Hipocrisia tola.
É jogo de esconde esconde.
Faz de muitas coisas preocupação à toa.
Pois oculta de si mesmo a natureza atordoante.
Mas neste mundo estamos longe.
Sentimos pouco.
Consumimos um monte.
E não apenas coisas tangíveis, mas ideias, vontades dominantes.
Sim.
Nosso mundo nunca foi tão livre assim.
Mais ainda é preciso mais! Enfim...
Sou apressado, concordo mas esta é a limitada realidade mostrada pra mim.
Dos "sãos" aos "loucos".
Dos Mouros aos Visigodos.
Das lésbicas aos gays.
Das freiras as meninas da vida, mais uma vez...
Esquecemos das origens
Valoramos os fins.
Temos basicamente os mesmos gens.
Mas há guerra do cotidiano aos confins.
Há que respeitar o que enxerga no espelho.
E sem nenhum mais aparelho.
Vê a si mesmo.
Com olhar a esmo.
Isso! O insight!
Somos todos do mesmo site.
Merecedores do mesmo amor.
Companheiros de toda dor.
Não há diferenças!
Há pluralidade!
E independente da idade.
Precisa ser bem usada por toda nossa rica humanidade.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Exercício.
Tenho meus sentidos.
Lembranças recordo.
Questiono, reprovo...
Mas sou somente um dos infinitos olhos.
Limitada é minha mundana idéia.
Distâncias, ondas, fragrâncias, sabores.
Infinitas variantes, verdades etéreas.
É preciso humildade para não frustar-se aos dissabores.
Pois quero sempre mais.
Não desejo estar atrás.
Mas se tudo é relativo.
Porque irritar-se mais?
Me conformo em ser rico.
Dentro de mim, onde mais fico.
Pois é de onde a fagúlha aflora.
Cordial, amigável, muito mais irmã agora.
Respirar e respeitar.
Trabalhar e transpirar.
Pensar mas não julgar.
Assim espero chegar a qualquer lugar.
Lembranças recordo.
Questiono, reprovo...
Mas sou somente um dos infinitos olhos.
Limitada é minha mundana idéia.
Distâncias, ondas, fragrâncias, sabores.
Infinitas variantes, verdades etéreas.
É preciso humildade para não frustar-se aos dissabores.
Pois quero sempre mais.
Não desejo estar atrás.
Mas se tudo é relativo.
Porque irritar-se mais?
Me conformo em ser rico.
Dentro de mim, onde mais fico.
Pois é de onde a fagúlha aflora.
Cordial, amigável, muito mais irmã agora.
Respirar e respeitar.
Trabalhar e transpirar.
Pensar mas não julgar.
Assim espero chegar a qualquer lugar.
Me veio e visitou...
Desafio a quem ouse dizer que não ama.
Posso até crer que nunca foste a cama.
Mas só isso não indica quem realmente ama.
Pode até ser doença, compulsividade, somente ânsia.
Por menor que o sinta não negue.
Isso implica que minta, que roube, que lese.
Não somente ao teu ser motivado por prazer.
Mas também ao dos outros que felizes desejam o ver.
Então deixe de lado velhas e tristes lembranças.
Guarde apenas as lições aprendidas como em um caderno de criança.
Pois sua utilidade reduz sua vaidade, lhe amansa.
Porque agora tens o poder da confiança.
Ainda que recebas as piores heranças.
Que lhe trazem sentimentos desde suas próprias andanças.
Herdarás muitas letras para seu caderno que avança.
Pois a vida sempre segue com enorme pujança.
Onde ficou o amor?
Ah... Sim. Agora, sem dor.
Podes sentir seu aroma, cores, textura e sabor.
E assim como de um casulo alça voos ao infinito esplendor.
Posso até crer que nunca foste a cama.
Mas só isso não indica quem realmente ama.
Pode até ser doença, compulsividade, somente ânsia.
Por menor que o sinta não negue.
Isso implica que minta, que roube, que lese.
Não somente ao teu ser motivado por prazer.
Mas também ao dos outros que felizes desejam o ver.
Então deixe de lado velhas e tristes lembranças.
Guarde apenas as lições aprendidas como em um caderno de criança.
Pois sua utilidade reduz sua vaidade, lhe amansa.
Porque agora tens o poder da confiança.
Ainda que recebas as piores heranças.
Que lhe trazem sentimentos desde suas próprias andanças.
Herdarás muitas letras para seu caderno que avança.
Pois a vida sempre segue com enorme pujança.
Onde ficou o amor?
Ah... Sim. Agora, sem dor.
Podes sentir seu aroma, cores, textura e sabor.
E assim como de um casulo alça voos ao infinito esplendor.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Sofreguidão...
Sem rumo caminha.
Sem sono ardia.
Sem saída tinha.
Só o velho mundão.
E não tinha pressa.
Não tinha conversa.
E nem companhia.
Apenas solidão.
E já não sabia.
Se nome ele tinha.
Foi-se a identidade.
Foi-se a paixão.
Não mais nutria.
Pois já mais comia.
Da felicidade.
Pedaço de pão.
Só poeira vinha.
Sua visão ardia.
Cabeça explodia.
Já não via o chão.
Eis que em noite escura.
Sozinho na rua.
Sua alma nua.
Desprendeu-se então.
Sem sono ardia.
Sem saída tinha.
Só o velho mundão.
E não tinha pressa.
Não tinha conversa.
E nem companhia.
Apenas solidão.
E já não sabia.
Se nome ele tinha.
Foi-se a identidade.
Foi-se a paixão.
Não mais nutria.
Pois já mais comia.
Da felicidade.
Pedaço de pão.
Só poeira vinha.
Sua visão ardia.
Cabeça explodia.
Já não via o chão.
Eis que em noite escura.
Sozinho na rua.
Sua alma nua.
Desprendeu-se então.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Transcendental e tal...
Olhos vidrados.
Sem perder um suspiro da caça.
Sonhando acordado.
Suspirando, eu talvez eu seja a prenda.
Subastâncias agregadas.
Em súbita coragem.
Vou sob minhas primeiras pegadas.
Sigo adiante apurando a sondagem.
Suo, lateja cada vez mais as veias ao passar do sangue.
E percebo a resposta.
Seu olhar me banha, corresponde.
Mudo a direção e igualmente se comporta.
Desejo.
Deseja, joga os cabelos, dança em exagero.
Diretamente busco seu corpo num grande ensejo.
Espanta-se fingindo destempero.
E logo sorri.
Apresento-me ao ouvido.
Aceita o convite e dança ao despir.
A alma, seus gestos, o corpo desnudo.
Calor.
Suor torna juntos.
Os corpos a queimar em torpor.
E seguem insinuantes rotundos.
Não mais somente um corpo.
Só há um gerador de prazer mútuo.
O gozo alcança o topo.
Gritos, gemidos, sussurros ao silencio mudo.
Respiração.
Carinho ofegante.
Admiração.
Doação constante.
E num piscar de olhos.
A luz da lua ilumina a alcova.
Corpos nus entrelaçados, sorrisos singelos ditosos.
Relaxados pelo prazer, são inundas as almas corpos inertes sem que nenhum musculo masis os mova.
Sem perder um suspiro da caça.
Sonhando acordado.
Suspirando, eu talvez eu seja a prenda.
Subastâncias agregadas.
Em súbita coragem.
Vou sob minhas primeiras pegadas.
Sigo adiante apurando a sondagem.
Suo, lateja cada vez mais as veias ao passar do sangue.
E percebo a resposta.
Seu olhar me banha, corresponde.
Mudo a direção e igualmente se comporta.
Desejo.
Deseja, joga os cabelos, dança em exagero.
Diretamente busco seu corpo num grande ensejo.
Espanta-se fingindo destempero.
E logo sorri.
Apresento-me ao ouvido.
Aceita o convite e dança ao despir.
A alma, seus gestos, o corpo desnudo.
Calor.
Suor torna juntos.
Os corpos a queimar em torpor.
E seguem insinuantes rotundos.
Não mais somente um corpo.
Só há um gerador de prazer mútuo.
O gozo alcança o topo.
Gritos, gemidos, sussurros ao silencio mudo.
Respiração.
Carinho ofegante.
Admiração.
Doação constante.
E num piscar de olhos.
A luz da lua ilumina a alcova.
Corpos nus entrelaçados, sorrisos singelos ditosos.
Relaxados pelo prazer, são inundas as almas corpos inertes sem que nenhum musculo masis os mova.
Rumos...
Atalho que retarda...
Retorno exatamente.
Pressa que não não cessa.
Não sai de nossas mentes.
Perigo constantemente.
Jugular latejante.
Coração não para, latente.
Nada incomum, nada alardeante.
Quanto mais matéria depende.
O risco torna-se mais presente.
Quando nada se tem.
Não há o que temer, ser cobiçado por alguém.
Mas de matéria vivemos.
Somos muito mais.
Mas através dela nos movemos.
Mas para que ter muito mais?
Seria o equilíbrio a paz?
A "igualdade" e consciência as chaves para o amor?
Apenas a provação será capaz.
Pois se não for por amor há de aprendermos com a dor.
Retorno exatamente.
Pressa que não não cessa.
Não sai de nossas mentes.
Perigo constantemente.
Jugular latejante.
Coração não para, latente.
Nada incomum, nada alardeante.
Quanto mais matéria depende.
O risco torna-se mais presente.
Quando nada se tem.
Não há o que temer, ser cobiçado por alguém.
Mas de matéria vivemos.
Somos muito mais.
Mas através dela nos movemos.
Mas para que ter muito mais?
Seria o equilíbrio a paz?
A "igualdade" e consciência as chaves para o amor?
Apenas a provação será capaz.
Pois se não for por amor há de aprendermos com a dor.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Tempo.
O tempo não existe.
A percepção é que insiste.
Em tornar atos marcadores.
A mover os laços entre os andores.
Dimensão imensurável.
A memória a torna finita.
Mas termina quando o coração não mais palpita?
Uma dúvida inabalável.
Para muitos existe dor ao fim.
Para outros nela finda a dor.
É a vida a escolha enfim.
Mas o fim é intimidador.
O que há além?
De onde o início vem?
Ah a memória...
Ela é a dona desta história.
Que não terminou.
Nem sabemos quando começou.
A única certeza com os pés no chão.
É a eterna transformação.
A percepção é que insiste.
Em tornar atos marcadores.
A mover os laços entre os andores.
Dimensão imensurável.
A memória a torna finita.
Mas termina quando o coração não mais palpita?
Uma dúvida inabalável.
Para muitos existe dor ao fim.
Para outros nela finda a dor.
É a vida a escolha enfim.
Mas o fim é intimidador.
O que há além?
De onde o início vem?
Ah a memória...
Ela é a dona desta história.
Que não terminou.
Nem sabemos quando começou.
A única certeza com os pés no chão.
É a eterna transformação.
domingo, 2 de maio de 2010
Lembranças, sonhos e esperanças...
Saudades de você.
A vida se desenrola.
Como um rio de sua fonte nunca cessa de nascer.
Mas em meu rio nas margens pôde escrever.
Ora suaves, ora mais graves.
Sempre marcantes.
Inesquecíveis.
Encontraram o delta.
Tormentas terríveis.
Momentos difíceis.
E a água se disperçou.
Mas da fonte nunca esqueço, foi onde tudo começou.
Espero o calor.
Os ventos.
Desejo com louvor.
O evaporar em agum tempo.
E em nuvem desaguar.
Nossas águas devolta aos montes.
E quem sabe por caminhos errantes.
Novamente nos encontrar.
Voltando a existir somente uma corrente.
De límpida, transparente.
Agua, fruto de amor crescente.
Os caminhos, juntos a eternidade alcançar.
A vida se desenrola.
Como um rio de sua fonte nunca cessa de nascer.
Mas em meu rio nas margens pôde escrever.
Ora suaves, ora mais graves.
Sempre marcantes.
Inesquecíveis.
Encontraram o delta.
Tormentas terríveis.
Momentos difíceis.
E a água se disperçou.
Mas da fonte nunca esqueço, foi onde tudo começou.
Espero o calor.
Os ventos.
Desejo com louvor.
O evaporar em agum tempo.
E em nuvem desaguar.
Nossas águas devolta aos montes.
E quem sabe por caminhos errantes.
Novamente nos encontrar.
Voltando a existir somente uma corrente.
De límpida, transparente.
Agua, fruto de amor crescente.
Os caminhos, juntos a eternidade alcançar.
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