segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Compaixão, dupla compaixão.

Deste ócio que me encontro
muitas vezes me confronto
retirando meu conforto
dos pensamentos de bom tom.

Não é ócio escolhido.
É ócio desprovido.
de querer, permitir-me ser envolvido.
Enfim trabalhar.

Mas quando percebo o quanto a vida me é abundante.
Comparo a mesma com pessoas importantes.
Que trabalham como eu trabalhava antes.
Ou ainda mais e com maiores desafios.

Muitas vezes é a idade.
Outras, diversas dificuldades.
E perdido no espelho talvez do orgulho, talvez vaidade.
Percebo o quanto posso mover-me, ajudar a aqueles que realmente precisam!

Mas será que estou apto?
Será que além dos meus defeitos, ainda há o que dar ainda que não seja muito?
Sinto o nascimento, o crescimento do intuito.
De ser útil novamente, deixar de ser este doente, que o limiar entre a realidade e a fantasia não sabe sentir, entender, responder e avaliar...

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