos.
Sempre disponível, inerente ao ser, a vida.
Pode plantar, colher, extrair, fazer chover!
É magia é gesto.
Em carinho, beijos, abraços, palavras se faz ver.
É real, é majesto.
Purifica o ser.
Amplia a vida ao infinito!
Transforma tudo em prazer.
Este é o amor, o mais belo, o mais bonito!
Amada pessoa...
O amor a mim desagua?
Despejo meu amor como quem doa?
Sublime sentimento.
Muito mais leve que a suave brisa.
Mais avassalador que o mais forte dos ventos.
Sempre disponível, inerente ao ser, a vida.
Pode plantar, colher, extrair, fazer chover!
É magia é gesto.
Em carinho, beijos, abraços, palavras se faz ver.
É real, é majesto.
Purifica o ser.
Amplia a vida ao infinito!
Transforma tudo em prazer.
Este é o amor, o mais belo, o mais bonito!
Esperança num tempo...
Saudade...
Reviver lembranças com amor, sem dor...
Felicidade...
Ter algo para sentir saudade e assim desfrutar do amor.
Retorno a pensar no tempo...
Dimensão desigual.
Para uns existe termo.
Para outros é infinitesimal.
Portanto acredito que nossa restrita visão nos faz acreditar em tristeza, solidão.
Mas se o éter que move nossas matérias é tão vivo ainda que somente na lembrança.
Talvez o seja eterno em vida etérea, por que não?
Hoje a viagem é curta comparada com noção de quando era criança...
Será que não somos crianças?
E que o tempo não existe, pois infinito é o caminho para a iluminação?
Um dia, num lugar, com outra roupagem, em outra passagem, renovaremos as esperanças.
De reunirmos diante do amor, dos laços de afeto que nunca foram desatados entre você e tão querido irmão.
Reviver lembranças com amor, sem dor...
Felicidade...
Ter algo para sentir saudade e assim desfrutar do amor.
Retorno a pensar no tempo...
Dimensão desigual.
Para uns existe termo.
Para outros é infinitesimal.
Portanto acredito que nossa restrita visão nos faz acreditar em tristeza, solidão.
Mas se o éter que move nossas matérias é tão vivo ainda que somente na lembrança.
Talvez o seja eterno em vida etérea, por que não?
Hoje a viagem é curta comparada com noção de quando era criança...
Será que não somos crianças?
E que o tempo não existe, pois infinito é o caminho para a iluminação?
Um dia, num lugar, com outra roupagem, em outra passagem, renovaremos as esperanças.
De reunirmos diante do amor, dos laços de afeto que nunca foram desatados entre você e tão querido irmão.
Não se vive só...
Jornada árdua.
Caminho suave.
Nadar pela água.
Colher o agave.
Agir ao sentir.
Falar após pensar.
Ser sem mentir.
E assim não se enganar.
Do agave a tequila.
Saborosa ao entorpecer.
E manter a fagulha.
Ao acordar, ao Sol nascer.
Meu bem, seu precioso carinho.
Nesta jornada muitas vezes dolorosa.
Torna-se alimento, sereno alívio.
Ao te amar, retribuir naturalmente de forma amorosa.
E de mãos dadas seguimos em frente.
Em sintonia, maravilhosa vibração.
E a cada dia que passar nos tornar mais diferentes.
Cada vez melhores ao colher os frutos do coração.
Caminho suave.
Nadar pela água.
Colher o agave.
Agir ao sentir.
Falar após pensar.
Ser sem mentir.
E assim não se enganar.
Do agave a tequila.
Saborosa ao entorpecer.
E manter a fagulha.
Ao acordar, ao Sol nascer.
Meu bem, seu precioso carinho.
Nesta jornada muitas vezes dolorosa.
Torna-se alimento, sereno alívio.
Ao te amar, retribuir naturalmente de forma amorosa.
E de mãos dadas seguimos em frente.
Em sintonia, maravilhosa vibração.
E a cada dia que passar nos tornar mais diferentes.
Cada vez melhores ao colher os frutos do coração.
Changes.
De cabeça em riste miro o firmamento.
Com os pés no chão creio no invisível, não dependo da sorte.
E me enchendo de coragem vôo a favor do vento.
Vivo presente sem considerar a morte.
Olho diariamente no espelho.
Encaro as rugas, as marcas, as cicatrizes, a alma.
Ainda humilde valorizo qualidade, analiso defeito.
Trato de tudo como quem ama.
Disciplinarei minha mente.
A respeitar minha saúde corporal e mental.
Traçarei estratégias certamente.
Mas o mais importante ocorre a todo momento a cada emissão espectral.
A cada pensamento, sentimento, gesto ou verbalização.
Lanço ao universo o espectro de meu eu, do que crio.
Responsabilidade imensa, pois que ainda grão, faço parte da imansidão.
E entre laços infinitos, influencio ao próximo, não atuo no vazio.
Seguirei a navegar pela vida a saudar.
Aos que vão e vem sem cessar, aos que ficam ou passam pelo caminho.
Assim desejo sempre amar.
E manter adiante pois ando, caminho.
Com os pés no chão creio no invisível, não dependo da sorte.
E me enchendo de coragem vôo a favor do vento.
Vivo presente sem considerar a morte.
Olho diariamente no espelho.
Encaro as rugas, as marcas, as cicatrizes, a alma.
Ainda humilde valorizo qualidade, analiso defeito.
Trato de tudo como quem ama.
Disciplinarei minha mente.
A respeitar minha saúde corporal e mental.
Traçarei estratégias certamente.
Mas o mais importante ocorre a todo momento a cada emissão espectral.
A cada pensamento, sentimento, gesto ou verbalização.
Lanço ao universo o espectro de meu eu, do que crio.
Responsabilidade imensa, pois que ainda grão, faço parte da imansidão.
E entre laços infinitos, influencio ao próximo, não atuo no vazio.
Seguirei a navegar pela vida a saudar.
Aos que vão e vem sem cessar, aos que ficam ou passam pelo caminho.
Assim desejo sempre amar.
E manter adiante pois ando, caminho.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Riqueza plural.
Hipocrisia tola.
É jogo de esconde esconde.
Faz de muitas coisas preocupação à toa.
Pois oculta de si mesmo a natureza atordoante.
Mas neste mundo estamos longe.
Sentimos pouco.
Consumimos um monte.
E não apenas coisas tangíveis, mas ideias, vontades dominantes.
Sim.
Nosso mundo nunca foi tão livre assim.
Mais ainda é preciso mais! Enfim...
Sou apressado, concordo mas esta é a limitada realidade mostrada pra mim.
Dos "sãos" aos "loucos".
Dos Mouros aos Visigodos.
Das lésbicas aos gays.
Das freiras as meninas da vida, mais uma vez...
Esquecemos das origens
Valoramos os fins.
Temos basicamente os mesmos gens.
Mas há guerra do cotidiano aos confins.
Há que respeitar o que enxerga no espelho.
E sem nenhum mais aparelho.
Vê a si mesmo.
Com olhar a esmo.
Isso! O insight!
Somos todos do mesmo site.
Merecedores do mesmo amor.
Companheiros de toda dor.
Não há diferenças!
Há pluralidade!
E independente da idade.
Precisa ser bem usada por toda nossa rica humanidade.
É jogo de esconde esconde.
Faz de muitas coisas preocupação à toa.
Pois oculta de si mesmo a natureza atordoante.
Mas neste mundo estamos longe.
Sentimos pouco.
Consumimos um monte.
E não apenas coisas tangíveis, mas ideias, vontades dominantes.
Sim.
Nosso mundo nunca foi tão livre assim.
Mais ainda é preciso mais! Enfim...
Sou apressado, concordo mas esta é a limitada realidade mostrada pra mim.
Dos "sãos" aos "loucos".
Dos Mouros aos Visigodos.
Das lésbicas aos gays.
Das freiras as meninas da vida, mais uma vez...
Esquecemos das origens
Valoramos os fins.
Temos basicamente os mesmos gens.
Mas há guerra do cotidiano aos confins.
Há que respeitar o que enxerga no espelho.
E sem nenhum mais aparelho.
Vê a si mesmo.
Com olhar a esmo.
Isso! O insight!
Somos todos do mesmo site.
Merecedores do mesmo amor.
Companheiros de toda dor.
Não há diferenças!
Há pluralidade!
E independente da idade.
Precisa ser bem usada por toda nossa rica humanidade.
Exercício.
Tenho meus sentidos.
Lembranças recordo.
Questiono, reprovo...
Mas sou somente um dos infinitos olhos.
Limitada é minha mundana idéia.
Distâncias, ondas, fragrâncias, sabores.
Infinitas variantes, verdades etéreas.
É preciso humildade para não frustar-se aos dissabores.
Pois quero sempre mais.
Não desejo estar atrás.
Mas se tudo é relativo.
Porque irritar-se mais?
Me conformo em ser rico.
Dentro de mim, onde mais fico.
Pois é de onde a fagúlha aflora.
Cordial, amigável, muito mais irmã agora.
Respirar e respeitar.
Trabalhar e transpirar.
Pensar mas não julgar.
Assim espero chegar a qualquer lugar.
Lembranças recordo.
Questiono, reprovo...
Mas sou somente um dos infinitos olhos.
Limitada é minha mundana idéia.
Distâncias, ondas, fragrâncias, sabores.
Infinitas variantes, verdades etéreas.
É preciso humildade para não frustar-se aos dissabores.
Pois quero sempre mais.
Não desejo estar atrás.
Mas se tudo é relativo.
Porque irritar-se mais?
Me conformo em ser rico.
Dentro de mim, onde mais fico.
Pois é de onde a fagúlha aflora.
Cordial, amigável, muito mais irmã agora.
Respirar e respeitar.
Trabalhar e transpirar.
Pensar mas não julgar.
Assim espero chegar a qualquer lugar.
Me veio e visitou...
Desafio a quem ouse dizer que não ama.
Posso até crer que nunca foste a cama.
Mas só isso não indica quem realmente ama.
Pode até ser doença, compulsividade, somente ânsia.
Por menor que o sinta não negue.
Isso implica que minta, que roube, que lese.
Não somente ao teu ser motivado por prazer.
Mas também ao dos outros que felizes desejam o ver.
Então deixe de lado velhas e tristes lembranças.
Guarde apenas as lições aprendidas como em um caderno de criança.
Pois sua utilidade reduz sua vaidade, lhe amansa.
Porque agora tens o poder da confiança.
Ainda que recebas as piores heranças.
Que lhe trazem sentimentos desde suas próprias andanças.
Herdarás muitas letras para seu caderno que avança.
Pois a vida sempre segue com enorme pujança.
Onde ficou o amor?
Ah... Sim. Agora, sem dor.
Podes sentir seu aroma, cores, textura e sabor.
E assim como de um casulo alça voos ao infinito esplendor.
Posso até crer que nunca foste a cama.
Mas só isso não indica quem realmente ama.
Pode até ser doença, compulsividade, somente ânsia.
Por menor que o sinta não negue.
Isso implica que minta, que roube, que lese.
Não somente ao teu ser motivado por prazer.
Mas também ao dos outros que felizes desejam o ver.
Então deixe de lado velhas e tristes lembranças.
Guarde apenas as lições aprendidas como em um caderno de criança.
Pois sua utilidade reduz sua vaidade, lhe amansa.
Porque agora tens o poder da confiança.
Ainda que recebas as piores heranças.
Que lhe trazem sentimentos desde suas próprias andanças.
Herdarás muitas letras para seu caderno que avança.
Pois a vida sempre segue com enorme pujança.
Onde ficou o amor?
Ah... Sim. Agora, sem dor.
Podes sentir seu aroma, cores, textura e sabor.
E assim como de um casulo alça voos ao infinito esplendor.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Sofreguidão...
Sem rumo caminha.
Sem sono ardia.
Sem saída tinha.
Só o velho mundão.
E não tinha pressa.
Não tinha conversa.
E nem companhia.
Apenas solidão.
E já não sabia.
Se nome ele tinha.
Foi-se a identidade.
Foi-se a paixão.
Não mais nutria.
Pois já mais comia.
Da felicidade.
Pedaço de pão.
Só poeira vinha.
Sua visão ardia.
Cabeça explodia.
Já não via o chão.
Eis que em noite escura.
Sozinho na rua.
Sua alma nua.
Desprendeu-se então.
Sem sono ardia.
Sem saída tinha.
Só o velho mundão.
E não tinha pressa.
Não tinha conversa.
E nem companhia.
Apenas solidão.
E já não sabia.
Se nome ele tinha.
Foi-se a identidade.
Foi-se a paixão.
Não mais nutria.
Pois já mais comia.
Da felicidade.
Pedaço de pão.
Só poeira vinha.
Sua visão ardia.
Cabeça explodia.
Já não via o chão.
Eis que em noite escura.
Sozinho na rua.
Sua alma nua.
Desprendeu-se então.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Transcendental e tal...
Olhos vidrados.
Sem perder um suspiro da caça.
Sonhando acordado.
Suspirando, eu talvez eu seja a prenda.
Subastâncias agregadas.
Em súbita coragem.
Vou sob minhas primeiras pegadas.
Sigo adiante apurando a sondagem.
Suo, lateja cada vez mais as veias ao passar do sangue.
E percebo a resposta.
Seu olhar me banha, corresponde.
Mudo a direção e igualmente se comporta.
Desejo.
Deseja, joga os cabelos, dança em exagero.
Diretamente busco seu corpo num grande ensejo.
Espanta-se fingindo destempero.
E logo sorri.
Apresento-me ao ouvido.
Aceita o convite e dança ao despir.
A alma, seus gestos, o corpo desnudo.
Calor.
Suor torna juntos.
Os corpos a queimar em torpor.
E seguem insinuantes rotundos.
Não mais somente um corpo.
Só há um gerador de prazer mútuo.
O gozo alcança o topo.
Gritos, gemidos, sussurros ao silencio mudo.
Respiração.
Carinho ofegante.
Admiração.
Doação constante.
E num piscar de olhos.
A luz da lua ilumina a alcova.
Corpos nus entrelaçados, sorrisos singelos ditosos.
Relaxados pelo prazer, são inundas as almas corpos inertes sem que nenhum musculo masis os mova.
Sem perder um suspiro da caça.
Sonhando acordado.
Suspirando, eu talvez eu seja a prenda.
Subastâncias agregadas.
Em súbita coragem.
Vou sob minhas primeiras pegadas.
Sigo adiante apurando a sondagem.
Suo, lateja cada vez mais as veias ao passar do sangue.
E percebo a resposta.
Seu olhar me banha, corresponde.
Mudo a direção e igualmente se comporta.
Desejo.
Deseja, joga os cabelos, dança em exagero.
Diretamente busco seu corpo num grande ensejo.
Espanta-se fingindo destempero.
E logo sorri.
Apresento-me ao ouvido.
Aceita o convite e dança ao despir.
A alma, seus gestos, o corpo desnudo.
Calor.
Suor torna juntos.
Os corpos a queimar em torpor.
E seguem insinuantes rotundos.
Não mais somente um corpo.
Só há um gerador de prazer mútuo.
O gozo alcança o topo.
Gritos, gemidos, sussurros ao silencio mudo.
Respiração.
Carinho ofegante.
Admiração.
Doação constante.
E num piscar de olhos.
A luz da lua ilumina a alcova.
Corpos nus entrelaçados, sorrisos singelos ditosos.
Relaxados pelo prazer, são inundas as almas corpos inertes sem que nenhum musculo masis os mova.
Rumos...
Atalho que retarda...
Retorno exatamente.
Pressa que não não cessa.
Não sai de nossas mentes.
Perigo constantemente.
Jugular latejante.
Coração não para, latente.
Nada incomum, nada alardeante.
Quanto mais matéria depende.
O risco torna-se mais presente.
Quando nada se tem.
Não há o que temer, ser cobiçado por alguém.
Mas de matéria vivemos.
Somos muito mais.
Mas através dela nos movemos.
Mas para que ter muito mais?
Seria o equilíbrio a paz?
A "igualdade" e consciência as chaves para o amor?
Apenas a provação será capaz.
Pois se não for por amor há de aprendermos com a dor.
Retorno exatamente.
Pressa que não não cessa.
Não sai de nossas mentes.
Perigo constantemente.
Jugular latejante.
Coração não para, latente.
Nada incomum, nada alardeante.
Quanto mais matéria depende.
O risco torna-se mais presente.
Quando nada se tem.
Não há o que temer, ser cobiçado por alguém.
Mas de matéria vivemos.
Somos muito mais.
Mas através dela nos movemos.
Mas para que ter muito mais?
Seria o equilíbrio a paz?
A "igualdade" e consciência as chaves para o amor?
Apenas a provação será capaz.
Pois se não for por amor há de aprendermos com a dor.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Tempo.
O tempo não existe.
A percepção é que insiste.
Em tornar atos marcadores.
A mover os laços entre os andores.
Dimensão imensurável.
A memória a torna finita.
Mas termina quando o coração não mais palpita?
Uma dúvida inabalável.
Para muitos existe dor ao fim.
Para outros nela finda a dor.
É a vida a escolha enfim.
Mas o fim é intimidador.
O que há além?
De onde o início vem?
Ah a memória...
Ela é a dona desta história.
Que não terminou.
Nem sabemos quando começou.
A única certeza com os pés no chão.
É a eterna transformação.
A percepção é que insiste.
Em tornar atos marcadores.
A mover os laços entre os andores.
Dimensão imensurável.
A memória a torna finita.
Mas termina quando o coração não mais palpita?
Uma dúvida inabalável.
Para muitos existe dor ao fim.
Para outros nela finda a dor.
É a vida a escolha enfim.
Mas o fim é intimidador.
O que há além?
De onde o início vem?
Ah a memória...
Ela é a dona desta história.
Que não terminou.
Nem sabemos quando começou.
A única certeza com os pés no chão.
É a eterna transformação.
domingo, 2 de maio de 2010
Lembranças, sonhos e esperanças...
Saudades de você.
A vida se desenrola.
Como um rio de sua fonte nunca cessa de nascer.
Mas em meu rio nas margens pôde escrever.
Ora suaves, ora mais graves.
Sempre marcantes.
Inesquecíveis.
Encontraram o delta.
Tormentas terríveis.
Momentos difíceis.
E a água se disperçou.
Mas da fonte nunca esqueço, foi onde tudo começou.
Espero o calor.
Os ventos.
Desejo com louvor.
O evaporar em agum tempo.
E em nuvem desaguar.
Nossas águas devolta aos montes.
E quem sabe por caminhos errantes.
Novamente nos encontrar.
Voltando a existir somente uma corrente.
De límpida, transparente.
Agua, fruto de amor crescente.
Os caminhos, juntos a eternidade alcançar.
A vida se desenrola.
Como um rio de sua fonte nunca cessa de nascer.
Mas em meu rio nas margens pôde escrever.
Ora suaves, ora mais graves.
Sempre marcantes.
Inesquecíveis.
Encontraram o delta.
Tormentas terríveis.
Momentos difíceis.
E a água se disperçou.
Mas da fonte nunca esqueço, foi onde tudo começou.
Espero o calor.
Os ventos.
Desejo com louvor.
O evaporar em agum tempo.
E em nuvem desaguar.
Nossas águas devolta aos montes.
E quem sabe por caminhos errantes.
Novamente nos encontrar.
Voltando a existir somente uma corrente.
De límpida, transparente.
Agua, fruto de amor crescente.
Os caminhos, juntos a eternidade alcançar.
sábado, 1 de maio de 2010
Tormento.
Acelera o compasso.
O suor esfria a pele quente.
Cadeias neuronais borbulham na mente.
Acelera o compasso.
Alvéolos inflados.
Movimento.
Acelera o compasso.
Fluem plaquetas no encanamento.
Acelera o compasso.
Não se sente exausto.
A garganta um laço.
Acelera desgasto.
Diminui o compasso.
Lentes lentas dormentes.
Ar fluindo ao acaso.
Pensamentos dementes.
Suor frio nefasto.
Pegajoso um tormento.
Angústia forte sem passo.
Alvéolos vazios, sem vento.
Ânsia muda feroz.
És teu próprio algoz.
Vende tudo, vende a alma.
Não existe, não ama.
O suor esfria a pele quente.
Cadeias neuronais borbulham na mente.
Acelera o compasso.
Alvéolos inflados.
Movimento.
Acelera o compasso.
Fluem plaquetas no encanamento.
Acelera o compasso.
Não se sente exausto.
A garganta um laço.
Acelera desgasto.
Diminui o compasso.
Lentes lentas dormentes.
Ar fluindo ao acaso.
Pensamentos dementes.
Suor frio nefasto.
Pegajoso um tormento.
Angústia forte sem passo.
Alvéolos vazios, sem vento.
Ânsia muda feroz.
És teu próprio algoz.
Vende tudo, vende a alma.
Não existe, não ama.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
A natureza do prazer...
Por de trás da película.
Que oculta a luxúria.
Reina a loucura.
O prazer, alucinante euforía.
Da escuridão a claridade.
Onde não há luz há vaidade.
Do outro lado a curiosidade.
Sons guturais, gemidos animais.
De qual prazer alimenta?
O de assistir ou imaginar o ato que seja?
Ou atuar e suar.
Tornar-se apenas um, delirar?
Há de todos os gostos.
Todos os tipos.
Insano ou ditoso.
Mas há sempre algo gostoso.
E não me venha temer.
Ocultar seu pecar.
No mínimo um sonho, um fio de gozo.
Já tomou em seu ser, teu lugar.
Que oculta a luxúria.
Reina a loucura.
O prazer, alucinante euforía.
Da escuridão a claridade.
Onde não há luz há vaidade.
Do outro lado a curiosidade.
Sons guturais, gemidos animais.
De qual prazer alimenta?
O de assistir ou imaginar o ato que seja?
Ou atuar e suar.
Tornar-se apenas um, delirar?
Há de todos os gostos.
Todos os tipos.
Insano ou ditoso.
Mas há sempre algo gostoso.
E não me venha temer.
Ocultar seu pecar.
No mínimo um sonho, um fio de gozo.
Já tomou em seu ser, teu lugar.
Clarão!
Mais um mergulho.
Silêncio.
Fuga do orgulho.
Silencio.
Capas que acumulam.
Expandem desenfreadas.
As lágrimas que curam.
Que não foram choradas.
Mas é frágil o que represa.
Não se mede, se detecta.
Quando a represa inundará.
A alma agora quieta, dispersa.
É cauteloso respirar fundo.
A vertente de lágrimas trará dor.
Sufocrá o fugitivo em seu verdadeiro mundo.
Aquele, suspenso pelo torpor.
Agora é hora de decidir.
Chorará pelas dores represadas?
Exortará o pavor do que está por vir?
Ou seguirá seguindo cego, surdo, mudo,intátil,sem saborear as águas passadas?
Decida!
Descida!
Ascenda!
Acenda!
Silêncio.
Fuga do orgulho.
Silencio.
Capas que acumulam.
Expandem desenfreadas.
As lágrimas que curam.
Que não foram choradas.
Mas é frágil o que represa.
Não se mede, se detecta.
Quando a represa inundará.
A alma agora quieta, dispersa.
É cauteloso respirar fundo.
A vertente de lágrimas trará dor.
Sufocrá o fugitivo em seu verdadeiro mundo.
Aquele, suspenso pelo torpor.
Agora é hora de decidir.
Chorará pelas dores represadas?
Exortará o pavor do que está por vir?
Ou seguirá seguindo cego, surdo, mudo,intátil,sem saborear as águas passadas?
Decida!
Descida!
Ascenda!
Acenda!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Desejo.
Vento...
Arrasta o invisível.
Mas igualmente sensível.
Leva os pelos a arrepiar.
Segue a soprar.
Mas nem tudo carrega.
Nem pensamentos nem idéias.
Estes não se disolvem no ar.
Aqueles são matéria.
Sim, quase etérea.
Mas ainda matéria.
Tudo que é criado é delas originado.
Fantástico mundo anti-matéria.
Mas que idéia é essa?
É a que cria seu mundo.
Que molda tua vida, teu futuro.
Portanto crie sua realidade.
Use as tintas da vida, tão cantadas por Lígia.
Use cores e matizes.
Pois quem ama vigia.
E se deseja saborear o bem estar.
Se prefere fazer que esperar.
Prever a supor e suportar.
Viva como se o mais importante seja viver, sorrir, amar.
Arrasta o invisível.
Mas igualmente sensível.
Leva os pelos a arrepiar.
Segue a soprar.
Mas nem tudo carrega.
Nem pensamentos nem idéias.
Estes não se disolvem no ar.
Aqueles são matéria.
Sim, quase etérea.
Mas ainda matéria.
Tudo que é criado é delas originado.
Fantástico mundo anti-matéria.
Mas que idéia é essa?
É a que cria seu mundo.
Que molda tua vida, teu futuro.
Portanto crie sua realidade.
Use as tintas da vida, tão cantadas por Lígia.
Use cores e matizes.
Pois quem ama vigia.
E se deseja saborear o bem estar.
Se prefere fazer que esperar.
Prever a supor e suportar.
Viva como se o mais importante seja viver, sorrir, amar.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Caminho perverso.
Caos...
Ordenamento aleatório.
Profana sombra necessária.
Nivelamento expiatório.
Quando aquele existe.
A dualidade existe.
Torna viva a idéia contrária.
Ainda que esta seja uma idéia arbitrária.
Neste estado não há o bem nem mesmo o mal.
Somente existe vida ou morte.
Que não implica ser dual.
Pois que continua transformação é seu norte.
E após a dor.
Exaustivo frio ou calor.
O que resta ainda em torpor.
Consolida-se, seja como for.
Toma nova forma.
Nova auróra.
Renasce da presente morte.
Em forma de flor em forma de sorte.
Pois que nasce a ordem.
Suavemente sob as cinzas, suspira a vida.
Respira forte.
Ainda assustados não dormem.
E a dimensão temporal cobre os restos em seu véu.
Suavizando as formas.
As emoções os dogmas.
Lhes mostra que não há limite, lhe indica o céu.
E então voltemos a rotina.
Diversa, contínua.
Transformada, renovada.
A dor do ferrão transformou-se em doce mel.
Mas não esqueça de sua sina.
Pois que esta vida contínua, lhe apraz a limitação.
Leava ao esquecimento do infinito, do belo.
Cresce a cruel face do velho ego.
Portanto cuidado!
Como do caos a ordem.
Há o caminho inverso.
Da ordem ao caos, o caminho mais perverso.
Ordenamento aleatório.
Profana sombra necessária.
Nivelamento expiatório.
Quando aquele existe.
A dualidade existe.
Torna viva a idéia contrária.
Ainda que esta seja uma idéia arbitrária.
Neste estado não há o bem nem mesmo o mal.
Somente existe vida ou morte.
Que não implica ser dual.
Pois que continua transformação é seu norte.
E após a dor.
Exaustivo frio ou calor.
O que resta ainda em torpor.
Consolida-se, seja como for.
Toma nova forma.
Nova auróra.
Renasce da presente morte.
Em forma de flor em forma de sorte.
Pois que nasce a ordem.
Suavemente sob as cinzas, suspira a vida.
Respira forte.
Ainda assustados não dormem.
E a dimensão temporal cobre os restos em seu véu.
Suavizando as formas.
As emoções os dogmas.
Lhes mostra que não há limite, lhe indica o céu.
E então voltemos a rotina.
Diversa, contínua.
Transformada, renovada.
A dor do ferrão transformou-se em doce mel.
Mas não esqueça de sua sina.
Pois que esta vida contínua, lhe apraz a limitação.
Leava ao esquecimento do infinito, do belo.
Cresce a cruel face do velho ego.
Portanto cuidado!
Como do caos a ordem.
Há o caminho inverso.
Da ordem ao caos, o caminho mais perverso.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Sentir na pele.
Defina, defina!
Dê fino trato ao que elimina.
Alimente o torpor que esconde.
Que lhe leva a fuga, mas prá onde?
Passam os dias.
O tempo é dimensão relativa.
Infinita é a espera.
Para aquele que se desespera...
Nada mais vale.
Somente a inércia.
Nada se sabe.
Somente da cegueira a delícia.
Mas até quando?
Nada é infinito.
Nem a dor, nem o encanto.
Nem o que foi feito, nem o que foi dito.
E assim segue a dúvida.
Até quando?
Enquanto anestesiado adquire grande dívida.
E há de pagar sem desconto...
Não esqueça.
Tente ter paz de espírito.
Antes que aconteça.
Desastroso despertar, da loucura deste conflito.
Dê fino trato ao que elimina.
Alimente o torpor que esconde.
Que lhe leva a fuga, mas prá onde?
Passam os dias.
O tempo é dimensão relativa.
Infinita é a espera.
Para aquele que se desespera...
Nada mais vale.
Somente a inércia.
Nada se sabe.
Somente da cegueira a delícia.
Mas até quando?
Nada é infinito.
Nem a dor, nem o encanto.
Nem o que foi feito, nem o que foi dito.
E assim segue a dúvida.
Até quando?
Enquanto anestesiado adquire grande dívida.
E há de pagar sem desconto...
Não esqueça.
Tente ter paz de espírito.
Antes que aconteça.
Desastroso despertar, da loucura deste conflito.
Espelho...
Quem é aquele?
Que faz aqui?
Veste-se mal.
Ninca o vi.
Faço de conta que não o vejo.
Ignorar é a pior agressão.
Pode chamar, gritar, o que for.
Não dou a mínima atenção.
E continuo a "não enxergar".
Faço questão de seguir e seguir.
Sem que ele faça qualquer coisa para me atrapalhar.
E percebo que a vontade dele é interferir.
Pobre coitado...
Fica lá, atolado.
Quer atenção a todo custo.
Mas por mim é que não será notado!
Ainda assim me pergunto...
Que ele é?
E caio em vazio absoluto...
Reflexo do espelho é...
Que faz aqui?
Veste-se mal.
Ninca o vi.
Faço de conta que não o vejo.
Ignorar é a pior agressão.
Pode chamar, gritar, o que for.
Não dou a mínima atenção.
E continuo a "não enxergar".
Faço questão de seguir e seguir.
Sem que ele faça qualquer coisa para me atrapalhar.
E percebo que a vontade dele é interferir.
Pobre coitado...
Fica lá, atolado.
Quer atenção a todo custo.
Mas por mim é que não será notado!
Ainda assim me pergunto...
Que ele é?
E caio em vazio absoluto...
Reflexo do espelho é...
O muro.
Risco...
Rabisco...
Projeto.
Mas desisto...
Qual é o risco de tentar?
Que se perde se falhar?
Que se ganha ao notar.
Notar o que falhou, e tentar novamente acertar!
Afinal, olhos abertos riscos incertos.
Possibilidades infinitas.
"Casualidades" esquisitas...
Há sempre risco.
Vale a pena sentar?
Ficar vendo o mundo girar?
Esperar a chuva passar?
Ou correr feliz sob as gotas a molhar?
Conquistas são antônimas as derrotas.
Se uma não existe, a outra tampouco...
Portanto se o passado já passou.
O futuro não existe.
Não exite!
Crie seu presente.
Presenteie seu futuro.
Saia de cima deste muro!
Rabisco...
Projeto.
Mas desisto...
Qual é o risco de tentar?
Que se perde se falhar?
Que se ganha ao notar.
Notar o que falhou, e tentar novamente acertar!
Afinal, olhos abertos riscos incertos.
Possibilidades infinitas.
"Casualidades" esquisitas...
Há sempre risco.
Vale a pena sentar?
Ficar vendo o mundo girar?
Esperar a chuva passar?
Ou correr feliz sob as gotas a molhar?
Conquistas são antônimas as derrotas.
Se uma não existe, a outra tampouco...
Portanto se o passado já passou.
O futuro não existe.
Não exite!
Crie seu presente.
Presenteie seu futuro.
Saia de cima deste muro!
domingo, 25 de abril de 2010
Caminho...
Não encontra sua face.
Sofre de amargura.
Apenas enxerga o disfarce.
Mas a tristeza não perdura.
Foge de si.
Deixa o mais importante para trás.
Acorda, e pensa: - Adormeci?
- Sou o mais importante, o meu eu não se desfaz.
Segue o rumo.
Busca sua identidade solitário.
Por este mundo.
Alimenta a alma de um ou outro solidário.
Não dói mais o estômago.
O coração sofre de saudade.
Mas mantém acesa em seu âmago.
Aquela busca, uma necessidade.
Onde chegará?
Desganstando-se a cada passo.
Até quando seu envólucro corporal suportará?
Encontrando sua alma, lança sua sorte ao acaso
Sofre de amargura.
Apenas enxerga o disfarce.
Mas a tristeza não perdura.
Foge de si.
Deixa o mais importante para trás.
Acorda, e pensa: - Adormeci?
- Sou o mais importante, o meu eu não se desfaz.
Segue o rumo.
Busca sua identidade solitário.
Por este mundo.
Alimenta a alma de um ou outro solidário.
Não dói mais o estômago.
O coração sofre de saudade.
Mas mantém acesa em seu âmago.
Aquela busca, uma necessidade.
Onde chegará?
Desganstando-se a cada passo.
Até quando seu envólucro corporal suportará?
Encontrando sua alma, lança sua sorte ao acaso
Consumo?
Se eu tenho demais.
Alguém terá de menos.
Se este for capaz.
Cobiçará ao menos.
Para que ter além do necessário?
Para trabalhar somente para pagar?
E seu bem estar?
Não está...
Tendências ditatoriais.
Modismos irracionais.
Eles conseguiram prosperar.
Vender o que não precisamos comprar.
Status?
Poder?
Personalizado?
Aparecer?
Mas o que há lá dentro?
Será que está tranquilo?
Será que vive de cálculos?
Com medo, com pessimismo?
Não sei.
Só sabe quem o vive.
Sobrevive quiz dizer.
Pois que o tempo é precioso.
Não há valor que pague este prazer.
Reunir-se com amigos.
Sem ter hora para ir embora.
É uma grande falta...
Pois lá está ele.
Em jornada extra.
Exausto, raciocínio de uma besta.
Para pagar o que não há tempo de usar...
Alguém terá de menos.
Se este for capaz.
Cobiçará ao menos.
Para que ter além do necessário?
Para trabalhar somente para pagar?
E seu bem estar?
Não está...
Tendências ditatoriais.
Modismos irracionais.
Eles conseguiram prosperar.
Vender o que não precisamos comprar.
Status?
Poder?
Personalizado?
Aparecer?
Mas o que há lá dentro?
Será que está tranquilo?
Será que vive de cálculos?
Com medo, com pessimismo?
Não sei.
Só sabe quem o vive.
Sobrevive quiz dizer.
Pois que o tempo é precioso.
Não há valor que pague este prazer.
Reunir-se com amigos.
Sem ter hora para ir embora.
É uma grande falta...
Pois lá está ele.
Em jornada extra.
Exausto, raciocínio de uma besta.
Para pagar o que não há tempo de usar...
Eternidade.
Aguda...
Pontiaguda de furar.
Lâmina limpa.
Punho virgem.
Fecha o ciclo.
Abre o circo.
No afâ de renovar.
Reina o medo de falhar.
Mas se encontra um apoio.
Ainda que seja medonho.
Há de ir.
Há de enfrentar.
Pois da inquietude da alma.
Da eternidade temporal.
Nunca irá escapar.
Ainda que o mundo siga girando'há sempre alguém a te esperar.
Então desça do banquinho.
Afrouxe o nó.
Caminhe de mansinho.
Para dentro, seguro e só.
Pense nisso.
Viva isso.
Nada existe.
Apenas quilo que não podemos alcançar.
Pontiaguda de furar.
Lâmina limpa.
Punho virgem.
Fecha o ciclo.
Abre o circo.
No afâ de renovar.
Reina o medo de falhar.
Mas se encontra um apoio.
Ainda que seja medonho.
Há de ir.
Há de enfrentar.
Pois da inquietude da alma.
Da eternidade temporal.
Nunca irá escapar.
Ainda que o mundo siga girando'há sempre alguém a te esperar.
Então desça do banquinho.
Afrouxe o nó.
Caminhe de mansinho.
Para dentro, seguro e só.
Pense nisso.
Viva isso.
Nada existe.
Apenas quilo que não podemos alcançar.
sábado, 24 de abril de 2010
...
"Nostalgia dramática.
Lembranças devastadoras.
Teimosia pragmática...
Quantas vezes, quantas horas?
Não piso mais naquele chão.
Não como mais daquele prato.
Porque este flagelo então?
Engula seco seu pranto.
Levante a cabeça.
Deveria estar acima do coração.
Quem sabe ao lado...
Sei não..."
Lembranças devastadoras.
Teimosia pragmática...
Quantas vezes, quantas horas?
Não piso mais naquele chão.
Não como mais daquele prato.
Porque este flagelo então?
Engula seco seu pranto.
Levante a cabeça.
Deveria estar acima do coração.
Quem sabe ao lado...
Sei não..."
quarta-feira, 31 de março de 2010
Estanque.
Zunindo no ouvido nem consigo sentir.
Instante.
Ecos de gemidos, gritos a ouvir.
Luz que ofusca.
Aquece o rosto.
Daquele que busca.
Do sangue o gosto.
Peso.
Não existe.
Medo.
Não insiste!
A matéria acabou.
Turbilhão de pensamento.
Do chão os pés escapou.
Rasga como vento.
Confusão de tudo no nada do abismo profundo.
Rodopios embriagantes.
Te lança ao submundo.
Humor inconstante.
De onde veio?
Para onde há de ir?
Questão sem rodeio.
Ao infinito é lançada sem resposta a partir.
Zunindo no ouvido nem consigo sentir.
Instante.
Ecos de gemidos, gritos a ouvir.
Luz que ofusca.
Aquece o rosto.
Daquele que busca.
Do sangue o gosto.
Peso.
Não existe.
Medo.
Não insiste!
A matéria acabou.
Turbilhão de pensamento.
Do chão os pés escapou.
Rasga como vento.
Confusão de tudo no nada do abismo profundo.
Rodopios embriagantes.
Te lança ao submundo.
Humor inconstante.
De onde veio?
Para onde há de ir?
Questão sem rodeio.
Ao infinito é lançada sem resposta a partir.
terça-feira, 30 de março de 2010
Passado... Novamente o passado...
Presente amargo.
Fruto de insensatez do passado.
Há de ser sempre recordado.
Ao longe, ao futuro agora imaginado.
Pode ser que me engane.
Caso meu filho proclame.
Liberdade da ignorância infame.
Daquela que incita o vexame.
O que é mais importante?
Teu orgulho arrogante?
Ou o bem estar do infante?
Não responda, não quero ouvir mentira tão discrepante.
Em que realidade vives?
És reativa, somente sobrevives?
Não aguento que tu realmente prives.
Teu primogênito por teus breves declives.
Tenho asco de tu mulher...
Que por babaquice qualquer.
A esta dádiva contrariamente dispuser.
És um monstro, és qualquer...
Muito além de ser arredia.
É possuidora de tamanha covardia.
Mas que colherás ainda que tardia.
Os frutos de tamanha ousadia.
Pois teu egoísmo não lhe levará a lugar algum.
Seguirá junto ao rastro de vida comum.
Do amor o jejum.
Não a tolero de jeito nenhum.
Insana...
És somente mais uma fulana.
Uma mente desumana.
Irascível, terrível tirana.
Fruto de insensatez do passado.
Há de ser sempre recordado.
Ao longe, ao futuro agora imaginado.
Pode ser que me engane.
Caso meu filho proclame.
Liberdade da ignorância infame.
Daquela que incita o vexame.
O que é mais importante?
Teu orgulho arrogante?
Ou o bem estar do infante?
Não responda, não quero ouvir mentira tão discrepante.
Em que realidade vives?
És reativa, somente sobrevives?
Não aguento que tu realmente prives.
Teu primogênito por teus breves declives.
Tenho asco de tu mulher...
Que por babaquice qualquer.
A esta dádiva contrariamente dispuser.
És um monstro, és qualquer...
Muito além de ser arredia.
É possuidora de tamanha covardia.
Mas que colherás ainda que tardia.
Os frutos de tamanha ousadia.
Pois teu egoísmo não lhe levará a lugar algum.
Seguirá junto ao rastro de vida comum.
Do amor o jejum.
Não a tolero de jeito nenhum.
Insana...
És somente mais uma fulana.
Uma mente desumana.
Irascível, terrível tirana.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Só...
Expert dos prazeres.
Decrepito da alma.
Dos sentidos esvazia.
Do que a essência mais clama.
Já não serve para nada.
És estátua.
És morto.
És árido, deserto sem água.
Já não és mais jovial.
A tristeza consumiu.
Fraqueza a parte.
Este foi seu mal.
Já não és capaz de amar.
Pois se não fazes a si mesmo.
Serás vazio a doar.
Errático a fixar.
Já não és filho nem pai.
Rebaixastes ao pó.
A si mesmo tanto trai.
Se sabota sem dó.
Amigos sempre amigos.
Estes serão sempre lembrados.
Em teu coração guardado.
Independente de hierarquia, sangue, credo, cor.
Sinto muito por ti.
Lançarte-a ao fogo de tuas próprias paixões.
Ao lascinante breu de teus próprios medos.
Dependendo de milhões de perdões.
E de quem mais é difícil obter.
De ti mesmo.
Para ti mesmo.
Estás só.
Decrepito da alma.
Dos sentidos esvazia.
Do que a essência mais clama.
Já não serve para nada.
És estátua.
És morto.
És árido, deserto sem água.
Já não és mais jovial.
A tristeza consumiu.
Fraqueza a parte.
Este foi seu mal.
Já não és capaz de amar.
Pois se não fazes a si mesmo.
Serás vazio a doar.
Errático a fixar.
Já não és filho nem pai.
Rebaixastes ao pó.
A si mesmo tanto trai.
Se sabota sem dó.
Amigos sempre amigos.
Estes serão sempre lembrados.
Em teu coração guardado.
Independente de hierarquia, sangue, credo, cor.
Sinto muito por ti.
Lançarte-a ao fogo de tuas próprias paixões.
Ao lascinante breu de teus próprios medos.
Dependendo de milhões de perdões.
E de quem mais é difícil obter.
De ti mesmo.
Para ti mesmo.
Estás só.
sábado, 13 de março de 2010
Suspensas por partículas.
Seguem singelas formas de vida.
Somente a gravidade forma o conjunto.
Unindo uma a uma de maneira divina.
Qualquer que seja o tamanho.
A cor, textura, seja lá qual for a característica.
Sempre é divindade.
É vida arquitetada, é energia transformada.
Seguem singelas formas de vida.
Somente a gravidade forma o conjunto.
Unindo uma a uma de maneira divina.
Qualquer que seja o tamanho.
A cor, textura, seja lá qual for a característica.
Sempre é divindade.
É vida arquitetada, é energia transformada.
Ainda que seja segregado pelo humano em diversos reinos, há apenas um.
Tudo é vida, ou foi ou será um dia.
O tempo, que é o tempo?
Não temos conhecimento desta variável.
Hemos de viver em harmonia enquanto abrigados por nosso templo.
Templo desta dimensão, desta viagem,
sexta-feira, 12 de março de 2010
Lacrimosa...
Penumbra branca.
Nostalgia a sufocar.
Por pensamentos, lembranças, segue sempre a caminhar.
Canta! Canta! Pois os males espanta!
Mas garganta apertada, coração disparado o impede de cantar.
Gosto amargo escorre lembrando doces memórias de tempos que não voltam mais...
Ai se ele aceitasse que é "imagem e semelhança"!
Com toda certeza esta triste lembrança não existisse atrás.
Segue anestesiado, com andar pertrbado de tamanho peso carregar.
Está distorcendo a matéria ignorando sua excência etérea que tudo é capaz suportar.
Porque esquece? Porque não lembra? Porque não sabe?
Talvez são muitos sentidos estiguindo a sua natural capacidade de meditar.
Mas ele ainda alcança, com um pouco mais de confiança.
Entre ciclos há de elevar.
É livre arbítrio, é direito comoo particula do cosmos.
Só há de querer, desejar.
Nostalgia a sufocar.
Por pensamentos, lembranças, segue sempre a caminhar.
Canta! Canta! Pois os males espanta!
Mas garganta apertada, coração disparado o impede de cantar.
Gosto amargo escorre lembrando doces memórias de tempos que não voltam mais...
Ai se ele aceitasse que é "imagem e semelhança"!
Com toda certeza esta triste lembrança não existisse atrás.
Segue anestesiado, com andar pertrbado de tamanho peso carregar.
Está distorcendo a matéria ignorando sua excência etérea que tudo é capaz suportar.
Porque esquece? Porque não lembra? Porque não sabe?
Talvez são muitos sentidos estiguindo a sua natural capacidade de meditar.
Mas ele ainda alcança, com um pouco mais de confiança.
Entre ciclos há de elevar.
É livre arbítrio, é direito comoo particula do cosmos.
Só há de querer, desejar.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Deus.
Tenho tudo que preciso para ser.
Temos tudo o que é necessário para vencer.
A vitória é a expansão da consciência cósmica além dos muros do materialismo e da razão.
Abarcando as crianças de todas as idades.
Seres que acreditam no poder de sua imaginação.
Que não enxergam obstáculos.
Simplesmente criam livres.
Cultivando o amor ao próximo.
Pois assim está amando a si mesmo.
Conhecendo a si mesmo.
Compartilhando a si mesmo com os demais.
E recebendo doações de todas as partes.
Formando uma inimaginável rede de material sutil.
Poderoso mas mais leve que o ar.
Uno.
Tudo.
Deus.
Temos tudo o que é necessário para vencer.
A vitória é a expansão da consciência cósmica além dos muros do materialismo e da razão.
Abarcando as crianças de todas as idades.
Seres que acreditam no poder de sua imaginação.
Que não enxergam obstáculos.
Simplesmente criam livres.
Cultivando o amor ao próximo.
Pois assim está amando a si mesmo.
Conhecendo a si mesmo.
Compartilhando a si mesmo com os demais.
E recebendo doações de todas as partes.
Formando uma inimaginável rede de material sutil.
Poderoso mas mais leve que o ar.
Uno.
Tudo.
Deus.
sábado, 6 de março de 2010
Introspecção.
Tudo é construído a partir da mínima parte.
A concentração de mínimas partes sob diversas arquiteturas nos traz a diversidade.
E qual é a mínima partícula?
Qual é o todo?
A ciência humana segue a buscar respostas conclusivas.
Portanto, aquilo que está além do conclusivo alcance de nada vale...
Nós seres humanos precisamos de humildade.
Humanidade de não negar uma possibilidade, mas assumir a incapacidade de confirmá-la.
Relegamos o passado.
Relemos literalmente textos e idéias complexas e tão simples.
Não somos gratos por nossos antepassados.
Queremos o reconhecimento do poder de ser o dono da verdade.
Até que ponto seguiremos neste caminho soberbo?
Quando reconheceremos que ainda nada sabemos?
Que aqueles "filósofos" eram os pais da ciência moderna?
Quando?
Teremos tempo para reagir?
Há tempo de recuperarmos nossa excência humana, humilde?
Sempre há tempo.
Pois este nunca para.
A concentração de mínimas partes sob diversas arquiteturas nos traz a diversidade.
E qual é a mínima partícula?
Qual é o todo?
A ciência humana segue a buscar respostas conclusivas.
Portanto, aquilo que está além do conclusivo alcance de nada vale...
Nós seres humanos precisamos de humildade.
Humanidade de não negar uma possibilidade, mas assumir a incapacidade de confirmá-la.
Relegamos o passado.
Relemos literalmente textos e idéias complexas e tão simples.
Não somos gratos por nossos antepassados.
Queremos o reconhecimento do poder de ser o dono da verdade.
Até que ponto seguiremos neste caminho soberbo?
Quando reconheceremos que ainda nada sabemos?
Que aqueles "filósofos" eram os pais da ciência moderna?
Quando?
Teremos tempo para reagir?
Há tempo de recuperarmos nossa excência humana, humilde?
Sempre há tempo.
Pois este nunca para.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Fucking madness...
Like a fortress.
Keep on, keep knocking on my fucking head...
Keep bleeding this
Bullshit heart.
Why i need to play these game?
Why these fucking game?
I am a error, an abomination.
The live is just for the powerfull and im not one.
Each step is a question.
And each question is a torment.
The best what i did is the worst what i have.
There isn't explanation, there is no sense...
I need to change all.
I need to fuck it all!
And don't have pain.
Dont have sorrow.
The life is hard my son.
Unfortunately you'll need to learn it.
Maybe by the worst way.
But i won't to lie for you.
Like a fortress.
Keep on, keep knocking on my fucking head...
Keep bleeding this
Bullshit heart.
Why i need to play these game?
Why these fucking game?
I am a error, an abomination.
The live is just for the powerfull and im not one.
Each step is a question.
And each question is a torment.
The best what i did is the worst what i have.
There isn't explanation, there is no sense...
I need to change all.
I need to fuck it all!
And don't have pain.
Dont have sorrow.
The life is hard my son.
Unfortunately you'll need to learn it.
Maybe by the worst way.
But i won't to lie for you.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
No matter where you are!
It is not easy to bear.
But it is necessary.
It is not easy to bear.
But it takes.
If there is cold there, here is hot.
If there is snowing there, here there rain.
We can not escape.
We have our roots, to love children.
But the desire to find!
Our bodies to unite.
For the souls vibrate at communion.
They are already united in dreams, emotion.
I'll check.
No matter what.
I'll cross the ocean.
I will follow the wind to fly.
I think your charm.
My eyes on you admire.
And with my passion, your spell.
My heart speeds up the beat.
You are my love.
With all its splendor.
As in a dream maravolhoso.
Finally I am close to you.
But it is necessary.
It is not easy to bear.
But it takes.
If there is cold there, here is hot.
If there is snowing there, here there rain.
We can not escape.
We have our roots, to love children.
But the desire to find!
Our bodies to unite.
For the souls vibrate at communion.
They are already united in dreams, emotion.
I'll check.
No matter what.
I'll cross the ocean.
I will follow the wind to fly.
I think your charm.
My eyes on you admire.
And with my passion, your spell.
My heart speeds up the beat.
You are my love.
With all its splendor.
As in a dream maravolhoso.
Finally I am close to you.
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