Rio corre.
Em pulsações irriga.
Cérebro, pele, corpo...
Mas já não irriga mais meu coração.
Chaminé em casa na neve.
Para esquentar nos serve.
Lareira, carvalho, agasalho...
Que sem fogo não me esquenta mais não.
Sol estrela.
Para brilhar incendeia.
Poder, brilho, explosão...
Quando morta não causa nada além de escuridão...
Praia, lindo mar.
Da sereia o seu lar.
Ondas, areia, verão.
Mas quando é inverno triste é a inversão...
Consciência, inteligível inteligência.
Máquina complexa, um enigma até então.
Pensamentos, impulsos, imaginação.
Se para bem não servir, servirá para a auto destruição.
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