Essa utopia...
...é engolida pela pia.
Pois é pranto.
De tristeza e espanto.
Mas um dia, ah um dia...
Há de de vir brisa.
Secar a lágrima que pendia.
E acordar de triste sonho, divisa.
Pois da realidade não tenho mais certeza.
De tanto que sonhei.
E igualmente do tanto que não realizei.
Olhar que a realidade é uma grande pobreza.
Mas há de ser passado.
Há de ser esmagado.
Pelo tempo, ultrapassado.
E eu acompanharei o presente, sem que esteja exausto, cansado.
Porque é preciso aprender.
É imprescindível estar, neste momento ser.
Livre arbítrio com sapiência exercer.
E assim nunca mais ter pesar de viver.
sábado, 22 de maio de 2010
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