Derrota...
Arrota pra fora todos os putrefatos gazes nos alimentos não digeridos...
Tende a vilipendiar a própria existência.
Enche de certa malemolência.
Aquele que em tempos idos laborava com excelência.
Entorpece a razão.
Na mesma proporção da inércia.
Desmonta a realidade.
Monta um mundo surreal.
Inimaginável para aqueles que não passam de coadjuvantes.
Emana da pluralidade da personalidade.
Matéria prima para a combustão.
Combustão da razão em detrimento ao impulso.
Sentimento, emoção.
Esquece-se de si mesmo.
Já não tem parâmetros se é dia ou noite.
Não sabe nem mesmo que é...
Como determinar fenômeno externo.
Se internamente reina a disparidade de emoções.
São pequenas convulsões, calafrios, palavrões...
E os dias vão passando.
Rapidamente vão levando.
A vida a diante.
E ainda que inconstante.
Ela segue sem algoz.
Pois que a busca por si mesmo.
Lhe traz novamente a voz.
Não mais o grunhido irracional de outrora.
Pois agora a alvorada desflora.
E o ser volta a ser.
Falta ânimo é fato.
Mas é processo lento, não é rápido.
Espera-se dele paciência, inteligência ou ciência?
Enfim, algo que não possui.
E que pode levar o desenvolvimento ao abismo.
Portanto é uma guerra constante.
Forças diversas, conflitantes.
Revirando o submundo do eu.
Mas para que tantas palavras e explicações...
O sofrimento não é teu!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
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