Transfiro ao teclado, a tela, ao papel, enfim, a algum substrato aquilo que sinto, que me chama a atenção, que aflora desde minha alma a minha mão.
Penso na beleza sim, quem não deseja a beleza? Mas nada vale se for vazia, parnasiana... E por que expor? Ego... Sim, este é o principal motivo, admito. Desejo que possa ser útil, admirada, sei lá, utilizada por mais alguém. Mas me desmentindo, o principal motivo é expressar de forma pacífica, as vezes métrica, evitando muitas vezes que eu "engula sapos" ou me auto-flagele. Mas por outras vezes é um recado cifrado que desejo ser interpretado para quem escrevi, é um desabafo de coração apertado e sem coragem talvez de falar diante de quem me inspirou...
Mas o que aho fantástico é que tudo isso pode e é interpretado de infinitas maneiras de acordo com quem lê! Ou seja, não é somente o que senti ou escrevi! Pode ser muito mais ou muito menos... É na verdade um mistério que ficará lançado ao tempo, ao vento... Assim como eu...
sábado, 22 de maio de 2010
Se liga!
Essa utopia...
...é engolida pela pia.
Pois é pranto.
De tristeza e espanto.
Mas um dia, ah um dia...
Há de de vir brisa.
Secar a lágrima que pendia.
E acordar de triste sonho, divisa.
Pois da realidade não tenho mais certeza.
De tanto que sonhei.
E igualmente do tanto que não realizei.
Olhar que a realidade é uma grande pobreza.
Mas há de ser passado.
Há de ser esmagado.
Pelo tempo, ultrapassado.
E eu acompanharei o presente, sem que esteja exausto, cansado.
Porque é preciso aprender.
É imprescindível estar, neste momento ser.
Livre arbítrio com sapiência exercer.
E assim nunca mais ter pesar de viver.
...é engolida pela pia.
Pois é pranto.
De tristeza e espanto.
Mas um dia, ah um dia...
Há de de vir brisa.
Secar a lágrima que pendia.
E acordar de triste sonho, divisa.
Pois da realidade não tenho mais certeza.
De tanto que sonhei.
E igualmente do tanto que não realizei.
Olhar que a realidade é uma grande pobreza.
Mas há de ser passado.
Há de ser esmagado.
Pelo tempo, ultrapassado.
E eu acompanharei o presente, sem que esteja exausto, cansado.
Porque é preciso aprender.
É imprescindível estar, neste momento ser.
Livre arbítrio com sapiência exercer.
E assim nunca mais ter pesar de viver.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Pomoć mene!
Što sam učinio?
Ono što ja ne?
Ako ja licemjerje vjerovati u sebe ja mogu učiniti o nekome?
Im confused!
Sad ...
Žao nam je wonderfull djevojka!
Nažalost moj kukavičluk ...
Žao mi tišina ...
Uvijek sam govorio ono što sam stvarno osjetio!
Ono što ja stvarno želim!
Da volim te ...
Ja ne znam što ja mogu učiniti da promijenite sve ovo ...
Ja stvarno ne znam ...
Reci mi molim te?
Ono što ja ne?
Ako ja licemjerje vjerovati u sebe ja mogu učiniti o nekome?
Im confused!
Sad ...
Žao nam je wonderfull djevojka!
Nažalost moj kukavičluk ...
Žao mi tišina ...
Uvijek sam govorio ono što sam stvarno osjetio!
Ono što ja stvarno želim!
Da volim te ...
Ja ne znam što ja mogu učiniti da promijenite sve ovo ...
Ja stvarno ne znam ...
Reci mi molim te?
Desejo. (Presente de minha amiga Bih)
Sei que posso estar longe mas sinto como se algo me chamasse pra dentro de
ti
Seus olhos me dizem o que seus lábios não podem dizer
Sua alma ao encontrar com a minha, mesmo que por um sonho
Me deslumbra de prazer. Quero, preciso encontrar-te.
Meu ser em busca do seu e minha alma invade meus delírios mais loucos.
Desejo, desatino, não importa, preciso chegar em você.
Desejo-te agora, sempre, numa busca inconstante por ti.
ti
Seus olhos me dizem o que seus lábios não podem dizer
Sua alma ao encontrar com a minha, mesmo que por um sonho
Me deslumbra de prazer. Quero, preciso encontrar-te.
Meu ser em busca do seu e minha alma invade meus delírios mais loucos.
Desejo, desatino, não importa, preciso chegar em você.
Desejo-te agora, sempre, numa busca inconstante por ti.
Texto escrito pela querida amiga Bih!
"Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só nem nos
deixa sós. Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo. Há
os que levam muito, mas há os que não levam nada. Essa é a maior
responsabilidade de nossa vida, e a prova de que duas almas não se
encontram ao acaso."
deixa sós. Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo. Há
os que levam muito, mas há os que não levam nada. Essa é a maior
responsabilidade de nossa vida, e a prova de que duas almas não se
encontram ao acaso."
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Nostalgia...
Leve como folha ao vento.
Leve sentimento.
Respiro sem pensar.
Sonho com lindos momentos.
Belos movimentos.
Livres a amar.
Sempre como entrelaçados.
Corpos quentes, suados.
Agora deleitam-se sob o luar.
Amor lido assim.
Nunca eu senti.
Desde que te vi.
Está dentro de mim.
Mas demasiado amor.
Presionando a flor.
Pode maltratar.
E o tempo avança.
E eu como criança.
Não sei me remedar.
Por tamanho encanto.
Do sorriso ao pranto.
Hoje só posso sonhar.
Amor lido assim.
Nunca eu senti.
Desde que te vi.
Está dentro de mim.
Mas agente amadurece.
Ou se entorpece.
Para a dor passar.
E sob a mesma lua.
Lembro silhueta nua.
Entre o céu e o mar.
Guardo os felizes monentos.
Pois os bons sentimentos.
Sempre irei guardar
Leve sentimento.
Respiro sem pensar.
Sonho com lindos momentos.
Belos movimentos.
Livres a amar.
Sempre como entrelaçados.
Corpos quentes, suados.
Agora deleitam-se sob o luar.
Amor lido assim.
Nunca eu senti.
Desde que te vi.
Está dentro de mim.
Mas demasiado amor.
Presionando a flor.
Pode maltratar.
E o tempo avança.
E eu como criança.
Não sei me remedar.
Por tamanho encanto.
Do sorriso ao pranto.
Hoje só posso sonhar.
Amor lido assim.
Nunca eu senti.
Desde que te vi.
Está dentro de mim.
Mas agente amadurece.
Ou se entorpece.
Para a dor passar.
E sob a mesma lua.
Lembro silhueta nua.
Entre o céu e o mar.
Guardo os felizes monentos.
Pois os bons sentimentos.
Sempre irei guardar
terça-feira, 18 de maio de 2010
MEDO.
Medo!
Imaginária barreira.
Entre a realidade e o pesadelo.
Triste ilusão sobre realidade verdadeira.
Pode ser proteção.
Sem exageiro alerta o perigo.
Mas se causar paralização.
É um grande inimigo.
O porvir não existe.
É agora construido.
Caso o construtor exite.
Ou não existirá ou será destruido.
Passada a barreira do desespero.
A maior parte das vezes revisa antiga idéia.
Segue adiante deixando para trás aquele erro.
O erro do mal pensar, triste miséria...
Imaginária barreira.
Entre a realidade e o pesadelo.
Triste ilusão sobre realidade verdadeira.
Pode ser proteção.
Sem exageiro alerta o perigo.
Mas se causar paralização.
É um grande inimigo.
O porvir não existe.
É agora construido.
Caso o construtor exite.
Ou não existirá ou será destruido.
Passada a barreira do desespero.
A maior parte das vezes revisa antiga idéia.
Segue adiante deixando para trás aquele erro.
O erro do mal pensar, triste miséria...
Zen.
Dia lindo de Sol.
Céu azul a emoldurar.
Lança ao mar de vida o anzol.
Desejando a felicidade encontrar.
Brisa fresca envolvente.
Caminhar pelas ruas livre sob a sobra das árvores.
Sinto o clima leve, inocente.
Mas não deixo de admirar lindas femeas, inimagináveis.
E nesta imensidão de cores.
Neste vasto universo de possibilidades.
Não á espaço para dores.
Nem mesmo se lembrar das fragilidades.
Neste sublime momento.
És uno.
És simplesmente mais um elemento.
Não é Gabriela, Lígia, Rafael nem Bruno.
És partícula do todo.
És tudo ou quase nada.
Não um individualista tolo.
Mas uma alma elevada.
Tem visão vasta.
Sente com todos os sentidos.
Não há mais matéria.
Somente poderes infinitos.
Pois todos podemos almejar.
Respirando profundamente.
Em postura de bem estar.
Lançar a busca de todo o potencial do ser, da alma, da mente.
Céu azul a emoldurar.
Lança ao mar de vida o anzol.
Desejando a felicidade encontrar.
Brisa fresca envolvente.
Caminhar pelas ruas livre sob a sobra das árvores.
Sinto o clima leve, inocente.
Mas não deixo de admirar lindas femeas, inimagináveis.
E nesta imensidão de cores.
Neste vasto universo de possibilidades.
Não á espaço para dores.
Nem mesmo se lembrar das fragilidades.
Neste sublime momento.
És uno.
És simplesmente mais um elemento.
Não é Gabriela, Lígia, Rafael nem Bruno.
És partícula do todo.
És tudo ou quase nada.
Não um individualista tolo.
Mas uma alma elevada.
Tem visão vasta.
Sente com todos os sentidos.
Não há mais matéria.
Somente poderes infinitos.
Pois todos podemos almejar.
Respirando profundamente.
Em postura de bem estar.
Lançar a busca de todo o potencial do ser, da alma, da mente.
Restos de minha alma ( Por Gabi )
Conflitante e desesperador esse rito que me impõe,
Dessa vida que se arrasta
Nesse lodo provocante
Que se agarra em minha alma.
Nessa vida passageira que se faz tão sorrateira,
Tão distante do comum
Nesse vicio que se prende
Que se fez tão infeliz.
Nesse pulso imperfeito
Que a penumbra se fez lar
Dessa vida que se arrasta
Nesse mar de lodo e lava.
Desse inferno delirante
Sem caminho pra voltar...
Dessa vida que se arrasta
Nesse lodo provocante
Que se agarra em minha alma.
Nessa vida passageira que se faz tão sorrateira,
Tão distante do comum
Nesse vicio que se prende
Que se fez tão infeliz.
Nesse pulso imperfeito
Que a penumbra se fez lar
Dessa vida que se arrasta
Nesse mar de lodo e lava.
Desse inferno delirante
Sem caminho pra voltar...
domingo, 16 de maio de 2010
Insaciável.
Caminha com destino certo.
Apressado caminha a suar.
Busca água em meio ao deserto.
Quando encontra então vira mar.
As ondas encobrem.
A mente a surtar.
Neurônios já dormem.
Só o desejo a alimentar.
Triste estado.
O tempo não dura.
Estará embotado.
A dor já susurra.
Mais um bocado?
Dualidade explode!
Sim ou não? Decidir complicado.
E o chão o sacode.
Sem resposta apressa.
Nem mais sabe, obedece.
Só uma coisa interessa.
Mas sem controle, acontece.
Gira, roda, continua.
Desafia a morte éo que parece para mim.
E segue realidade crua.
Com sangue, lágrimas, suor e talvez o fim.
Apressado caminha a suar.
Busca água em meio ao deserto.
Quando encontra então vira mar.
As ondas encobrem.
A mente a surtar.
Neurônios já dormem.
Só o desejo a alimentar.
Triste estado.
O tempo não dura.
Estará embotado.
A dor já susurra.
Mais um bocado?
Dualidade explode!
Sim ou não? Decidir complicado.
E o chão o sacode.
Sem resposta apressa.
Nem mais sabe, obedece.
Só uma coisa interessa.
Mas sem controle, acontece.
Gira, roda, continua.
Desafia a morte éo que parece para mim.
E segue realidade crua.
Com sangue, lágrimas, suor e talvez o fim.
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