domingo, 9 de agosto de 2009

Eternidade.

Desânimo...

Visão curta.

O foco fecha.

Nada mais sei, creio que nada mais muda...

Mas tenho alma.

Que anima etérea meu animal, meu ser carnal.

Portanto é filha da essência e não da junção material.

É essencialmente alva.

Ainda que o foco esteja fechando-se.

Ainda que o animal esteja rejeitando-se.

A consciência nuca se engana.

Pois ela é vida é ganas!

É forte e nos ergue.

Dá forças e nos compele a seguir.

Pois nossa alma é a consciência.

E como criada da essência.

Um dia para lá retornará.

E neste momento em que te desperta.

Para o vasto caminho a trilhar.

Reconhece que esta vida é um segundo, um milhar...

Da eternidade da alma.

Da energia que se renova.

Tiramos sustento.

E nesta vida poderemos, portanto, viver em paz, ser feliz e amar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário