Amor, um sentimento, o sentimento...
Mas não sería mais que um cento?
Não entendas como paixão...
Não digas que é aó isso não...
Se pensares assim, não passa de triste ilusão...
Amor é compaixão.
Amor sublime é a expressão.
Através de olhares, atos, fatos...
Amor é cumplicidade.
Entregar-se sem nenhuma maldade.
Confiaça é!
E se ainda quiser.
É fogo, carinho, desejar, mas nunca possuir.
Pois nem a ti mesmo o tens!
O verdadeiro amor é liberdade!
É o bem querer, ainda que seja longe que for!
Pois é o querer bem, incondicionalmente...
Portanto se é pernicioso o que sentes e ainda assim ama...
Afaste-se, liberte o bem amado!
Lhe dê asas!
Suporte teu vôo!
E o sinta que ainda distante é feliz!
Pois desta felicidade do amado, o amante se compraz.
É confortado, sente-se nos céus.
Pois sabe, digo mais, sente, que seu amor é feliz.
E que é o amor senão o amor ao próximo?
Ainda que distante...
Vai!
Siga avante!
Viva!
Permita que seu amor viva!
E viva a felicidade deste amor inconfundível,
Que vai além dos anos, dos céculos, milênios, é eterno.
É terno, sincero...
É amor.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Pecados....
Dentre eles a ira é minha mais nociva companheira.
Acompanha a insegurança.
Hipotetiza sobre dúvidas as quais não tem o menor controle...
Leva-me a cólera nociva ao receptáculo de minhalma.
Incentiva atos insensatos...
Destrói confianças, sentimentos, quem sabe até mesmo boas lembranças...
Enfim, devo luutar comigo mesmo para que esta não me domine, não se acerque,depende de mim não colocar-me en situações de risco, pois há momentos em que torcemos para que seja usada a ira que colerizaria as atitudes diante a algum evento contraditório, contrário a tua egocêntrica vontade ou que vá contra a "boa posturas" as quais deseja impor a sociedade, como a palmatótia do mundo...
Triste e fraco egocêntrico...
Há de aprender a ser manso e pacífico, permitir que penetre em si mesmo sua própria essência, a cual deseja evoluir além da matéria e suas mazelas.
Acompanha a insegurança.
Hipotetiza sobre dúvidas as quais não tem o menor controle...
Leva-me a cólera nociva ao receptáculo de minhalma.
Incentiva atos insensatos...
Destrói confianças, sentimentos, quem sabe até mesmo boas lembranças...
Enfim, devo luutar comigo mesmo para que esta não me domine, não se acerque,depende de mim não colocar-me en situações de risco, pois há momentos em que torcemos para que seja usada a ira que colerizaria as atitudes diante a algum evento contraditório, contrário a tua egocêntrica vontade ou que vá contra a "boa posturas" as quais deseja impor a sociedade, como a palmatótia do mundo...
Triste e fraco egocêntrico...
Há de aprender a ser manso e pacífico, permitir que penetre em si mesmo sua própria essência, a cual deseja evoluir além da matéria e suas mazelas.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Ouvindo o rio...
Margeado por todo corpo, segue o rio a sorrir.
Nos pulmões a nescente destas artérias correntes, fluem ao compasso do coração.
Sempre levando muitos e muitos nutrientes, regam todo o sistema como o faz sem sentir.
O deságue cerebral, muscular, de tantos e tantos deltas celulares, segue perene em seu ritmo próprio.
Elevado por sentimentos nobres, ou outros nem tanto, são como tempestades que agitam as corredeiras, mas seguem a irrigar, ao coração sempre a bombear...
Para nós este rio não passa de sustentáculo, meio, coisa...
Entretanto muito mais o é!
É parte do ciclo, é força é o repositório da alma, aquela que anima e colore este, aparentemente tão frágil e fadado as ruinas do tempo.
Mas ainda assim, traduz o que a alma o é.
To ter ou não ter aquela fé, de que um dia é somente um segundo para o que move, ainda que sejam vinte e quatro horas para o corpo físico.
É deste óleo de paciência, fé, virtudes diversas que devemos untar nossos pensamentos, águias a sobrevoar os rios, cardumes de salmons a percorrer as bifurcações deste mesmo rio, para que deles possam zelar.
Para que nós possamos ouvir os seus sublimes sons, que existem para todos, mas só os escuta que o deseja escutar.
Nos pulmões a nescente destas artérias correntes, fluem ao compasso do coração.
Sempre levando muitos e muitos nutrientes, regam todo o sistema como o faz sem sentir.
O deságue cerebral, muscular, de tantos e tantos deltas celulares, segue perene em seu ritmo próprio.
Elevado por sentimentos nobres, ou outros nem tanto, são como tempestades que agitam as corredeiras, mas seguem a irrigar, ao coração sempre a bombear...
Para nós este rio não passa de sustentáculo, meio, coisa...
Entretanto muito mais o é!
É parte do ciclo, é força é o repositório da alma, aquela que anima e colore este, aparentemente tão frágil e fadado as ruinas do tempo.
Mas ainda assim, traduz o que a alma o é.
To ter ou não ter aquela fé, de que um dia é somente um segundo para o que move, ainda que sejam vinte e quatro horas para o corpo físico.
É deste óleo de paciência, fé, virtudes diversas que devemos untar nossos pensamentos, águias a sobrevoar os rios, cardumes de salmons a percorrer as bifurcações deste mesmo rio, para que deles possam zelar.
Para que nós possamos ouvir os seus sublimes sons, que existem para todos, mas só os escuta que o deseja escutar.
O ciclo.
Tudo que existe podemos notar que fazem parte de ciclos.
Independente de vida, de tipo de matéria, energia, o que quer que seja funciona através de ciclos.
Talvez nós humanos ainda não tenhamos vivido neste orbe o suficiente para enxergar os mega ciclos os quais o universo vive.
Acredito ser óbvio o que escrevo e até mesmo uma grande bobagem...
Mas simultâneamente, sinto-me impelido a escrever sobre o ciclo do ser humano, que é sempre ensinado desde a mais tenra juventude que é um ciclo de nescimento, crescimento e morte... Entretanto nos meandros de cada estágio em que vivemos, há muitos componentes físicos, químicos e digamos "espirituais" envolvidos nesta cadeia. E percebo que ela é a mesma para todos... Independente da geografia, do meio social, dos nomes, laços sanguíneos, idependente de qualquer coisa, todos nós "passamos" por esta etapa, vivenciamos estes passos. Entretanto quanto a exeperimentação e percepção das coisas materiais, nosso meio de vida, cada um possúi uma gama de sensores os quais processados pela razão e envoltos pelos sentimentos gerados por tal resultado, desenvolvem resultados diferentes, sentem mais frio no caso de um sentido tático, sentem inveja por anseiar aquilo que outrem o possui, enfim, diversos são os fatores limitadores do sofrimento e aprendizado impostos a cada ser durante a sua jornada.
Assim, as virtudes funcionam como óleo necessário para lubrificar as engrenagens da vida, que em maior quantidade libertam as engrenagens e por sabermos a respsito da relatividade do tempo, a vida se processa velozmente, ativa, enérgica! A falta desta lubrificação, faz com que haja o ranger dos dentes das engrenagens, o tempo se esvai mais lentamente, o organismo tende a deteriorar-se pelo atrito das idéias dos sentimentos vãos e sofre-se muito mais...
Peço a Deus, ou a inteligência suprema que seja, a qual leva a capacidade de "lubrificação" das engrenagens compreendidas em cada ciclo que esteja desenvolvendo-se, que traga-me bastante óleo! E que eu tenha um recipiente a altura, grande o suficiente para receber o que certamente Ele sempre lança a todos.
Independente de vida, de tipo de matéria, energia, o que quer que seja funciona através de ciclos.
Talvez nós humanos ainda não tenhamos vivido neste orbe o suficiente para enxergar os mega ciclos os quais o universo vive.
Acredito ser óbvio o que escrevo e até mesmo uma grande bobagem...
Mas simultâneamente, sinto-me impelido a escrever sobre o ciclo do ser humano, que é sempre ensinado desde a mais tenra juventude que é um ciclo de nescimento, crescimento e morte... Entretanto nos meandros de cada estágio em que vivemos, há muitos componentes físicos, químicos e digamos "espirituais" envolvidos nesta cadeia. E percebo que ela é a mesma para todos... Independente da geografia, do meio social, dos nomes, laços sanguíneos, idependente de qualquer coisa, todos nós "passamos" por esta etapa, vivenciamos estes passos. Entretanto quanto a exeperimentação e percepção das coisas materiais, nosso meio de vida, cada um possúi uma gama de sensores os quais processados pela razão e envoltos pelos sentimentos gerados por tal resultado, desenvolvem resultados diferentes, sentem mais frio no caso de um sentido tático, sentem inveja por anseiar aquilo que outrem o possui, enfim, diversos são os fatores limitadores do sofrimento e aprendizado impostos a cada ser durante a sua jornada.
Assim, as virtudes funcionam como óleo necessário para lubrificar as engrenagens da vida, que em maior quantidade libertam as engrenagens e por sabermos a respsito da relatividade do tempo, a vida se processa velozmente, ativa, enérgica! A falta desta lubrificação, faz com que haja o ranger dos dentes das engrenagens, o tempo se esvai mais lentamente, o organismo tende a deteriorar-se pelo atrito das idéias dos sentimentos vãos e sofre-se muito mais...
Peço a Deus, ou a inteligência suprema que seja, a qual leva a capacidade de "lubrificação" das engrenagens compreendidas em cada ciclo que esteja desenvolvendo-se, que traga-me bastante óleo! E que eu tenha um recipiente a altura, grande o suficiente para receber o que certamente Ele sempre lança a todos.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Quem sou.
Tudo nas mãos...
Coração enorme, repleto de sentimentos!
Nada na cabeça, ou tudo na cabeça, siceramente não sei...
Castelo encantado.
Desencanto desalmado.
Ilusórios prazeres sensoriais.
Nada que não haja entre os mortais.
Entretanto hoje enchergo para meu espanto.
Que por impulso,
Por injusto, mais injusto que tenha sido comigo mesmo.
Não usei da razão.
Não construí uma bela mansão...
Não!!!
Gastei...
Simplesmente gastei meu suor em lágrimas...
Não planejei, deixei que o plano vosse o vento, movido pelo impulso...
Sonhei, isto sim sonhei, mas depois de um passado que é bastante pesado.
E agora quem eu sou?
Lhe pergunto?
Quem eu sou?
Um saco de certezas, sentimentos cravados em meu coração...
Mente e confianças degradadas pela insensatez...
Ainda que haja esperança devo admitir...
"Que o passado é uma roupa que não nos serve mais..."
Sim...
Somente o presente é a vida.
Mas só de imaginar o quanto perdi por minhas próprias mãos...
Por minha insanidade, instabilidade em vão...
Dói...
Dói muito não poder ter a alegria de tempos difíceis, mas que tornavam minhas semanas esperançosas de premiar-me ao ver minha estrela.
Agora só mesmo olhando aos céus...
Ou ao acaso, que mora ao lado...
É difícil sim, mas lutarei para conseguir meu espaço.
Lutarei para seguir os meus passos.
E quem sabe um dia viver os sonhos mais lindos que já sonhei.
Coração enorme, repleto de sentimentos!
Nada na cabeça, ou tudo na cabeça, siceramente não sei...
Castelo encantado.
Desencanto desalmado.
Ilusórios prazeres sensoriais.
Nada que não haja entre os mortais.
Entretanto hoje enchergo para meu espanto.
Que por impulso,
Por injusto, mais injusto que tenha sido comigo mesmo.
Não usei da razão.
Não construí uma bela mansão...
Não!!!
Gastei...
Simplesmente gastei meu suor em lágrimas...
Não planejei, deixei que o plano vosse o vento, movido pelo impulso...
Sonhei, isto sim sonhei, mas depois de um passado que é bastante pesado.
E agora quem eu sou?
Lhe pergunto?
Quem eu sou?
Um saco de certezas, sentimentos cravados em meu coração...
Mente e confianças degradadas pela insensatez...
Ainda que haja esperança devo admitir...
"Que o passado é uma roupa que não nos serve mais..."
Sim...
Somente o presente é a vida.
Mas só de imaginar o quanto perdi por minhas próprias mãos...
Por minha insanidade, instabilidade em vão...
Dói...
Dói muito não poder ter a alegria de tempos difíceis, mas que tornavam minhas semanas esperançosas de premiar-me ao ver minha estrela.
Agora só mesmo olhando aos céus...
Ou ao acaso, que mora ao lado...
É difícil sim, mas lutarei para conseguir meu espaço.
Lutarei para seguir os meus passos.
E quem sabe um dia viver os sonhos mais lindos que já sonhei.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Estrela.
Como num sonho vejo a estrela a brilhar.
Não está em seu palco brilhante.
Mas não obstante, me estremece, faz sorrir.
Dá vontade de cantar...
Além das flores,
Além dos anjos,
Está a brilhante estrela a brilhar.
Ela clareia o olhar.
Deste que ainda cambaleia a andar.
Diria a arrastar seu pesado passado...
Como um pássaro com pesada argola nos pés.
Não sente-se digno ao admirar tão linda Estrela.
Mas sen titubear, lança-se a voar.
Além das flores,
Além dos Anjos,
Voa forte, voa firme com a certeza do sentir, e estrela a encontrar.
Mas ainda é fraco.
E junto a estrela não pode como gostaría, acompanhar...
Mas há de suportar, fortalecer suas asas e enfim belo vôo alçar.
Além das flores,
Além dos Anjos,
E junto a ascenssão da Estrela coração, asume seus erros, pede perdão.
Estará a acompanhar.
A sorrir.
A consolar.
A admitir.
Que ainda que seja grande, seu coração, há somente espaço para uma fêmea a amar.
A amada Estrela a brilhar.
Não está em seu palco brilhante.
Mas não obstante, me estremece, faz sorrir.
Dá vontade de cantar...
Além das flores,
Além dos anjos,
Está a brilhante estrela a brilhar.
Ela clareia o olhar.
Deste que ainda cambaleia a andar.
Diria a arrastar seu pesado passado...
Como um pássaro com pesada argola nos pés.
Não sente-se digno ao admirar tão linda Estrela.
Mas sen titubear, lança-se a voar.
Além das flores,
Além dos Anjos,
Voa forte, voa firme com a certeza do sentir, e estrela a encontrar.
Mas ainda é fraco.
E junto a estrela não pode como gostaría, acompanhar...
Mas há de suportar, fortalecer suas asas e enfim belo vôo alçar.
Além das flores,
Além dos Anjos,
E junto a ascenssão da Estrela coração, asume seus erros, pede perdão.
Estará a acompanhar.
A sorrir.
A consolar.
A admitir.
Que ainda que seja grande, seu coração, há somente espaço para uma fêmea a amar.
A amada Estrela a brilhar.
domingo, 12 de julho de 2009
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