Rio corre.
Em pulsações irriga.
Cérebro, pele, corpo...
Mas já não irriga mais meu coração.
Chaminé em casa na neve.
Para esquentar nos serve.
Lareira, carvalho, agasalho...
Que sem fogo não me esquenta mais não.
Sol estrela.
Para brilhar incendeia.
Poder, brilho, explosão...
Quando morta não causa nada além de escuridão...
Praia, lindo mar.
Da sereia o seu lar.
Ondas, areia, verão.
Mas quando é inverno triste é a inversão...
Consciência, inteligível inteligência.
Máquina complexa, um enigma até então.
Pensamentos, impulsos, imaginação.
Se para bem não servir, servirá para a auto destruição.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Derrocada...
Derrota...
Arrota pra fora todos os putrefatos gazes nos alimentos não digeridos...
Tende a vilipendiar a própria existência.
Enche de certa malemolência.
Aquele que em tempos idos laborava com excelência.
Entorpece a razão.
Na mesma proporção da inércia.
Desmonta a realidade.
Monta um mundo surreal.
Inimaginável para aqueles que não passam de coadjuvantes.
Emana da pluralidade da personalidade.
Matéria prima para a combustão.
Combustão da razão em detrimento ao impulso.
Sentimento, emoção.
Esquece-se de si mesmo.
Já não tem parâmetros se é dia ou noite.
Não sabe nem mesmo que é...
Como determinar fenômeno externo.
Se internamente reina a disparidade de emoções.
São pequenas convulsões, calafrios, palavrões...
E os dias vão passando.
Rapidamente vão levando.
A vida a diante.
E ainda que inconstante.
Ela segue sem algoz.
Pois que a busca por si mesmo.
Lhe traz novamente a voz.
Não mais o grunhido irracional de outrora.
Pois agora a alvorada desflora.
E o ser volta a ser.
Falta ânimo é fato.
Mas é processo lento, não é rápido.
Espera-se dele paciência, inteligência ou ciência?
Enfim, algo que não possui.
E que pode levar o desenvolvimento ao abismo.
Portanto é uma guerra constante.
Forças diversas, conflitantes.
Revirando o submundo do eu.
Mas para que tantas palavras e explicações...
O sofrimento não é teu!
Arrota pra fora todos os putrefatos gazes nos alimentos não digeridos...
Tende a vilipendiar a própria existência.
Enche de certa malemolência.
Aquele que em tempos idos laborava com excelência.
Entorpece a razão.
Na mesma proporção da inércia.
Desmonta a realidade.
Monta um mundo surreal.
Inimaginável para aqueles que não passam de coadjuvantes.
Emana da pluralidade da personalidade.
Matéria prima para a combustão.
Combustão da razão em detrimento ao impulso.
Sentimento, emoção.
Esquece-se de si mesmo.
Já não tem parâmetros se é dia ou noite.
Não sabe nem mesmo que é...
Como determinar fenômeno externo.
Se internamente reina a disparidade de emoções.
São pequenas convulsões, calafrios, palavrões...
E os dias vão passando.
Rapidamente vão levando.
A vida a diante.
E ainda que inconstante.
Ela segue sem algoz.
Pois que a busca por si mesmo.
Lhe traz novamente a voz.
Não mais o grunhido irracional de outrora.
Pois agora a alvorada desflora.
E o ser volta a ser.
Falta ânimo é fato.
Mas é processo lento, não é rápido.
Espera-se dele paciência, inteligência ou ciência?
Enfim, algo que não possui.
E que pode levar o desenvolvimento ao abismo.
Portanto é uma guerra constante.
Forças diversas, conflitantes.
Revirando o submundo do eu.
Mas para que tantas palavras e explicações...
O sofrimento não é teu!
Meu mundo...
Mais que profundo.
Este é meu mundo.
Calcado em detalhes.
Cada linha de pensamento.
Cada entalhe.
minuciosamente é visto.
Analisado.
Portanto não é tão simples viver.
Pois que é preciso tratar de múltiplas linhas.
Traçadas ao tempo.
Que tem o seu termo.
Tem, cada uma delas suas próprias particularidades.
E ainda sem contar com a multiplicidade de minha personalidade.
É uma complexa fusão.
Por mim definitivamente difícil de administrar.
Pois ainda há o impulso.
A dedicação.
A vontade de ao que lhe é almejado, amado.
Obter a perfeição.
Mas, pode ser em vão.
É, como uma construção.
É a construção de um planejamento.
Tornam-se tão altos os objetivos que inicialmente não foram levados em consideração...
E o plano tende a vir, por tamanha dedicação e peso, ao chão...
Mas nunca é tarde para aprender...
Velho jargão...
Sábia percepção.
Pois que você pode não ter o poder sobre tudo e sobre todos.
Mas é totalmente capaz de ter total poder sobre si mesmo.
Sobre como deseja enxergar o mundo agora.
E por isso pode chama-lo de "Meu mundo".
Este é meu mundo.
Calcado em detalhes.
Cada linha de pensamento.
Cada entalhe.
minuciosamente é visto.
Analisado.
Portanto não é tão simples viver.
Pois que é preciso tratar de múltiplas linhas.
Traçadas ao tempo.
Que tem o seu termo.
Tem, cada uma delas suas próprias particularidades.
E ainda sem contar com a multiplicidade de minha personalidade.
É uma complexa fusão.
Por mim definitivamente difícil de administrar.
Pois ainda há o impulso.
A dedicação.
A vontade de ao que lhe é almejado, amado.
Obter a perfeição.
Mas, pode ser em vão.
É, como uma construção.
É a construção de um planejamento.
Tornam-se tão altos os objetivos que inicialmente não foram levados em consideração...
E o plano tende a vir, por tamanha dedicação e peso, ao chão...
Mas nunca é tarde para aprender...
Velho jargão...
Sábia percepção.
Pois que você pode não ter o poder sobre tudo e sobre todos.
Mas é totalmente capaz de ter total poder sobre si mesmo.
Sobre como deseja enxergar o mundo agora.
E por isso pode chama-lo de "Meu mundo".
terça-feira, 22 de setembro de 2009
O que realmente quero!
abafar - Conjugar (a- + bafo + -ar)
v. tr.
1. Impedir o arrefecimento de.
2. Sufocar.
3. Fazer diminuir a intensidade de.
4. Fazer com que não se ouça ou não se divulgue.
5. Impedir o desenvolvimento de.
6. Sonegar.
7. Matar por asfixia.
8. Impedir a combustão de. = apagar
9. Por ext. Levar preso, meter na cadeia.
v. intr.
10. Não poder respirar.
11. Fig. Ficar aniquilado.
v. pron.
12. Enroupar-se, agasalhar-se contra o frio.
-----------------------------------------------------------------------------------------------
12. Despir-se, desnudar-se favorável ao calor.
v.pron.
11. Fig. Ficar intocável.
10. Sim, poder respirar.
v. intr.
9. Por ext. Trazer preso, libertar da cadeia.
8. Permitir a combustão de. = incendiar
7. Nascer pela respiração.
6. Afirmar.
5. Permitir o desenvolvimento de.
4. Fazer com que se ouça e se divulgue.
3. Fazer aumentar a intensidade de.
2. Aerar.
1. Permitir o arrefecimento de.
v. tr.
Desabafar - Conjugar (des + a- + ba + far)
Seria isso?
Apenas o contrário?
Aqui portanto desabafo...
Que como desabafar seria o ato antagônico de abafar...
Digo que não trata-se de somente não querer o vazio...
Mas desejar intensamente o preenchimento etéreo.
A reluzente e sonora canção de ninar, uuuuhm, uuuuhm, uuuhm; uuuhm, uuuhm, uuuhm...
O estremecer de todos os órgãos do corpo em um só vibrar.
Portanto, não desejo que me desejem pela falta que faço.
Pelo vazio quando não resta mais nada.
Mas sim pelo amor.
Pela junção do preenchido com a "contra" parte tornando a felicidade una.
A saudade do cheiro, gesto, mania, olhar, hálito, tudo.
E não tão somente as virtudes porém também o perene desejo de libertá-la de seus vícios.
Daquilo que é nocivo.
Daquilo que já não há mais tempo a perder.
Para que haja uma vida a três, sim.
Eu, ela e nós!
Individualidade...
Enfim, não quero meio vazio...
Quero quase cheio!
Beijo!
v. tr.
1. Impedir o arrefecimento de.
2. Sufocar.
3. Fazer diminuir a intensidade de.
4. Fazer com que não se ouça ou não se divulgue.
5. Impedir o desenvolvimento de.
6. Sonegar.
7. Matar por asfixia.
8. Impedir a combustão de. = apagar
9. Por ext. Levar preso, meter na cadeia.
v. intr.
10. Não poder respirar.
11. Fig. Ficar aniquilado.
v. pron.
12. Enroupar-se, agasalhar-se contra o frio.
-----------------------------------------------------------------------------------------------
12. Despir-se, desnudar-se favorável ao calor.
v.pron.
11. Fig. Ficar intocável.
10. Sim, poder respirar.
v. intr.
9. Por ext. Trazer preso, libertar da cadeia.
8. Permitir a combustão de. = incendiar
7. Nascer pela respiração.
6. Afirmar.
5. Permitir o desenvolvimento de.
4. Fazer com que se ouça e se divulgue.
3. Fazer aumentar a intensidade de.
2. Aerar.
1. Permitir o arrefecimento de.
v. tr.
Desabafar - Conjugar (des + a- + ba + far)
Seria isso?
Apenas o contrário?
Aqui portanto desabafo...
Que como desabafar seria o ato antagônico de abafar...
Digo que não trata-se de somente não querer o vazio...
Mas desejar intensamente o preenchimento etéreo.
A reluzente e sonora canção de ninar, uuuuhm, uuuuhm, uuuhm; uuuhm, uuuhm, uuuhm...
O estremecer de todos os órgãos do corpo em um só vibrar.
Portanto, não desejo que me desejem pela falta que faço.
Pelo vazio quando não resta mais nada.
Mas sim pelo amor.
Pela junção do preenchido com a "contra" parte tornando a felicidade una.
A saudade do cheiro, gesto, mania, olhar, hálito, tudo.
E não tão somente as virtudes porém também o perene desejo de libertá-la de seus vícios.
Daquilo que é nocivo.
Daquilo que já não há mais tempo a perder.
Para que haja uma vida a três, sim.
Eu, ela e nós!
Individualidade...
Enfim, não quero meio vazio...
Quero quase cheio!
Beijo!
O amor.
Ainda que haja a adrenalina.
O fervor do sangue a alimentar este corpo.
As endorfinas, dopaminas, serotoninas...
Produzidas através do simples olhar.
Simples aproximar.
Complexo prazer.
Delicioso gozar.
Simplesmente cariciar, arrepiar, assoprar...
Para que tudo isso seja real.
Há de haver sentimento sutil e intenso a guiar.
Sentimento que aguenta a dor.
Suporta a falta.
Aguenta calado ao ver a amada ser feliz, simplesmente feliz.
Portanto podemos chamar de amor.
E ainda que rime com dor.
Sua força existe por algo indecifrável.
Um mistério inimaginável.
Motivo sutil?
Etéreo?
Pré-existente em outras jornadas?
Ou somente sincronicidade?
Não...
Definitivamente é algo muito maior que todos estes aspectos juntos, pois é tão importante seja próprio ou alheio, que se pode tirar sua própria vida para salvar seu alvo, mantê-lo imaculado, ou ao menos permitir que seja feliz.
Enfim...
O amor!
O fervor do sangue a alimentar este corpo.
As endorfinas, dopaminas, serotoninas...
Produzidas através do simples olhar.
Simples aproximar.
Complexo prazer.
Delicioso gozar.
Simplesmente cariciar, arrepiar, assoprar...
Para que tudo isso seja real.
Há de haver sentimento sutil e intenso a guiar.
Sentimento que aguenta a dor.
Suporta a falta.
Aguenta calado ao ver a amada ser feliz, simplesmente feliz.
Portanto podemos chamar de amor.
E ainda que rime com dor.
Sua força existe por algo indecifrável.
Um mistério inimaginável.
Motivo sutil?
Etéreo?
Pré-existente em outras jornadas?
Ou somente sincronicidade?
Não...
Definitivamente é algo muito maior que todos estes aspectos juntos, pois é tão importante seja próprio ou alheio, que se pode tirar sua própria vida para salvar seu alvo, mantê-lo imaculado, ou ao menos permitir que seja feliz.
Enfim...
O amor!
Sublime amor.
Valor...
Importância que lhe faz recordar, ou na verdade não esquecer em nem um segundo sequer.
Amor...
Pluralidade de sentimentos bons nutridos por alguém especial, ainda que doa, suprime-se a dor pela felicidade de quem se ama.
Qual o valor do amor?
Movimentar ainda mais rápido o fluxo sanguíneo pelas veias...
Palpitar o peito, pescoço, todo o corpo!
Como borboletas no estômago!
Como fogo ardente!
Desejo de imaginar, ver, sentir a felicidade do amado.
Passar sobre qualquer preconceito, barreira, muro, enfim qualquer obstáculo para estar junto.
Saber dar espaço para que haja a comunhão de duas vidas e não a morte de duas vidas.
Sofrer saudades, muito...
Chorar por diversos motívos...
Permitir-se ser sensível.
As vezes bobo...
Resumindo, o amor é o maior valor que nos movimenta.
É o que nos alimenta nossas almas.
Que nos faz ter a esperança de um futuro feliz!
Que nos eleva a estados alterados de consciência!
Sublime amor.
Importância que lhe faz recordar, ou na verdade não esquecer em nem um segundo sequer.
Amor...
Pluralidade de sentimentos bons nutridos por alguém especial, ainda que doa, suprime-se a dor pela felicidade de quem se ama.
Qual o valor do amor?
Movimentar ainda mais rápido o fluxo sanguíneo pelas veias...
Palpitar o peito, pescoço, todo o corpo!
Como borboletas no estômago!
Como fogo ardente!
Desejo de imaginar, ver, sentir a felicidade do amado.
Passar sobre qualquer preconceito, barreira, muro, enfim qualquer obstáculo para estar junto.
Saber dar espaço para que haja a comunhão de duas vidas e não a morte de duas vidas.
Sofrer saudades, muito...
Chorar por diversos motívos...
Permitir-se ser sensível.
As vezes bobo...
Resumindo, o amor é o maior valor que nos movimenta.
É o que nos alimenta nossas almas.
Que nos faz ter a esperança de um futuro feliz!
Que nos eleva a estados alterados de consciência!
Sublime amor.
domingo, 20 de setembro de 2009
Auto conhecimento.
Auto conhecimento.
Conhecimento próprio.
Próprio domínio.
Domínio difícil.
Difícil olhar.
Olhar profundo.
Profundo deixar-se.
Deixar-se mergulhar.
Mergulhar, procurar.
Procurar sentido.
Sentido está.
Está dentro.
Dentro há.
Há respostas.
Respostas positivas.
Positivas visões.
Visões negativas.
Negativas depressões.
Depressões profundas.
Profundas descobertas.
Descobertas incríveis.
Incríveis emoções.
Emoções egoístas.
Egoístas deterioram.
Deterioram minh'alma.
Minh'alma dói.
Dói muito.
Muito precisa.
Precisa respostas.
Respostas alheias.
Alheias estão.
Estão seguindo.
Seguindo caminham.
Caminham alegres.
Alegres liberdades.
Liberdades absolutas.
Absolutas resoluções.
Resoluções assertivas.
Assertivas são.
São libertadoras.
Libertadoras salvam.
Salvam conhecimento.
Conhecimento necessário.
Necessário resistir.
Resistir, sorrir.
Sorrir feliz.
Feliz fim.
Fim.
Conhecimento próprio.
Próprio domínio.
Domínio difícil.
Difícil olhar.
Olhar profundo.
Profundo deixar-se.
Deixar-se mergulhar.
Mergulhar, procurar.
Procurar sentido.
Sentido está.
Está dentro.
Dentro há.
Há respostas.
Respostas positivas.
Positivas visões.
Visões negativas.
Negativas depressões.
Depressões profundas.
Profundas descobertas.
Descobertas incríveis.
Incríveis emoções.
Emoções egoístas.
Egoístas deterioram.
Deterioram minh'alma.
Minh'alma dói.
Dói muito.
Muito precisa.
Precisa respostas.
Respostas alheias.
Alheias estão.
Estão seguindo.
Seguindo caminham.
Caminham alegres.
Alegres liberdades.
Liberdades absolutas.
Absolutas resoluções.
Resoluções assertivas.
Assertivas são.
São libertadoras.
Libertadoras salvam.
Salvam conhecimento.
Conhecimento necessário.
Necessário resistir.
Resistir, sorrir.
Sorrir feliz.
Feliz fim.
Fim.
Ouça-te.
Tristeza...
Alegria triste ao amar a liberdade de quem ama.
Pois que já não conhece sua realidade.
Que já estragastes o passado.
Mas não importa o quanto doa!
Seguirei de cabeça em riste mirando ao futuro!
Sim!
Pois a vida é tudo aquilo que nos cerca.
Não a possuímos e portanto não há como entregá-la a alguém!
Há como suicidar-se.
Há como elevar o risco que a vida pode proporcionar.
Adrenalina...
Sim, há corpos que sustentam-se por adrenalina não importa o preço ao corpo ou a alma!
E em busca desta droga, se lança, se joga à paixões, emoções, tão ferozmente quanto um cão faminto!
Quanto a chama atômica!
Quanto pode se perder em labirinto infinito.
Loucura...
Pode levar a loucura, sim a morte em vida de lapsos de realidade e vergonha de tua insanidade.
É a morte em vida, a morte em vida, a dor em carne viva.
Mas há de ser mais forte!
Tranquilizar-se e crer que nada disso existe!
Pois que tudo é energia.
Nada é infinito!
Somente o criador da finitude.
E portanto há que viver cada momento.
Sentimento sim, mas com a razão ao seu lado.
Ouvir teu verdadeiro ser!
Nada mais importa!
Ouça-te!
Alegria triste ao amar a liberdade de quem ama.
Pois que já não conhece sua realidade.
Que já estragastes o passado.
Mas não importa o quanto doa!
Seguirei de cabeça em riste mirando ao futuro!
Sim!
Pois a vida é tudo aquilo que nos cerca.
Não a possuímos e portanto não há como entregá-la a alguém!
Há como suicidar-se.
Há como elevar o risco que a vida pode proporcionar.
Adrenalina...
Sim, há corpos que sustentam-se por adrenalina não importa o preço ao corpo ou a alma!
E em busca desta droga, se lança, se joga à paixões, emoções, tão ferozmente quanto um cão faminto!
Quanto a chama atômica!
Quanto pode se perder em labirinto infinito.
Loucura...
Pode levar a loucura, sim a morte em vida de lapsos de realidade e vergonha de tua insanidade.
É a morte em vida, a morte em vida, a dor em carne viva.
Mas há de ser mais forte!
Tranquilizar-se e crer que nada disso existe!
Pois que tudo é energia.
Nada é infinito!
Somente o criador da finitude.
E portanto há que viver cada momento.
Sentimento sim, mas com a razão ao seu lado.
Ouvir teu verdadeiro ser!
Nada mais importa!
Ouça-te!
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