O tempo não existe.
A percepção é que insiste.
Em tornar atos marcadores.
A mover os laços entre os andores.
Dimensão imensurável.
A memória a torna finita.
Mas termina quando o coração não mais palpita?
Uma dúvida inabalável.
Para muitos existe dor ao fim.
Para outros nela finda a dor.
É a vida a escolha enfim.
Mas o fim é intimidador.
O que há além?
De onde o início vem?
Ah a memória...
Ela é a dona desta história.
Que não terminou.
Nem sabemos quando começou.
A única certeza com os pés no chão.
É a eterna transformação.
terça-feira, 4 de maio de 2010
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