terça-feira, 18 de maio de 2010

Zen.

Dia lindo de Sol.
Céu azul a emoldurar.
Lança ao mar de vida o anzol.
Desejando a felicidade encontrar.

Brisa fresca envolvente.
Caminhar pelas ruas livre sob a sobra das árvores.
Sinto o clima leve, inocente.
Mas não deixo de admirar lindas femeas, inimagináveis.

E nesta imensidão de cores.
Neste vasto universo de possibilidades.
Não á espaço para dores.
Nem mesmo se lembrar das fragilidades.

Neste sublime momento.
És uno.
És simplesmente mais um elemento.
Não é Gabriela, Lígia, Rafael nem Bruno.

És partícula do todo.
És tudo ou quase nada.
Não um individualista tolo.
Mas uma alma elevada.

Tem visão vasta.
Sente com todos os sentidos.
Não há mais matéria.
Somente poderes infinitos.

Pois todos podemos almejar.
Respirando profundamente.
Em postura de bem estar.
Lançar a busca de todo o potencial do ser, da alma, da mente.

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