Perdido novamente...
Mais uma vez sem chao.
Delinquente, inconsequente.
Malemolente pro que é de bem, é bom.
Porque tanto autoflagelo?
Porque tamanha dispersão?
Onde encontrar o elo?
Foge do amor, disolve deliciosa paixão...
Parece cavar...
Sem nada buscar...
Busca a solidão.
Não cultiva o que ha de bom.
É montanha russa...
É roleta...
Só lhe resta chorar.
Ou ao menos orar.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
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