Resplandece aos olhos sedentos...
Após dias e dias de areia, sol e frio.
Resplandece ao olfato sedento.
Após dias de angústia e calafrios.
E das últimas forças resurge a caminhada, mais parece uma lesma seca...
Agora resplandece aos ouvidos o cantar de pássaros.
É...
Realmente é um oasis!
Ó Deus! Obrigado!
Agora reúne as últimas partículas de glicose do sangue, os poucos nutrientes que seu músculo pode usar e aumenta os passos!
Em primeiro plano enxerga linda árvore, frondosa, de sombra fresca e gramado macio para deitar-se.
- Quanto tempo Deus, quanto tempo esperei por isso! Sussura aquele pedaço humano de pele rachada, estômago do avesso, cabelos queimados...
E da árvore, a primeira figura em sua visão distorcida pela mortalidade daquele corpo, enxerga agora um lindo e brilhante fruto vermelho!
Ao conseguir aproximar-se cambaleante, incrívelmente poir já não á forças para movê-lo, apenas há a fé...
Num último e derradeiro esforço, talvez o último antes que a morte o vença por secarlhe ao sol e a fome, agarra lindo, macio, maciço e cheiroso fruto.
- Obrigado senhor! Sussurra...
A gravidade o auxilía a deixar cair o fruto entre seus dentes, e então o doce sabor o inebría, arrepia, de tão molhada é a fruta que abundantemente escorre pelo seu rosto e dentro de sua boca penetra as papilas gustatívas, como se aquela fração de segundo durasse a eternidade e escorrendo aquele delicioso mel chega até o final de sua língua e garganta...
Infelizmente somente as últimas papilas gustatívas identificam o amargor e o deleite agora torna-se desespero... Aquele grande pedaço quase que engolido por inteiro prende-se a sua garganta, enforca-lhe internamente enquanto seus olhos de pavor, arregalados de tamanha dor, em seu rosto são derrubados a areia que consome por días aquele terrível miserável...
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Quando sem ti, abandonado sinto-me...
Não há mais comunicação.
Só peço-lhe perdão.
Das coisas mais belas fazes parte daquelas que mais amei.
Infelizmente o infortúnio de minha responsabilidade.
Irresponsável.
Partiu tão belos sonhos os quais ousando sonhei.
Só peço-lhe perdão.
Por ter ferido o coração.
E ainda que me julgues culpado.
Sinto-me enredado por muito que não me entendo.
Daquilo que hei deixado.
Das coisas mais belas fazes parte daquelas que mais amei.
Ainda amo.
Amante triste, envergonhado, mastigado por seus próprios dentes.
Mas ainda assim amo.
Pois se preciso for privar-me de ti.
Para privar-te de minha instabilidade boçal.
Não hei de insirtir.
Partirei tal qual, ferido animal.
Infelizmente o infortúnio de minha responsabilidade.
Te juro, foi sem maldade.
Não juro, pois é a mais pura verdade.
Irresponsável que sou.
Responsável diante da sociedade.
Mas insano diante de minha liberdade.
Pois inpulsivamente destruo, consumo, aprisono-me naquilo que realmente não sou.
Irresponsável.
Sim, se há medidas, se há previsões, por que seguir a errar?
Intoleráveis.
Atitudes tomadas por descontrole de ira infundada.
Talvez retroalimentada.
Pelo medo e jugamento irrefutáveis.
De mim a mim mesmo.
Mas ainda assim auto-rejeitadas...
Partiu tão belos sonhos que ousado sonhei.
Partiu o coração de quem desde o primeiro contato tive certeza de quem as preces a Desus pedindo um amor realizei.
Mas ainda assim, desperdicei...
Estraguei...
A imagem que tivésteis arranhei, arremessei ao vácuo.
De onde hoje observo solitário.
As lições que aprendi e que ainda aprenderei...
Pois como já disse Sócrates sabiamente "Sei que nada sei"
Mas não como eximir-se de culpa.
E sim entendê-las, sofrê-las.
E esperar do passar do tempo o sofrimento.
Daquele que tudo ou nada fez.
Para estar ao lado daquela a quem ama, a quem ainda assim tão mal a fez...
Só peço-lhe perdão.
Das coisas mais belas fazes parte daquelas que mais amei.
Infelizmente o infortúnio de minha responsabilidade.
Irresponsável.
Partiu tão belos sonhos os quais ousando sonhei.
Só peço-lhe perdão.
Por ter ferido o coração.
E ainda que me julgues culpado.
Sinto-me enredado por muito que não me entendo.
Daquilo que hei deixado.
Das coisas mais belas fazes parte daquelas que mais amei.
Ainda amo.
Amante triste, envergonhado, mastigado por seus próprios dentes.
Mas ainda assim amo.
Pois se preciso for privar-me de ti.
Para privar-te de minha instabilidade boçal.
Não hei de insirtir.
Partirei tal qual, ferido animal.
Infelizmente o infortúnio de minha responsabilidade.
Te juro, foi sem maldade.
Não juro, pois é a mais pura verdade.
Irresponsável que sou.
Responsável diante da sociedade.
Mas insano diante de minha liberdade.
Pois inpulsivamente destruo, consumo, aprisono-me naquilo que realmente não sou.
Irresponsável.
Sim, se há medidas, se há previsões, por que seguir a errar?
Intoleráveis.
Atitudes tomadas por descontrole de ira infundada.
Talvez retroalimentada.
Pelo medo e jugamento irrefutáveis.
De mim a mim mesmo.
Mas ainda assim auto-rejeitadas...
Partiu tão belos sonhos que ousado sonhei.
Partiu o coração de quem desde o primeiro contato tive certeza de quem as preces a Desus pedindo um amor realizei.
Mas ainda assim, desperdicei...
Estraguei...
A imagem que tivésteis arranhei, arremessei ao vácuo.
De onde hoje observo solitário.
As lições que aprendi e que ainda aprenderei...
Pois como já disse Sócrates sabiamente "Sei que nada sei"
Mas não como eximir-se de culpa.
E sim entendê-las, sofrê-las.
E esperar do passar do tempo o sofrimento.
Daquele que tudo ou nada fez.
Para estar ao lado daquela a quem ama, a quem ainda assim tão mal a fez...
Verborragía retrofágica...
Aponta o dedo, grite um monte!
Sem razão nem medo já foi o bastante!
Seja inconsciente ou não'
Seja ruim ou bom,
Seja calúnia ou difamação,
Já foi meu irmão!
Tá dito...
Do teu dedo apontado,
Levaste mais três tiros.
Basta olhar a tua mão!
Sobram três para ti!
E já falou meu irmão...
Segura tua onda...
Empurra a tua concha.
Que do ostracismo não sai não.
Hahahahahahaha!
Patético!
Ridículo!
O estrago já foi feito, não?
Então isola-te!
Ressaca moral?
É seu animal...
Melhor se fosse alcóolica...
Ao menos não lembraría.
Do motivo de tamanha zombaria...
Que recai sobre teus ombros...
Consciência,
Razão...
Que somente agora retoma.
Tardiamente.
A mostrar-te ainda que ardente.
O teu poder de falta de controle diante da explosão.
Seja físico, seja não.
Já foi, tá dito.
Escrito nos ouvidos dos quais ouvem.
Lido pelos olhos dos que lêem.
Gravado no coração dos que sentem.
Se tiver sorte um pouco de compaixão...
Sem razão nem medo já foi o bastante!
Seja inconsciente ou não'
Seja ruim ou bom,
Seja calúnia ou difamação,
Já foi meu irmão!
Tá dito...
Do teu dedo apontado,
Levaste mais três tiros.
Basta olhar a tua mão!
Sobram três para ti!
E já falou meu irmão...
Segura tua onda...
Empurra a tua concha.
Que do ostracismo não sai não.
Hahahahahahaha!
Patético!
Ridículo!
O estrago já foi feito, não?
Então isola-te!
Ressaca moral?
É seu animal...
Melhor se fosse alcóolica...
Ao menos não lembraría.
Do motivo de tamanha zombaria...
Que recai sobre teus ombros...
Consciência,
Razão...
Que somente agora retoma.
Tardiamente.
A mostrar-te ainda que ardente.
O teu poder de falta de controle diante da explosão.
Seja físico, seja não.
Já foi, tá dito.
Escrito nos ouvidos dos quais ouvem.
Lido pelos olhos dos que lêem.
Gravado no coração dos que sentem.
Se tiver sorte um pouco de compaixão...
O vazio sem rumo...
Sem apoio.
É uma queda sem fim...
Nem me lembro mais...
De quado não me senti mais assim.
E se acha estranho.
Para mim já é algo comum.
Se para você a esperança não tem tamanho.
Em mim o vermelho derrete-se como tinta de urucum...
Mas há dias que o vácuo permite voar.
Buscando uma ascendente assim como um urubu.
Giro, giro, giro...
Vou sem rumo algum...
Mas não esqueço-me que é algo passageiro.
Como aqueles que embarcam no avião.
Há o momento de desembarque...
É terrível a queda sem que haja chão...
O sofrimento daquele piso passado.
Aquele de que passou, foi-se, não volta mais...
Disolveu-se sob meus pés.
Mas inpregnou o meu convés...
Da minha nau sem vela nem âncora.
Somente a deriva, a inconstância.
Regem a viagem pelo tempo.
Nun caminho sem distância...
E assim vou vivendo...
Vivendo?
Respirando...
Sofrendo?
Esperando o dia seguinte.
A noite que nos permite.
Descansar a carcaça.
Mas quase nunca a mente.
Pois dela é eminente.
A produção do pensar.
E ainda que no sono.
Ainda há de se apresentar.
Portanto sigo...
Para onde?
Não sei ao certo.
Asseguro que é distante.
É duro como concreto.
Vazio como o vácuo.
Solitário como em um deserto.
Pois é vazio, é triste, mas isso é certo...
É uma queda sem fim...
Nem me lembro mais...
De quado não me senti mais assim.
E se acha estranho.
Para mim já é algo comum.
Se para você a esperança não tem tamanho.
Em mim o vermelho derrete-se como tinta de urucum...
Mas há dias que o vácuo permite voar.
Buscando uma ascendente assim como um urubu.
Giro, giro, giro...
Vou sem rumo algum...
Mas não esqueço-me que é algo passageiro.
Como aqueles que embarcam no avião.
Há o momento de desembarque...
É terrível a queda sem que haja chão...
O sofrimento daquele piso passado.
Aquele de que passou, foi-se, não volta mais...
Disolveu-se sob meus pés.
Mas inpregnou o meu convés...
Da minha nau sem vela nem âncora.
Somente a deriva, a inconstância.
Regem a viagem pelo tempo.
Nun caminho sem distância...
E assim vou vivendo...
Vivendo?
Respirando...
Sofrendo?
Esperando o dia seguinte.
A noite que nos permite.
Descansar a carcaça.
Mas quase nunca a mente.
Pois dela é eminente.
A produção do pensar.
E ainda que no sono.
Ainda há de se apresentar.
Portanto sigo...
Para onde?
Não sei ao certo.
Asseguro que é distante.
É duro como concreto.
Vazio como o vácuo.
Solitário como em um deserto.
Pois é vazio, é triste, mas isso é certo...
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Pow e o sonho acabou...?
Devaneando.
Deleitando-se.
Aproveitando.
Doando-se.
Acostumando.
Repelindo-se.
Ancorando.
Repetindo-se.
Apossando.
Desgastando-se.
Duvidando.
Iludindo-se.
Malogrando.
Punindo-se.
Perdendo.
Arrasando-se.
Suspirando.
Arrependendo-se.
Assumindo.
Afastando-se.
Resumindo.
Acabou-se?
Deleitando-se.
Aproveitando.
Doando-se.
Acostumando.
Repelindo-se.
Ancorando.
Repetindo-se.
Apossando.
Desgastando-se.
Duvidando.
Iludindo-se.
Malogrando.
Punindo-se.
Perdendo.
Arrasando-se.
Suspirando.
Arrependendo-se.
Assumindo.
Afastando-se.
Resumindo.
Acabou-se?
Sonhos...
Sonhos...
Acordam-me a noite...
As vezes ofegante...
São sempre inconstantes...
Bom quando são pesadelos...
Pois quando deperta-se aí vão todos os medos.
Terríveis quando bons eles são...
Pois da mais bela possibilidade caímos ao abrir dos olhos neste sórdido e frio chão...
Alegria e prazeres en vão...
É por isso que o melhor é o sonhar acordado.
Pois assim não te sentes enganado.
Já que o sonho é consiente.
É você quem cria.
É você quem sente.
E não é diferente a execução ainda no presente.
Pois para que exista no futuro.
É desde agora que necessitas contruir.
Juntando o entulho.
Em meio ao barulho.
Não importa como.
A não ser a moral.
Pois sem ela fazes mal.
E a lei do retorno, ação e reação.
De tão semelhantes parecem irmãs.
Portanto para ter seu sonheo construido, não leve apenas idéias vãs...
Leve sua conduta a diante.
Em respirar constante.
Caminhando semparar.
A velocidade é você quem mede.
Pois dependendo do sonho que se tem sede.
O tempo é teu inimigo.
E passa num intante ínfimo.
Portanto aproveite e sonhe.
Ganhe.
Acordam-me a noite...
As vezes ofegante...
São sempre inconstantes...
Bom quando são pesadelos...
Pois quando deperta-se aí vão todos os medos.
Terríveis quando bons eles são...
Pois da mais bela possibilidade caímos ao abrir dos olhos neste sórdido e frio chão...
Alegria e prazeres en vão...
É por isso que o melhor é o sonhar acordado.
Pois assim não te sentes enganado.
Já que o sonho é consiente.
É você quem cria.
É você quem sente.
E não é diferente a execução ainda no presente.
Pois para que exista no futuro.
É desde agora que necessitas contruir.
Juntando o entulho.
Em meio ao barulho.
Não importa como.
A não ser a moral.
Pois sem ela fazes mal.
E a lei do retorno, ação e reação.
De tão semelhantes parecem irmãs.
Portanto para ter seu sonheo construido, não leve apenas idéias vãs...
Leve sua conduta a diante.
Em respirar constante.
Caminhando semparar.
A velocidade é você quem mede.
Pois dependendo do sonho que se tem sede.
O tempo é teu inimigo.
E passa num intante ínfimo.
Portanto aproveite e sonhe.
Ganhe.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Manter a esperança.
E lá vai o sol mais uma vez...
Vamos nós também.
Mais um ciclo.
O circo que nos mantém...
Não sei quanto a vocês.
Mas particularmente o sentimento torna-se vício.
O qual o ciclo não leva.
É você que o detém.
Mas diante do início.
A esperança vem como numa reza.
Reza a Deus, Zeus, Krishna, a quem?
Portanto lhes falo do alto do precipício.
Os pensamentos a mente reveza.
E são teus e não de outrém.
Assim, deixe o silício.
Largue auto-penitência pervérsa.
E simplesmente agradeça os ciclos e diga amém!
Vamos nós também.
Mais um ciclo.
O circo que nos mantém...
Não sei quanto a vocês.
Mas particularmente o sentimento torna-se vício.
O qual o ciclo não leva.
É você que o detém.
Mas diante do início.
A esperança vem como numa reza.
Reza a Deus, Zeus, Krishna, a quem?
Portanto lhes falo do alto do precipício.
Os pensamentos a mente reveza.
E são teus e não de outrém.
Assim, deixe o silício.
Largue auto-penitência pervérsa.
E simplesmente agradeça os ciclos e diga amém!
Sol e céu azul.
Hoje, num dia de Sol e céu azul, meuis sentidos alegram-se pelo que sentem e reproduzem em minha razão.
Entretanto, queria eu ter a sublime capacidade de manter este lindo e brilhante Sol e céu azul dentro de mim mantendo sempre afastada qualquer que seja a inquietação.
Talvez quem saiba no dia em que não tiver mais nada.
No dia em que lograr despojar-me de tudo, quizás terei esta serenidade.
E quando digo tudo, digo a mim mesmo também, pois não sou somente esta "carcaça"que me mantém.
Tenho certeza de que há mais alguém.
Que o sentidos mais brutos não conseguem alcançar.
Talvez apenas os sentimentos o podem tocar.
E assim, ainda que o dia seja ruim da forma que for.
Chuva, raios, trovões, cataclisma qualquer.
Por entender da transitoriedade desta matéria.
Por não possuir nada além da plena consciência de que é somente mais um segundo.
Estarei feliz por ainda ter esta "carcaça" que pode estender a mão.
Dizer palavras acolhedoras a quem desacolhido sente-se.
Contar o caminho, para aqueles que desejam encontrar cada um o seu.
Pois não trata-se de uma fórmula, muito menos uma doutrina.
Estes pois são meios.
Pois o fim é único, individual.
Complementares são.
E assim o Sol e céu azul brilharão dentro de meu ser para nunca mais esquecer de que somente nós temos este poder.
Entretanto, queria eu ter a sublime capacidade de manter este lindo e brilhante Sol e céu azul dentro de mim mantendo sempre afastada qualquer que seja a inquietação.
Talvez quem saiba no dia em que não tiver mais nada.
No dia em que lograr despojar-me de tudo, quizás terei esta serenidade.
E quando digo tudo, digo a mim mesmo também, pois não sou somente esta "carcaça"que me mantém.
Tenho certeza de que há mais alguém.
Que o sentidos mais brutos não conseguem alcançar.
Talvez apenas os sentimentos o podem tocar.
E assim, ainda que o dia seja ruim da forma que for.
Chuva, raios, trovões, cataclisma qualquer.
Por entender da transitoriedade desta matéria.
Por não possuir nada além da plena consciência de que é somente mais um segundo.
Estarei feliz por ainda ter esta "carcaça" que pode estender a mão.
Dizer palavras acolhedoras a quem desacolhido sente-se.
Contar o caminho, para aqueles que desejam encontrar cada um o seu.
Pois não trata-se de uma fórmula, muito menos uma doutrina.
Estes pois são meios.
Pois o fim é único, individual.
Complementares são.
E assim o Sol e céu azul brilharão dentro de meu ser para nunca mais esquecer de que somente nós temos este poder.
terça-feira, 21 de julho de 2009
É triste...
É triste pensar que da vida não levarei nada.
Somente a tristeza de haver nutrido amor.
Pelo saciar dos sentidos através das mais sublimes e "ínfimas" coisas da natureza...
Pelos sorrisos e gargalhadas que dei e participei, ouvi.
Pelas lágrimas que despejei ao verter dos olhos de outrém.
Pelo fruto tão doce tão lindo que frutifiquei...
É triste pensar que daqui não levarei nada.
Nem mesmo aquele carinhoso olhar...
Nem mesmo o poder de assobiar...
Nem mesmo de acordar e voltar a entrelaçar os corpos nus em calor de quem ainda sente o prazer do ato de amar.
É realmente triste pensar...
Que não sei o que há de passar.
Após o início do fim do despertar do terminar da vida.
E recordar ao ecoar todos estes sentimentos, pensamentos, que hão de ficar.
Que não acontecerão jamais...
Mas o que é realmente ainda mais triste pensar,
É que eu não soube aproveitar as maravilhas de viver
Tive sempre que pensar, repensar e enfim não saber...
Por deixar de simplesmente sentir assim como a luz que irradia o calor ao amanhecer...
Por ter o dom de afastar tudo, todos os quem mais amo
Ser egoísta nato
Egocentrista enrustido em malha de mentirosa humildade...
É... É realmente muito triste pensar...
Portanto tentarei dormir e deixar passar...
Boa noite a todos!
Somente a tristeza de haver nutrido amor.
Pelo saciar dos sentidos através das mais sublimes e "ínfimas" coisas da natureza...
Pelos sorrisos e gargalhadas que dei e participei, ouvi.
Pelas lágrimas que despejei ao verter dos olhos de outrém.
Pelo fruto tão doce tão lindo que frutifiquei...
É triste pensar que daqui não levarei nada.
Nem mesmo aquele carinhoso olhar...
Nem mesmo o poder de assobiar...
Nem mesmo de acordar e voltar a entrelaçar os corpos nus em calor de quem ainda sente o prazer do ato de amar.
É realmente triste pensar...
Que não sei o que há de passar.
Após o início do fim do despertar do terminar da vida.
E recordar ao ecoar todos estes sentimentos, pensamentos, que hão de ficar.
Que não acontecerão jamais...
Mas o que é realmente ainda mais triste pensar,
É que eu não soube aproveitar as maravilhas de viver
Tive sempre que pensar, repensar e enfim não saber...
Por deixar de simplesmente sentir assim como a luz que irradia o calor ao amanhecer...
Por ter o dom de afastar tudo, todos os quem mais amo
Ser egoísta nato
Egocentrista enrustido em malha de mentirosa humildade...
É... É realmente muito triste pensar...
Portanto tentarei dormir e deixar passar...
Boa noite a todos!
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