sexta-feira, 14 de maio de 2010

Mulher de verdade.

Doce ingenuidade.
Característica daquela idade.
Crente em sonhos plantados, em poder personificado.
Valor que a paixão que cega, amplia e perde o controle como corcel indomável.

Maravilhosa realidade.
Tristemente não compartilhada, leva ao chão o sonho de felicidade.
Parentes em sangue, companheiro amante, negam e calam diante de feliz possibilidade.
Viram-se, somem, anulam os sonhos a paixão, inundam a menina de incredulidade.

Mas forte, tirada prematuramente de seguro casulo.
Luta encontrando o amor livre, amor sem sangue, apoio seguro.
Diante de enormes dificuldades, crê e faz do sinuoso caminho próspera realidade.
Dos recônditos das Minas eleva-se linda borboleta mostrando suas cores e beleza na grande, na maior cidade.

Agora menina-mulher.
Bela, inteligente, forte além do diamante sequer.
Alcança vida laboriosa de honra, de luta, de glória.
Certamente houve momentos difíceis, mas passaram como no templo a oratória.

Assim é linda menina-mulher!
Aquela que é mulher de verdade!
Quem agradeço por encontrar neste caminho qualquer.
E que ensina o valor da fé, da humildade.

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