sábado, 15 de agosto de 2009

Like a Moon...

I am like a Moon.
I need the star, the sun, to appear, to exist for the human eyes.
I can't live without your rays...
There isn't reasons to try survive
Because just is impossible...
I have tried to be real through the comet's shine.
But that just passes through into my life...

Please transforms this dark astro in pieces!
Shoot me down into deep space!
There is no reasons to stay here.
There is no reasons to survive destroyed.
Please shoot!
Shoot!

Some day that rays make me shine, shine, shine.
Happy days!
Happy nights!
The Star heat, gives me peace.
Your complexity make me instigate my feelings.
Instigate my heart beat!
But now, where are you?
Where i am?

Please transform this dark astro in pieces!
Shoot me down into deep space!
There is no reasons to stay here.
There is no reasons to survive destroyed.
Please shoot!
Shoot!

I know, i was imperfect, sick...
But please, i didn't knew!
I have tryed to be the best!
I have tryed to give more and more, the best!
But i am sick...
A shit!

Please transform this dark astro in peaces!
Shoot down into deep space!
There is no reasons to stay here.
There is no reasons to survive splitting.
Please shoot!
Shoot!

I'll give your needed peace.
You deserves give the best.
You are young, babe.
You need a long way to reach your great objectives.
And you will!
I know, you will.
It's sad but i won't saty here to watch it.
Live it with you...
Because i lost my orbit...
I will take my own way...

Please transform this dark astro in peaces!
Shoot down into deep space!
There is no reasons to stay here.
There is no reasons to survive splitting.
Please shoot!
Shoot me away!

Green eyes...

Incredible green eyes...
Came at night, turn on the light.
Take me out from the blindness.
But i don't know why...
I don't know who you are...
I just admire your beautiful face.
Your wonderful shine.


If i can.
If you allows.
We can travel through the green of your eyes!
We can dive through the blue sea of my eyes!
I don't have any fear to try.
I don't care about the price that i have to pay trying.
I will...


I was feeling me bad...
I saw your face.
Peace for my soul.
Why?
I don't know.
Your picture, just your picture gives me this peace.
Why?
It isn't just about your beatiful format material.
I feel something more.
I never have touched your skin, maybe your soul.
Really i don't know...


If i can.
If you allows.
We can travel through the green of your eyes!
We can dive through the blue sea of my eyes!
I don't have any fear to try.
I don't care about the price that i have to pay trying.
I will...


Maybe you are too hight to i reach.
Maybe i never will reach your magnificent light.
But i am sure that your shine have reached deeply into my blue eyes.
Maybe was just a dream...
Maybe is just some remnant of a dream sedative amid at my hell?
Or are you an angel's come from sky?
I don't know, really i don't know why...


If i can.
If you allows.
We can travel through the green of your eyes!
We can dive through the blue sea of my eyes!
I don't have any fear to try.
I don't care about the price that i have to pay trying.
I will...

Esperança...

Será que ainda há?
Sim, há...
Há no fundo de minha alma um fio de luz...
Como um aparelho em stand by...
Não sei o que espera para que se faça funcionar.
Anseio por crer em mim.
Deixar de ser apenas milhares de singulares cópias e passar a ser eu mesmo.
Que falta para isso?
Quando aprenderei a amar a mim mesmo?
Quando estarei disposto a viver de verdade?
Deixar de ser esta vítima pobre...
Miserável que tem algum tipo de riqueza, mas não consegue enxergá-la?
Inerte que não deixa de mover-se em círculos?
O que foi isso?
O que é isso?
E este rótulo, de produto vencido a anos?
Sou espelho ou me espelha?
Enfim...
Não desistirei, pelo menos não hoje.
Não hoje...

Dia... Vida...

O dia começa com a resquícios dos sonhos da noite passada, nada muito claro, lúcido, apenas fragmentos, os quais me preocupam, me intrigam...
Traço um paralelo com a vida... O passado... Fincou farpas em minhas mãos... Em meu cérebro... Em meu coração... Ainda assim a alma sofre com estas farpas fincadas e o pior, não são resquícios apenas, há muitos momentos incríveis, momentos medonhos, o inferno, e daí ao céu... Já não sei mais... Não sei...

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O resto.

O resto.
É...
Sou o resto.
O que ficou no fundo da lata.
O que lambeu o cão vira-lata.
Não presto.
E a vida não me larga!

O resto.
É...
Ser o resto.
É o que me resta.
Sentar e chorar.
Sorrir e me alienar
Não me resta mais nada.
E essa vida que não me larga.

O resto.
É...
É o que sobra.
O que não é mais nada que simples migalha.
O que se auto-consome.
Como o verme em carniça abandonada.
Nada mais me consome...
E ainda a aguentar essa vida que não me larga!

O resto!
É...!
Aquilo que foi rejeitado...
Não presta nem para ser doado!
O que foi lançado ao lago.
Quicando como pedra.
E afundando como ela após seus momentos de "vida".
Agora afundou...
Me larga vida miserável!

Essa merda de resto...!
É...!
Chega de mofar...
Estragar...
É hora de chutar.
Chutar essa vida!
Partir para a próxima!
É lançar-se ao inferno!
Pelo menos essa bosta de vida finalmente me largará!

O que pintou na telha...


Girando.


A cessação da dor, e o pulso ainda pulsa.



Perfil do Pico do Papagaio - Grajaú



A dualidade da humanidade.

Help me please!

Please !

Worse than have your body died is when your soul dies.
Even the soul's eternity, it's die when you suffers by your own hands...
So please, let me until the darkness.
Where nothing exists...
When the time is just an name.
And absolutely on a name, a word...
Take my clothes, i don't need anymore!
My content is rotten...
My past have destroyed my future...


Cut the line!
Put me fire!
Please do something to kill me!
And i'll give you my soul!
Just take me from this world!
And punish me with the worse pain.
Please don't you remember to me my past again!


I am tired to live...
When i was born sick, unless the signs of disease...
So the people have treat me normal.
But after punish me with my own hands.
The future was destroyed trought my soul!
No, i don't care about the others!
They will live better without me.
They will leave your dungeon.
I am this fucking dungeon.
I am this fire like a Dragon.
That burn everything that i touch...


Cut the line!
Put me fire!
Please do something to kill me!
And i'll give you my soul!
Just take me from this world!
And punish me with the worse pain.
Just don't remembers my past again please

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Mensagem - Por Chico Xavier

Nasceste no lar que precisavas,
Vestiste o corpo físico que merecias,
Moras onde melhor Deus te proporcionou,
De acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes
Com as tuas necessidades, nem mais,
nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste
espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes, amigos são as almas que atraíste,
com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais,
buscas, expulsas, modificas tudo aquilo
que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos e atitudes....
São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.
Não reclames nem te faças de vítima.
Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograma tua meta,
Busca o bem e viverás melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e
fazer um novo começo,
Qualquer Um pode Começar agora e fazer um Novo Fim.

Chico Xavier - Enviado pela amiga Fabíola

Insight...

Enquanto houver o ciclo solar diante deste orbe teremos esperanças de ao abrir dos olhos a cada manhã, dar o primeiro suspiro consciente e sentir a vida, vivê-la, sem medo, sem lástima, pois a mesma não passa de um piscar de olhos ante a eternidade, nunca deixarei de acreditar nisso. Além disso este envoltório em que nascemos, crescemos e envelhecemos até que seja devolvido ao solo, como disse agora, trata-se apenas de um meio, um vaso onde nós verdadeiramente etéreos possuímos a graça de experimentarmos a materialidade deste mundo, e portanto depende de cada um de nós apenas para que tornemos esta experimentação positiva ou não. Hipócritamente ainda, pois ainda não a possuo, é necessário que se faça forçosamente manter-se a viver o presente, rompendo se pesadas forem as amarras do passado e trazendo somente o que foi aprendido com os erros e acertos e assim fazer deste presente, algo precioso, terra rica onde é plantado a cada instante as sementes para a colheita futura, não apenas a colheita de frutos materiais necessários para a vida material, mas principalmente o intangível, pois o primeiro quedará aqui quando nós etéreos retornarmos ao nosso devido lugar celestial onde iremos levar somente o intangível, aquilo que nós verdadeiramente etéreos acumulamos, criamos, desenvolvemos, tanto o que foi bom quanto o que não o foi, pois retomando nossa universal consciência conscientemente teremos o dia do julgamento, nosso auto julgamento de acordo com o traço divino que sempre carregamos, ainda mesmo na materialidade, em qualquer grau que seja, sempre estará presente e portanto nos cabe ouvi-la através da razão, somados aos sentimentos que o coração sente.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Aguenta!

Nasceu?
É frio aqui fora?
Doeu?
Entrando o ar ao expandir os pulmões.
É...
Agora aguenta!

Chora!
Chama a atenção!
Aprende a barganha...
Agora se arranja.
É...
Agora aguenta!

Aprende!
Leia a lição.
E não pode negar-se senão.
A palmatória come irmão...
É...
Agora aguenta!

Rala!
Presta bastante atenção.
Abaixa a cabeça pro chefe e então.
Executa, reaja!
É...
Agora aguenta!

Deixe-se envolver...
Liga a tv.
Torce pro time do coração.
Além do circo, ainda tem o pão...
É...
Agora aguenta!

Viaja...
Fritura cerebral...
Tum, tum, tum,tum...
Dança mesmo, mas dança bem e espera a bad trip.
É...
Agora aguenta!

Apaixone-se!
Pula de cabeça, entregue-se ao tesão.
E quando o amor chegar, torça para que seja também do lado de lá!
Pois senão cai no abismo, não sentirás o chão!
É...
Agora aguenta!

Enruga...
Sente o tempo passar em vão.
E não adianta fugir pro porão.
Pois é lá que ficarás débil e então o último suspiro...
É...
Agora descansa se tiver coragem...

Novamente os astros do papel...

Mais uma vez...
A derrocada se faz através dos astros de papel.
Ainda que as atitudes já digam tudo.
Ainda há mais este indício...
E por que eu ainda sofro assim?

Não quero nada além do amor...
Impossível ser amigo somente...
Como ter só a amizade de quem ainda amor, desejo o sente?
Impossível..
Sumo.

Já não sei mais sobre o presente.
Não sei como agir.
O que fazer para não sofrer ainda mais...
Sinto uma auto piedade ridícula.
Que irrita, enerva.

Enfim...
Terei de aprender a viver.
Colhendo os frutos dos meus próprios atos.
Quem sabe da verdade que nunca quis ver.
Pois sinto ainda seu gosto seu cheiro.

As lembranças são como filme constante.
Nunca estiveram distantes dos meu pensamento.
Mas é assim que terei de viver.
E crer.
Que o melhor remédio é o tempo...

Se tens pena, pares por piedade.

Se tens pena...
Não chute mais.
Piedade...
É só o que lhe pede o cachorro morto.
Nada além de piedade...

Se o que sentes é pena...
Deixe-a a quem necessita.
Pois a mim me entristece, desarmoniza, irrita...
Portanto deixe-me, se é pena que sentes...

Se não resta mais nada.
Solte-me, afaste-me.
Afaste-se.
Viva próxima daqueles que lhe fazem bem.

Se não fui capaz de fazê-lo nem por mim.
Realmente o que dizem é certo.
Não sou digno de estar ao teu lado.
Pois não conseguirei fazê-lo por mais ninguém...

E mais uma vez sigo na dramaticidade...
Mas é o que eu sinto agora!
Que fazer?
É melhor escrever, por para fora!
E assim acalmar e conseguir adormecer...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Perdido...

Estou perdido.
Não sei mais o que fazer.
Para conter.
Este meu próprio pedido.
De ser melhor que fui.
De não ter medo.
Entender exatamente o que diz e atribui.
Saber lidar com este novo enredo...
Pois senão cairei...
E sem avançar.
Retrocederei.
Não, não quero isso...
Já andei demais.
Se recomeçar for preciso, que não seja por isso.
Lá vou eu...
Triste.
Mas lá vou eu...
Sei que repito demais.
Tá chato.
Chega! Não quero mais!
Vou viver o que resta.
Andando na linha.
Pois a vida não é uma festa.

Esquecimento.

Esqueci de mim mesmo.
Tamanha confusão a atormentar-me.
Não consigo esquecer da confusão que causei a minha vida a partir do momento em que tive asas para voar.
Usei mal meu livre arbítrio.
Causei males a sociedade.
Ainda que seja uma guimba ao chão.
Causei mal a sociedade.
Agora sofro o peso de minha alma repleta de responsabilidades e o sentimento de incapacidade que assalta-me por vezes.
Estou sendo esquecido...
Deixado de lado...
É o tempo...
Foi o mal...
A ausência do bem.
Ausência do limite.
Do céu ao inferno.
Da claridade a escuridão.
Os extremos são companheiros deste caminho a caminhar lentamente chamado de vida.
Entristeço-me por causar tudo isso a mim e principalmente a quem amo...
Mas o passado é um livro que não se pode apagar nem ao menos rasurar...
Portanto o que me resta é levantar a cabeça e seguir adiante.
Em movimento constante, verei os anos passarem.
Quisera surjam oportunidades...
Quisera haja sorte pelo caminho.
Quisera haja amor, nem que seja um pouquinho...
Em lembranças ao menos...
Em sonhos...
Em vida...

Surreal.

Canso de viver surreal.
Interpreto o mundo e os personagens distorcidos.
Tuas vozes não fazem sentido.
Me irrito...

Chega de falar e ser mal interpretado.
De chorar e ainda assim me manter calado
Preciso aprender a me expressar.
Me abafo, me irrito...

Pois que caminho, caminho e não dou um passo sequer.
É uma esteira sob meus pés?
Não, é a vida escorrendo feito areia entre os dedos...
Me atraso, me irrito...

Não me venha dizer nada enquanto a ira não passar.
Nestes momentos não é possível nem mesmo falar ou interpretar a outrem.
Se entro em conflito comigo mesmo.
Me frustro, me irrito...

Enfim, após a tempestade, na hora da bonança.
Quando tudo parece tranquilo.
É quando tudo inicia novamente.
Volte a primeira frase deste texto...
E entenderás como funciona o surrealismo de certas mentes.

Incapacidade incapacitante.

Incapacidade.
Incapacitante.
Incapaz de capar o capacete pensante.
Capaz de atear fogo a carcaça capaz.
Capuz, sim capuz.
Esconde o pus.
Veste os nus.
De pensamentos vãos.
Seguem errantes pelo mundão.
Vasto espaço para vagar.
A procurar seu lar.
Sem esperança de encontrar.
Incapaz.
De perceber que a paz.
Que tanto o compraz.
Está dentro de quem é são de quem faz.
Sagas.
Mas sem gás.
Não vê teu primordial elemento.
A bruma esconde o pensamento.
O distancia deste momento.
O remete ao passado ou ao futuro.
Algo realmente duro.
Precisa ser mais puro.
Sair deste escuro.
Onde aprisiona-se como um nulo.

Apenas viver.

Lá fora faz frio, é cinza, é triste, meu sol já não me aquece.
Aqui dentro há luto e há dúvida se você me esquece.
Além da solidão, melancolia, falta de alegria.
E ainda que na multidão, não há nenhuma folia,
Dentro deste turbilhão não consigo mais pensar.
Por favor me tira daqui me guia até a saída.

Não há como escapar.
Dos erros há de aprender, refazer, acertar.
Mas nunca, nunca...
Pense em morrer a si mesmo matar...

Tomo as químicas.
Faço minhas mímicas.
Mas ninguém as vê, ninguém as vê!
Grito socorro!
Quase morro!
Corpo físico, nada a ver...
Pois pior que a matéria, é ter a alma a padecer...

Não há como escapar.
Dos erros há de aprender, refazer, acertar.
Mas nunca, nunca...
Pense em morrer a si mesmo matar...

Peço piedade...
Socorro, amizade...
Mas quem eu desejo já não se lembra, já é tarde?
Aperta o coração.
Choro sem lágrimas, sorrio em vão...
Mas a tristeza segue em meu coração...

Não há como escapar.
Dos erros há de aprender, refazer, acertar.
Mas nunca, nunca...
Pense em morrer a si mesmo matar...

Ainda anseio por viver.
Quem sabe a esperança resida em morrer e renascer,
Quem sabe?
De viver como o mundo vive.
De sentir nus e crus sentimentos.
Sem atormentação.
Nem interpretação.
De um doente, ferido pelo amor, pela paixão.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

"Divagar..."

"Divagar" se vai ao longe...
Em lugares distantes onde não posso mais estar.
"Divagar" é descobrir aquilo que nunca pensou.
Sofrer por não parar de pensar.

Divago durante o dia.
Sonho durante a noite...
Devagar ando erraticamente.
Ainda que precise de um bom açoite.

E de tanto vagar lentamente.
Quase não se sente.
O tempo.
A idade chegar.

Divago sobre o esquecimento.
Não sou mais nada, sou esquecimento.
De quem não paro de pensar.
E tristemente sufoca meu amar...

Compaixão, dupla compaixão.

Deste ócio que me encontro
muitas vezes me confronto
retirando meu conforto
dos pensamentos de bom tom.

Não é ócio escolhido.
É ócio desprovido.
de querer, permitir-me ser envolvido.
Enfim trabalhar.

Mas quando percebo o quanto a vida me é abundante.
Comparo a mesma com pessoas importantes.
Que trabalham como eu trabalhava antes.
Ou ainda mais e com maiores desafios.

Muitas vezes é a idade.
Outras, diversas dificuldades.
E perdido no espelho talvez do orgulho, talvez vaidade.
Percebo o quanto posso mover-me, ajudar a aqueles que realmente precisam!

Mas será que estou apto?
Será que além dos meus defeitos, ainda há o que dar ainda que não seja muito?
Sinto o nascimento, o crescimento do intuito.
De ser útil novamente, deixar de ser este doente, que o limiar entre a realidade e a fantasia não sabe sentir, entender, responder e avaliar...

Meu pequeno grande mestre e seu melhor presente ao seu velho!

Dia lindo de Sol!

Ainda que inverno, disso nem me recordava, sentia o calor do verão.

Logo cedo, meu pequeno grande mestre Igor me ao meu encontro de presente nas mãos.

Mal sabia ele que o maior presente seria intangível, inexplicável por vãs palavras.

E aquele abraço apertado, de grudar no cangote!

- Feliz dia dos pais papai!

E sorri de orelha a orelha!!!

E logo depois de tecer elogios a bolsa para o "Papai Esportivo" como estava escrito, ele disse: - Leia a cartinha!!!

Li... Que linda... Simples e objetiva!

Meu coração simplesmente palpitava de alegria!!!

Logo depois foi a minha vez de presentear o meu velho.

Lhe dei um de meus quadros, o que ele mais admirou, e mais uma vez a alegria foi enorme em meu coração, pois ele gostou muito e já pensou em um lugar para colocá-lo!!!!

Conforme havíamos combinado, eu e meu mestre começamos a arrumar as coisas para a aventura até o Pico do Papagaio!!! Liguei para minha amiga Rosana e ela veio ao nosso encontro, levamos água, bananas, biscoitos, sandwich para meu mestre e cigarros para minha amiga e eu...

E começamos a nossa jornada...

Logo no início antes mesmo de iniciar a trilha nunca antes desbravada por nós, uma mescla de receio, desânimo por todo o caminho que deveríamos percorrer chegou a assaltar minha querida amiga... Hehehehehe!!! Mas eu e meu mestre ansiávamos tanto por aquela aventura que conseguimos erguê-la e assim seguimos novamente e já entrando pela mata muito havia de admirarmos!

E assim fomos caminhando por uma trilha bem marcada pelos passos daqueles que já haviam percorrido e sinuosamente fomos subindo, rindo, brincando e ultrapassando algumas pequenas barreiras que seriam lembranças importantes para seguir o caminho de volta. Monolitos enormes, ar fresco, o contínuo som do pequeno regato que acompanhávamos, som das aves, micos, árvores enormes com suas "raízes tentáculos", enfim uma natureza exuberante, magnífica!!!

De tempos em tempos parávamos um pouco para recuperar o fôlego e seguir a caminhada. De repente ouvimos o som de alguma companhia e era somente um casal buscando o mesmo objetivo que nós, nos disseram que ainda faltava um bom pedaço e nos passaram sumindo na mata adiante. Nós íamos com mais calma, tirando algumas fotos, brincando, incentivando-nos uns aos outros. Foi uma longa, íngreme e intensa caminhada até começarmos a identificar que estávamos cada vez mais perto, primeiro avistamos os fios de alta tensão das torres transmissoras que enxergamos daqui de casa e ficam beeeem distantes do início da jornada, logo depois os primeiros raios de Sol rasgando a mata cada vez mais rarefeita.
De repente! O Sol quase cegante!!! E chegamos a um grande platô gramado!!! Uhuh!!!! Uma grande alegria nos preencheu, permeou a todos nós de que uma parte do desafio havia sido vencida e dali já conseguíamos enxergar longe, de um lado a cidade de outro a extensa floresta da Tijuca com seu verde exuberante!!! E então paramos em uma grande pedra da qual podíamos ver mais um desafio, um obstáculo, mas não intransponível, ah pra mim não! Entramos em acordo que a e o Igor ficariam no platô e eu subiria pois havia ainda uma fenda para transpor de mais ou menos uns oito a dez metros... Digo que titubiei ao começar a subida, mas enfim logrei chegar acima da fenda, foi quando encontrei novamente o casal que havia subido antes de nós e eles disseram que eu não tinha perdido meu tempo em subir, além de dizer que agora era fácil e tal, mas quando me despedi e desejei uma boa descida eles e desejaram uma boa subida e eu me perguntei: - Peraí, vocês não disseram que era fácil??? Enfim, continuei subindo na companhia de alguns urubus que sobrevoavam a pedra como de costume, mas desta vez estavam muito perto!!! De repente após transpor mais algumas pequenas pedras num caminho plano avistei o cume!!! Que sensação fantástica, mesclada com um pesar de não poder trazer a e Igor para dividirem comigo aquela sensação e visual!!! E foi neste momento que eu recebi então o maior e melhor presente do dia dos pais do mundo!!! Ganhei a vista, alcancei um objetivo muito antigo que sempre admirava da janela de casa e o mais importante, a auto-confiança que me veio ao sentir-me capaz de ultrapassar qualquer obstáculo!!!!!!!!!!!!!!!! Rapidamente tirei várias fotos, admirei um pouco, agradeci a inteligência suprema por me proporcionar aquilo tudo, liguei para meus pais para que pudessem ser testemunhas de que havíamos chegado e me preocupei com o tempo, pois lá no platô estavam meus dois companheiros de caminhada.
E comecei a descida, o retorno, ao chagar na fenda subitamente fui tomado por um certo medo, pois agora a gravidade era uma inimiga... E ainda precisava recordar exatamente o caminho da fenda que trilhei na subida, enfim, respirei fundo e fui, entretanto no meio da descida percebi que tomei o caminho errado... Abracei a pedra que separava as duas pequenas fendas que formavam a fenda maior e... Ufa... Consegui... E fui descendo, me ralando e enfim consegui chegar ao fim da fenda e reencontrar meus companheiros de trilha!!!!!!!!!! Muito feliz eu estava e eles também pois ainda que não houvessem subido ultrapassaram seus limites ao chegarem onde chegaram.
Bem, agora era a hora da descida e assim o fizemos nós quatro, com muita calma e cautela, pois como disse antes a gravidade é muito forte... Hehehehe... Fomos descendo muito mais rápido que subimos e já planejando um retorno para ir até o regato, pois ainda teríamos que almoçar na casa de minha irmã e meus pais já nos pressionavam por causa da hora avançada em que estávamos retornando, acredito que não têm noção do quanto foi importante esta aventura para nós! Chegamos ao asfalto enfim, energizados e felizes!!!
Bem, esta foi a história do meu melhor dia dos pais!!!! Hehehehehe!!!!
Vou tentar por algumas fotos da caminhada aqui...
Abraços!

domingo, 9 de agosto de 2009

Eternidade.

Desânimo...

Visão curta.

O foco fecha.

Nada mais sei, creio que nada mais muda...

Mas tenho alma.

Que anima etérea meu animal, meu ser carnal.

Portanto é filha da essência e não da junção material.

É essencialmente alva.

Ainda que o foco esteja fechando-se.

Ainda que o animal esteja rejeitando-se.

A consciência nuca se engana.

Pois ela é vida é ganas!

É forte e nos ergue.

Dá forças e nos compele a seguir.

Pois nossa alma é a consciência.

E como criada da essência.

Um dia para lá retornará.

E neste momento em que te desperta.

Para o vasto caminho a trilhar.

Reconhece que esta vida é um segundo, um milhar...

Da eternidade da alma.

Da energia que se renova.

Tiramos sustento.

E nesta vida poderemos, portanto, viver em paz, ser feliz e amar.

Luta. Por Fabíola ツ' bien dans la vie.

Vontade súbita de ir ao vazio
Algo tipo, buraco negro
Passaria dias lá...
Minha alma tem o peso do universo
É como se tudo que faço retrocedesse
Sempre...
Lutar e não ter a glória
Chorar e não resolver nada
Sou ínfima, sou desilusão
Ah! Já por tantas vezes desisti
Por tantas vezes voltei pra trás
Injuriada e desmotivada
Sigo pra mais um dia de batalha
Mas já nem sei, se o que eu quero
É realmente ganhar ou perder
Sei apenas que vou
Não sei se volto...
...Mas, eu vou.

Fabíola ツ' bien dans la vie

Astros..

Astros.
No papel lhes busco.
Acredito e duvido.
Levam aos céus quando positivos.
Quando não são pesados lastros.

E não lei somente o meu.
Mas também leio o teu.
Curiosidade de curioso.
Habilidade de montador de quebra-cabeças.
Mas nem sempre as peças se encaixam.
Fico um pouco furioso.
Mas lembro-me que são astros.

Interpretação humana.
Visão que emana dos céus.
A sorte ou azar dos que crêem e esperam com alegria ou pesar.
Eu tão somente os leio...
Minto!
Desejo mesmo é que nossos futuros possam se tocar...
Mas nem sempre, como hoje, além da interpretação dos que escreveram, interpreto o que eu leio.
A meu modo...
Triste modo...

Entretanto as palavras são bem claras.
E se por acaso se fizerem verdade.
O futuro a Deus pertence...