Tenho meus sentidos.
Lembranças recordo.
Questiono, reprovo...
Mas sou somente um dos infinitos olhos.
Limitada é minha mundana idéia.
Distâncias, ondas, fragrâncias, sabores.
Infinitas variantes, verdades etéreas.
É preciso humildade para não frustar-se aos dissabores.
Pois quero sempre mais.
Não desejo estar atrás.
Mas se tudo é relativo.
Porque irritar-se mais?
Me conformo em ser rico.
Dentro de mim, onde mais fico.
Pois é de onde a fagúlha aflora.
Cordial, amigável, muito mais irmã agora.
Respirar e respeitar.
Trabalhar e transpirar.
Pensar mas não julgar.
Assim espero chegar a qualquer lugar.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
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