terça-feira, 14 de julho de 2009

Quem sou.

Tudo nas mãos...
Coração enorme, repleto de sentimentos!
Nada na cabeça, ou tudo na cabeça, siceramente não sei...

Castelo encantado.
Desencanto desalmado.
Ilusórios prazeres sensoriais.
Nada que não haja entre os mortais.

Entretanto hoje enchergo para meu espanto.
Que por impulso,
Por injusto, mais injusto que tenha sido comigo mesmo.
Não usei da razão.
Não construí uma bela mansão...
Não!!!

Gastei...
Simplesmente gastei meu suor em lágrimas...
Não planejei, deixei que o plano vosse o vento, movido pelo impulso...
Sonhei, isto sim sonhei, mas depois de um passado que é bastante pesado.

E agora quem eu sou?
Lhe pergunto?
Quem eu sou?
Um saco de certezas, sentimentos cravados em meu coração...
Mente e confianças degradadas pela insensatez...
Ainda que haja esperança devo admitir...
"Que o passado é uma roupa que não nos serve mais..."
Sim...
Somente o presente é a vida.

Mas só de imaginar o quanto perdi por minhas próprias mãos...
Por minha insanidade, instabilidade em vão...
Dói...
Dói muito não poder ter a alegria de tempos difíceis, mas que tornavam minhas semanas esperançosas de premiar-me ao ver minha estrela.
Agora só mesmo olhando aos céus...
Ou ao acaso, que mora ao lado...
É difícil sim, mas lutarei para conseguir meu espaço.
Lutarei para seguir os meus passos.
E quem sabe um dia viver os sonhos mais lindos que já sonhei.

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