Despertar.
Muito mais que respirar.
Além da retina iluminar.
Ou a inércia findar.
Mais que observar.
Absorver.
Caminhar.
Correr.
Além de ter consciência de ser.
Habilidade de construir.
Destruir.
Nutrir prazer.
Talvez somente ao introduzir o sentir.
Observar o seu próprio ser.
O inimaginável se permitir.
Se conhecer.
Sería este o despertar?
Crer em ti assim como imagem e semelhança a inteligência suprema?
E desta forma ser livre para reformular o próprio interior, recomeçar.
Talvez a busca além de si seja seu freio, seu verdadeiro problema.
sábado, 15 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Em busca do eu.
Sou rico de sentimentos.
Escravo de resentimentos.
Feliz por ser livre na imensidão.
Triste pelos elos que criei no passado e neste presente me atam ao chão.
Sería egoísta usar da imensa liberdade.
Covardia deixar para tras os que cativei, aqueles a quem tenho gratidão.
É plenamente óbvia a minha responsabilidade.
É ditosa diante do futuro, dimensão em imensidão.
Desejava andar sem rumo.
Atravessar florestas, riachos, saltar muros.
Viver somente o eu e assim retomar o prumo.
Mas a vida segue, e a realidade retoma o comando aos murros.
Mas não desisto.
Ainda hei de ser somente eu, de ouvir somente a minha voz, pensar somente meus pensamentos.
Eu insisto!
Posso desejar uma fuga, mas não será este o principal dos argumentos?
Sim!
Absorver a vida sem interferências!
Lutar sem ter ajuda, buscar minha força enfim!
Conhecer a mim mesmo através do mundo, das experiências!
Por enquanto visto meu arreio.
Sigo como a multidão.
Sem devaneio.
Pois um dia me encontrarei e nem as mais fortes forças me aplacarão.
Escravo de resentimentos.
Feliz por ser livre na imensidão.
Triste pelos elos que criei no passado e neste presente me atam ao chão.
Sería egoísta usar da imensa liberdade.
Covardia deixar para tras os que cativei, aqueles a quem tenho gratidão.
É plenamente óbvia a minha responsabilidade.
É ditosa diante do futuro, dimensão em imensidão.
Desejava andar sem rumo.
Atravessar florestas, riachos, saltar muros.
Viver somente o eu e assim retomar o prumo.
Mas a vida segue, e a realidade retoma o comando aos murros.
Mas não desisto.
Ainda hei de ser somente eu, de ouvir somente a minha voz, pensar somente meus pensamentos.
Eu insisto!
Posso desejar uma fuga, mas não será este o principal dos argumentos?
Sim!
Absorver a vida sem interferências!
Lutar sem ter ajuda, buscar minha força enfim!
Conhecer a mim mesmo através do mundo, das experiências!
Por enquanto visto meu arreio.
Sigo como a multidão.
Sem devaneio.
Pois um dia me encontrarei e nem as mais fortes forças me aplacarão.
Mulher de verdade.
Doce ingenuidade.
Característica daquela idade.
Crente em sonhos plantados, em poder personificado.
Valor que a paixão que cega, amplia e perde o controle como corcel indomável.
Maravilhosa realidade.
Tristemente não compartilhada, leva ao chão o sonho de felicidade.
Parentes em sangue, companheiro amante, negam e calam diante de feliz possibilidade.
Viram-se, somem, anulam os sonhos a paixão, inundam a menina de incredulidade.
Mas forte, tirada prematuramente de seguro casulo.
Luta encontrando o amor livre, amor sem sangue, apoio seguro.
Diante de enormes dificuldades, crê e faz do sinuoso caminho próspera realidade.
Dos recônditos das Minas eleva-se linda borboleta mostrando suas cores e beleza na grande, na maior cidade.
Agora menina-mulher.
Bela, inteligente, forte além do diamante sequer.
Alcança vida laboriosa de honra, de luta, de glória.
Certamente houve momentos difíceis, mas passaram como no templo a oratória.
Assim é linda menina-mulher!
Aquela que é mulher de verdade!
Quem agradeço por encontrar neste caminho qualquer.
E que ensina o valor da fé, da humildade.
Característica daquela idade.
Crente em sonhos plantados, em poder personificado.
Valor que a paixão que cega, amplia e perde o controle como corcel indomável.
Maravilhosa realidade.
Tristemente não compartilhada, leva ao chão o sonho de felicidade.
Parentes em sangue, companheiro amante, negam e calam diante de feliz possibilidade.
Viram-se, somem, anulam os sonhos a paixão, inundam a menina de incredulidade.
Mas forte, tirada prematuramente de seguro casulo.
Luta encontrando o amor livre, amor sem sangue, apoio seguro.
Diante de enormes dificuldades, crê e faz do sinuoso caminho próspera realidade.
Dos recônditos das Minas eleva-se linda borboleta mostrando suas cores e beleza na grande, na maior cidade.
Agora menina-mulher.
Bela, inteligente, forte além do diamante sequer.
Alcança vida laboriosa de honra, de luta, de glória.
Certamente houve momentos difíceis, mas passaram como no templo a oratória.
Assim é linda menina-mulher!
Aquela que é mulher de verdade!
Quem agradeço por encontrar neste caminho qualquer.
E que ensina o valor da fé, da humildade.
É preciso...
É preciso chorar...
Arrancar do peito a amargura, a dor de não ser capaz de amar.
As lágrimas limpam alma, libertam a chama que arde.
Nunca é tarde, nunca é tarde...
É preciso crer...
Em um dia poder amar a si mesmo.
Ser celeiro de tão doce poder.
Amar além de si, o próximo.
É preciso emanar...
O doce sabor do sonhar.
Devaneios de paz interior a exteriorizar.
De beleza seus olhos permitir não somente ver mas sentir, enxergar.
É preciso colorir...
As cores desde o amanhecer ao por do sol.
Permitir abrir os olhos e a luz trazer nuances a sorrir.
E aquelas cores a preencher cada recândito do ser em um só.
E assim segue a vida, os sonhos, o tempo...
A história de cada indivíduo componente do todo, do ser supremo.
Portanto que venham os anos, os fatos, os atos de penitência.
É preciso paciência...
Arrancar do peito a amargura, a dor de não ser capaz de amar.
As lágrimas limpam alma, libertam a chama que arde.
Nunca é tarde, nunca é tarde...
É preciso crer...
Em um dia poder amar a si mesmo.
Ser celeiro de tão doce poder.
Amar além de si, o próximo.
É preciso emanar...
O doce sabor do sonhar.
Devaneios de paz interior a exteriorizar.
De beleza seus olhos permitir não somente ver mas sentir, enxergar.
É preciso colorir...
As cores desde o amanhecer ao por do sol.
Permitir abrir os olhos e a luz trazer nuances a sorrir.
E aquelas cores a preencher cada recândito do ser em um só.
E assim segue a vida, os sonhos, o tempo...
A história de cada indivíduo componente do todo, do ser supremo.
Portanto que venham os anos, os fatos, os atos de penitência.
É preciso paciência...
Avante.
Mundo veloz, paradoxal...
Do que vale a tecnologia se ainda dependemos do falho reino animal.
Será sempre primordial.
Mas por que não se valorizar, ser melhor, ir além do padrão normal?
Não...
Devaneio de um louco utópico.
Cão...
Um bebê com discurso filosófico...
Quero gritar!
Começar por mim!
Há que mudar!
Esquecer a limitação, pois apenas nós mesmos podemos dar cabo, dar fim!
Desde o acordar.
Refletir positivamente sobre o dia.
Criar em pensamento um mundo melhor, mundo a despertar.
Pois é daí que tudo inicia.
Exercer o poder de ser melhor.
Ao caminhar, questionar, ajudar, ao próximo amar.
Será a construção de realidade viva, cadaum torna-se um só.
Replicar o amor, sem dor, somente através das ondas do exemplo neste vasto mar.
E assim, ao deitar.
Poder ousar sonhar.
Em um mundo mais ameno, desde o grande ao pequeno.
Não ter de tão alto saltar, pois estaremos todos sob o mesmo teto, estaremos todos ao bem comum buscar.
Do que vale a tecnologia se ainda dependemos do falho reino animal.
Será sempre primordial.
Mas por que não se valorizar, ser melhor, ir além do padrão normal?
Não...
Devaneio de um louco utópico.
Cão...
Um bebê com discurso filosófico...
Quero gritar!
Começar por mim!
Há que mudar!
Esquecer a limitação, pois apenas nós mesmos podemos dar cabo, dar fim!
Desde o acordar.
Refletir positivamente sobre o dia.
Criar em pensamento um mundo melhor, mundo a despertar.
Pois é daí que tudo inicia.
Exercer o poder de ser melhor.
Ao caminhar, questionar, ajudar, ao próximo amar.
Será a construção de realidade viva, cadaum torna-se um só.
Replicar o amor, sem dor, somente através das ondas do exemplo neste vasto mar.
E assim, ao deitar.
Poder ousar sonhar.
Em um mundo mais ameno, desde o grande ao pequeno.
Não ter de tão alto saltar, pois estaremos todos sob o mesmo teto, estaremos todos ao bem comum buscar.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Retrato.
Senssível sou.
Mas pra onde vou.
Da felicidade a dor.
Sinto plenamente, vivo o calor.
Pode ser aconchegante.
As vezes a alma queima em pranto.
Mas não há como não ser eu mesmo, como não ser insignificante.
Minha noção de ser por muitas vezes me traz imenso espanto.
Pois como ninguém é, igual a outro nunca haverei de ser.
Mas destôo dos padrões do mundo.
Nem por isso deixo de ser mundano, deixo de ter prazer.
Mas por momentos vivo o que não é minha vida, me sinto imundo.
Culpo meu ser pelo que fui ou por que deixei de ser.
Me preocupo com o porvir, com o que há de suceder...
Não quero ser vítima de minha própria atemporalidade, do presente fazer questão de esquecer.
Pois é o que me torna frágil, culpado a adoecer.
Preciso do torpor do mundo para neste momento me estabelecer.
Incisto em errar profundo, do futuro criar desde hoje e do passado somente aprender.
Este sou eu, confuso, obtuso, viajante sem crer em mim, neste poderoso instante.
E portanto enquanto não tomar esta força em mãos, no presente construir, me estabelecer, continuarei sofrendo ao tempo, e como ser errante permanecer a sobreviver.
Mas pra onde vou.
Da felicidade a dor.
Sinto plenamente, vivo o calor.
Pode ser aconchegante.
As vezes a alma queima em pranto.
Mas não há como não ser eu mesmo, como não ser insignificante.
Minha noção de ser por muitas vezes me traz imenso espanto.
Pois como ninguém é, igual a outro nunca haverei de ser.
Mas destôo dos padrões do mundo.
Nem por isso deixo de ser mundano, deixo de ter prazer.
Mas por momentos vivo o que não é minha vida, me sinto imundo.
Culpo meu ser pelo que fui ou por que deixei de ser.
Me preocupo com o porvir, com o que há de suceder...
Não quero ser vítima de minha própria atemporalidade, do presente fazer questão de esquecer.
Pois é o que me torna frágil, culpado a adoecer.
Preciso do torpor do mundo para neste momento me estabelecer.
Incisto em errar profundo, do futuro criar desde hoje e do passado somente aprender.
Este sou eu, confuso, obtuso, viajante sem crer em mim, neste poderoso instante.
E portanto enquanto não tomar esta força em mãos, no presente construir, me estabelecer, continuarei sofrendo ao tempo, e como ser errante permanecer a sobreviver.
Cicatriz.
Memória humana.
Seletiva, imensa, inteligente, mas as vezes se engana...
Lembrando-se disso o criador levou a cabo sua inteligência superior.
A cada ferimento desferido contra a criatura, seja por ela mesmo seja por próximo, seja como for, sempre haverá a dor.
Mas as dores são sentimentos.
Transcendem do físico pelos nervos aos pensamentos.
Pontuam em nossas vidas o resultados de desastrosas ações ou reações.
Devem ser guias para o resto de nossas vidas, de boas ou mas atitudes ou paralisações.
Mas até então, estes efémeros estados são limitados as memórias de nossas mentes tão vãs.
Portanto, para que recordemos daqueles atordoantes momentos.
Atordoantes sentimentos, errantes movimentos, atitudes ativas ou inertes nada sãs.
Além das dores limitadas a dimensão temporal que certamente cairão nos recônditos dos esquecimentos, há mais um dos mais importantes elementos.
Da ferida a recuperação.
Sim, durante ainda mais tempo, o ardor, a coceira, a limitação, a aflição ainda perdurará durante ainda maior momento.
Pois é necessário o reparo, a redenção.
E nada mais astuto que a criação poderia fornecer que a necessidade de cuidados para a cura daquele ferimento.
Mas quando já fechada a ferida.
Estancada a dor.
Terás perene medalha de luta, daquela dor desferida.
Terás o resultado de jornada vencida a cicatriz, a marca atemporal daquela recordação.
Lembrará até o fim de seu tempo material.
A recordação daquele mal.
Que curado lhe deixou marcado.
Para que nunca mais olvidastes que na vida há cuidados.
Sorte daqueles que todo processo carregam além da matéria, na memória além desta ilusão.
Que as cicatrizes da alma, mantidas, presentes.
Não permitirão dos erros a repetição.
Feizes daqueles que de humilde viver, recordam até mesmo as derrotas como presente, como grande lição.
Seletiva, imensa, inteligente, mas as vezes se engana...
Lembrando-se disso o criador levou a cabo sua inteligência superior.
A cada ferimento desferido contra a criatura, seja por ela mesmo seja por próximo, seja como for, sempre haverá a dor.
Mas as dores são sentimentos.
Transcendem do físico pelos nervos aos pensamentos.
Pontuam em nossas vidas o resultados de desastrosas ações ou reações.
Devem ser guias para o resto de nossas vidas, de boas ou mas atitudes ou paralisações.
Mas até então, estes efémeros estados são limitados as memórias de nossas mentes tão vãs.
Portanto, para que recordemos daqueles atordoantes momentos.
Atordoantes sentimentos, errantes movimentos, atitudes ativas ou inertes nada sãs.
Além das dores limitadas a dimensão temporal que certamente cairão nos recônditos dos esquecimentos, há mais um dos mais importantes elementos.
Da ferida a recuperação.
Sim, durante ainda mais tempo, o ardor, a coceira, a limitação, a aflição ainda perdurará durante ainda maior momento.
Pois é necessário o reparo, a redenção.
E nada mais astuto que a criação poderia fornecer que a necessidade de cuidados para a cura daquele ferimento.
Mas quando já fechada a ferida.
Estancada a dor.
Terás perene medalha de luta, daquela dor desferida.
Terás o resultado de jornada vencida a cicatriz, a marca atemporal daquela recordação.
Lembrará até o fim de seu tempo material.
A recordação daquele mal.
Que curado lhe deixou marcado.
Para que nunca mais olvidastes que na vida há cuidados.
Sorte daqueles que todo processo carregam além da matéria, na memória além desta ilusão.
Que as cicatrizes da alma, mantidas, presentes.
Não permitirão dos erros a repetição.
Feizes daqueles que de humilde viver, recordam até mesmo as derrotas como presente, como grande lição.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Ainda em mim.
Não esqueci de você.
Também nem quero saber.
Do que faz, do que deixa.
Tento nem mesmo perceber.
Mas não dá para esquecer.
E nem ao menos o quero.
Pois momentos felizes desejo sempre rever.
Assistir na memória o quanto foi belo.
Só mesmo o tempo.
Só mesmo o vento.
Pra levar a dor ao esquecimento.
Me livrar do tormento...
Pois que não lhe vejo.
Não te ouço nem beijo.
Mas ainda anseio.
No fundo do peito.
Ainda espero.
O destino perfeito.
E me desepero pelo que não foi feito.
Ou ainda desfeito...
Também nem quero saber.
Do que faz, do que deixa.
Tento nem mesmo perceber.
Mas não dá para esquecer.
E nem ao menos o quero.
Pois momentos felizes desejo sempre rever.
Assistir na memória o quanto foi belo.
Só mesmo o tempo.
Só mesmo o vento.
Pra levar a dor ao esquecimento.
Me livrar do tormento...
Pois que não lhe vejo.
Não te ouço nem beijo.
Mas ainda anseio.
No fundo do peito.
Ainda espero.
O destino perfeito.
E me desepero pelo que não foi feito.
Ou ainda desfeito...
De Lírio.
Compulsividade além da necessidade.
Liberdade além da libertinagem.
Andam juntas, juntas a saciar a vontade.
E são sujas, no meio dessa sacanagem.
Como no olho de um furacão.
Perde um olho, perde a noção.
As juras secretas já são desérticas.
Liquido que secreto, parasitas domésticas.
Onde foi que tudo parou?
Onde foi que começou?
Qual o ponto do desencontro?
Qual a saída deste antro?
Não se vê saídas, além da foice na vida.
Não se crê no fim, pois depois será muito ruim.
A esperança nutrida.
Não devia ser assim!
Confesso em versos.
Os meus piores retrocessos.
Confesso sem nexo.
Grandes saltos desconexos.
Se um dia conhci equilíbrio, se foi como um lírio.
Transformou-se em chá das cinco.
Espalhou o delírio.
E é assim que fico.
Onde foi que tudo parou?
Onde foi que começou?
Qual o ponto do desencontro?
Qual a saída deste antro?
Mas recoloco minha venda.
Dando passos adiante.
Não tenho pena.
Sou mais um errante.
Mas se for amor.
Sofro toda a dor.
Se for paixão.
Me atiro ao chão.
Seja lá o que for.
Seja lá qual a cor.
Será lá que estarei.
Será lá que lhe esperarei.
Liberdade além da libertinagem.
Andam juntas, juntas a saciar a vontade.
E são sujas, no meio dessa sacanagem.
Como no olho de um furacão.
Perde um olho, perde a noção.
As juras secretas já são desérticas.
Liquido que secreto, parasitas domésticas.
Onde foi que tudo parou?
Onde foi que começou?
Qual o ponto do desencontro?
Qual a saída deste antro?
Não se vê saídas, além da foice na vida.
Não se crê no fim, pois depois será muito ruim.
A esperança nutrida.
Não devia ser assim!
Confesso em versos.
Os meus piores retrocessos.
Confesso sem nexo.
Grandes saltos desconexos.
Se um dia conhci equilíbrio, se foi como um lírio.
Transformou-se em chá das cinco.
Espalhou o delírio.
E é assim que fico.
Onde foi que tudo parou?
Onde foi que começou?
Qual o ponto do desencontro?
Qual a saída deste antro?
Mas recoloco minha venda.
Dando passos adiante.
Não tenho pena.
Sou mais um errante.
Mas se for amor.
Sofro toda a dor.
Se for paixão.
Me atiro ao chão.
Seja lá o que for.
Seja lá qual a cor.
Será lá que estarei.
Será lá que lhe esperarei.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Alçar vôos!
Reaver o amor pela vida.
Viver de amores por cada dia.
Respirar os frutos desta idolatria.
E lembrar-se que só o amor existe, que tudo além é pura fantasia.
Sentir pulsar através das veias, ao arrepiar dos pelos, enfim...
Sentir o milagre do todo.
Sentir que faço parte do todo.
Sentir que o todo faz parte de mim.
Criar a realidade.
Da idéia a verdade.
Sentir tudo e todos.
Deixar a margem a vaidade.
Sorrir ao ver o brilho da luz.
Aquela que as cores nos traduz.
Deixar o ego na escuridão.
Pois ele é a própria incolor solidão.
Sentir pulsar através das veias, ao arrepiar dos pelos, enfim...
Sentir o milagre do todo.
Sentir que faço parte do todo.
Sentir que o todo faz parte de mim.
Transmutar o suor em nuvens de bençãos.
Trabalhar e suar.
E na chuva bendita a alma lavar.
E assim deixar que o amor leve-o onde desejar.
Estar próximo do firmamento.
Flutuar sob a lua abraçando o renascimento.
De alma antes enjaulada.
Que agora torna-se livre, desprendida, lindamente alada!
Viver de amores por cada dia.
Respirar os frutos desta idolatria.
E lembrar-se que só o amor existe, que tudo além é pura fantasia.
Sentir pulsar através das veias, ao arrepiar dos pelos, enfim...
Sentir o milagre do todo.
Sentir que faço parte do todo.
Sentir que o todo faz parte de mim.
Criar a realidade.
Da idéia a verdade.
Sentir tudo e todos.
Deixar a margem a vaidade.
Sorrir ao ver o brilho da luz.
Aquela que as cores nos traduz.
Deixar o ego na escuridão.
Pois ele é a própria incolor solidão.
Sentir pulsar através das veias, ao arrepiar dos pelos, enfim...
Sentir o milagre do todo.
Sentir que faço parte do todo.
Sentir que o todo faz parte de mim.
Transmutar o suor em nuvens de bençãos.
Trabalhar e suar.
E na chuva bendita a alma lavar.
E assim deixar que o amor leve-o onde desejar.
Estar próximo do firmamento.
Flutuar sob a lua abraçando o renascimento.
De alma antes enjaulada.
Que agora torna-se livre, desprendida, lindamente alada!
Amor...
Pessoa amada...
Amada pessoa...
O amor a mim desagua?
Despejo meu amor como quem doa?
Sublime sentimento.
Muito mais leve que a suave brisa.
Mais avassalador que o mais forte dos ventos.
Sempre disponível, inerente ao ser, a vida.
Pode plantar, colher, extrair, fazer chover!
É magia é gesto.
Em carinho, beijos, abraços, palavras se faz ver.
É real, é majesto.
Purifica o ser.
Amplia a vida ao infinito!
Transforma tudo em prazer.
Este é o amor, o mais belo, o mais bonito!
Amada pessoa...
O amor a mim desagua?
Despejo meu amor como quem doa?
Sublime sentimento.
Muito mais leve que a suave brisa.
Mais avassalador que o mais forte dos ventos.
Sempre disponível, inerente ao ser, a vida.
Pode plantar, colher, extrair, fazer chover!
É magia é gesto.
Em carinho, beijos, abraços, palavras se faz ver.
É real, é majesto.
Purifica o ser.
Amplia a vida ao infinito!
Transforma tudo em prazer.
Este é o amor, o mais belo, o mais bonito!
Esperança num tempo...
Saudade...
Reviver lembranças com amor, sem dor...
Felicidade...
Ter algo para sentir saudade e assim desfrutar do amor.
Retorno a pensar no tempo...
Dimensão desigual.
Para uns existe termo.
Para outros é infinitesimal.
Portanto acredito que nossa restrita visão nos faz acreditar em tristeza, solidão.
Mas se o éter que move nossas matérias é tão vivo ainda que somente na lembrança.
Talvez o seja eterno em vida etérea, por que não?
Hoje a viagem é curta comparada com noção de quando era criança...
Será que não somos crianças?
E que o tempo não existe, pois infinito é o caminho para a iluminação?
Um dia, num lugar, com outra roupagem, em outra passagem, renovaremos as esperanças.
De reunirmos diante do amor, dos laços de afeto que nunca foram desatados entre você e tão querido irmão.
Reviver lembranças com amor, sem dor...
Felicidade...
Ter algo para sentir saudade e assim desfrutar do amor.
Retorno a pensar no tempo...
Dimensão desigual.
Para uns existe termo.
Para outros é infinitesimal.
Portanto acredito que nossa restrita visão nos faz acreditar em tristeza, solidão.
Mas se o éter que move nossas matérias é tão vivo ainda que somente na lembrança.
Talvez o seja eterno em vida etérea, por que não?
Hoje a viagem é curta comparada com noção de quando era criança...
Será que não somos crianças?
E que o tempo não existe, pois infinito é o caminho para a iluminação?
Um dia, num lugar, com outra roupagem, em outra passagem, renovaremos as esperanças.
De reunirmos diante do amor, dos laços de afeto que nunca foram desatados entre você e tão querido irmão.
Não se vive só...
Jornada árdua.
Caminho suave.
Nadar pela água.
Colher o agave.
Agir ao sentir.
Falar após pensar.
Ser sem mentir.
E assim não se enganar.
Do agave a tequila.
Saborosa ao entorpecer.
E manter a fagulha.
Ao acordar, ao Sol nascer.
Meu bem, seu precioso carinho.
Nesta jornada muitas vezes dolorosa.
Torna-se alimento, sereno alívio.
Ao te amar, retribuir naturalmente de forma amorosa.
E de mãos dadas seguimos em frente.
Em sintonia, maravilhosa vibração.
E a cada dia que passar nos tornar mais diferentes.
Cada vez melhores ao colher os frutos do coração.
Caminho suave.
Nadar pela água.
Colher o agave.
Agir ao sentir.
Falar após pensar.
Ser sem mentir.
E assim não se enganar.
Do agave a tequila.
Saborosa ao entorpecer.
E manter a fagulha.
Ao acordar, ao Sol nascer.
Meu bem, seu precioso carinho.
Nesta jornada muitas vezes dolorosa.
Torna-se alimento, sereno alívio.
Ao te amar, retribuir naturalmente de forma amorosa.
E de mãos dadas seguimos em frente.
Em sintonia, maravilhosa vibração.
E a cada dia que passar nos tornar mais diferentes.
Cada vez melhores ao colher os frutos do coração.
Changes.
De cabeça em riste miro o firmamento.
Com os pés no chão creio no invisível, não dependo da sorte.
E me enchendo de coragem vôo a favor do vento.
Vivo presente sem considerar a morte.
Olho diariamente no espelho.
Encaro as rugas, as marcas, as cicatrizes, a alma.
Ainda humilde valorizo qualidade, analiso defeito.
Trato de tudo como quem ama.
Disciplinarei minha mente.
A respeitar minha saúde corporal e mental.
Traçarei estratégias certamente.
Mas o mais importante ocorre a todo momento a cada emissão espectral.
A cada pensamento, sentimento, gesto ou verbalização.
Lanço ao universo o espectro de meu eu, do que crio.
Responsabilidade imensa, pois que ainda grão, faço parte da imansidão.
E entre laços infinitos, influencio ao próximo, não atuo no vazio.
Seguirei a navegar pela vida a saudar.
Aos que vão e vem sem cessar, aos que ficam ou passam pelo caminho.
Assim desejo sempre amar.
E manter adiante pois ando, caminho.
Com os pés no chão creio no invisível, não dependo da sorte.
E me enchendo de coragem vôo a favor do vento.
Vivo presente sem considerar a morte.
Olho diariamente no espelho.
Encaro as rugas, as marcas, as cicatrizes, a alma.
Ainda humilde valorizo qualidade, analiso defeito.
Trato de tudo como quem ama.
Disciplinarei minha mente.
A respeitar minha saúde corporal e mental.
Traçarei estratégias certamente.
Mas o mais importante ocorre a todo momento a cada emissão espectral.
A cada pensamento, sentimento, gesto ou verbalização.
Lanço ao universo o espectro de meu eu, do que crio.
Responsabilidade imensa, pois que ainda grão, faço parte da imansidão.
E entre laços infinitos, influencio ao próximo, não atuo no vazio.
Seguirei a navegar pela vida a saudar.
Aos que vão e vem sem cessar, aos que ficam ou passam pelo caminho.
Assim desejo sempre amar.
E manter adiante pois ando, caminho.
Assinar:
Comentários (Atom)