Olhos vidrados.
Sem perder um suspiro da caça.
Sonhando acordado.
Suspirando, eu talvez eu seja a prenda.
Subastâncias agregadas.
Em súbita coragem.
Vou sob minhas primeiras pegadas.
Sigo adiante apurando a sondagem.
Suo, lateja cada vez mais as veias ao passar do sangue.
E percebo a resposta.
Seu olhar me banha, corresponde.
Mudo a direção e igualmente se comporta.
Desejo.
Deseja, joga os cabelos, dança em exagero.
Diretamente busco seu corpo num grande ensejo.
Espanta-se fingindo destempero.
E logo sorri.
Apresento-me ao ouvido.
Aceita o convite e dança ao despir.
A alma, seus gestos, o corpo desnudo.
Calor.
Suor torna juntos.
Os corpos a queimar em torpor.
E seguem insinuantes rotundos.
Não mais somente um corpo.
Só há um gerador de prazer mútuo.
O gozo alcança o topo.
Gritos, gemidos, sussurros ao silencio mudo.
Respiração.
Carinho ofegante.
Admiração.
Doação constante.
E num piscar de olhos.
A luz da lua ilumina a alcova.
Corpos nus entrelaçados, sorrisos singelos ditosos.
Relaxados pelo prazer, são inundas as almas corpos inertes sem que nenhum musculo masis os mova.
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