quarta-feira, 5 de maio de 2010

Rumos...

Atalho que retarda...
Retorno exatamente.
Pressa que não não cessa.
Não sai de nossas mentes.

Perigo constantemente.
Jugular latejante.
Coração não para, latente.
Nada incomum, nada alardeante.

Quanto mais matéria depende.
O risco torna-se mais presente.
Quando nada se tem.
Não há o que temer, ser cobiçado por alguém.

Mas de matéria vivemos.
Somos muito mais.
Mas através dela nos movemos.
Mas para que ter muito mais?

Seria o equilíbrio a paz?
A "igualdade" e consciência as chaves para o amor?
Apenas a provação será capaz.
Pois se não for por amor há de aprendermos com a dor.

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