sábado, 22 de agosto de 2009

Transmutação.

Sentidos.


Captam matérias.


Somos submetidos.


Às vezes etéreas.



Transmutados.


Entregues ao risco.


Ao silêncio e aos risos,


Por vezes retidos.



Imperfeitos, impuros, imprudentes...


Riem de quê?


Apenas para mostrar os dentes.


E os motivos, cadê?



De cálidas faces


De pérfidas palavras.


Do asco à arrogância.


Das vidas pálidas.



Duelando como selvagens.


Não passam de porcos!


E que comam suas lavagens!


Pois ainda há quem possua os anticorpos.



Imunes a toda selvageria.


A toda imundice e barbárie.


Procurando em tintas coloridas


Um real sentido para a liberdade.



Exortando a luz ante a medíocre dualidade.


Nova era permitirá coloridos ajustes às velhas imperfeições.


E independente de credo, nacionalidade, etnia ou idade.


Libertar-se-á das velhas prisões.



Anseios e esperanças perfazem o céu, invólucro anil.


Ao tempo é dado o sabor adocicado da paz,


Ao vento a incumbência de semear estrelas vivas,


Gotas prateadas, cintilantes que o fôlego apraz.



Assim cabe a cada ser beneficiar-se deste amor.


Pois que assim como uma linda flor.


Há de ser cultivada através da compaixão.


Tocando fundo o humano em seu íntimo, em seu imenso coração.

São tantas coisas e quase nada...

São poucas quadras...
Na verdade uma.
Assim como a marca que possuo em meu peito.
Que nem a eternidade fará que suma.

São muitas lembranças...
Na verdade inúmeras.
Das más desejo aprender, das boas sempre recordar.
Pois nunca deixarei de te amar.

São poucos meses...
Na verdade vinte e quatro.
Mas foi para mim quanto eu vivi.
A realidade, o sonho, o quadro.

São tamanhas as dores...
Desde os olhos a fechar.
Sonhos de amor, cheiro de flor.
O desejo de poder exercer meu amar.

São tantas as lágrimas...
Que deixei de derramar.
Pois que o coração em chamas.
O líquido pôs-se a secar.

É tamanha a saudade...
Mas é impossível.
Além da minha capacidade, jamais da minha vontade.
De tê-la em meus braços e teu sorriso irresistível poder mirar de perto, saborear, me entorpecer...

Nexo desanexado.

Copo vazio...
É.. Tal qual copo vazio...
Corpo vazio...
Tal qual corpo vazio...

Céu nublado.
Nuvens baixas.
Mente confusa.
Baixa auto-estima.

Tal qual estigma.
Cruz construída.
Aberta a ferida...
Sal, ardor, suor, dor, destruída...

Dor não, vida...
Desconstruida...
Lâmina...
Corte...

Côrte...
Descortês...
Tal qual freguês...
Descortês...

Uma, duas, três...
Chances?
Mais uma vez?
Talvez...

Paciência?
Arrogância?
Ciência?
Inorgânicas...

Perceba...
Ameba!
Perdera...
Já era!

Nem sei o que dizer...

Lembra da bagunça?
Da alegria de criança?
De comer toda a cobertura daquele bolo de cenoura?
Das fotos fazendo careta?
Daquela noite de chuva, naquela barraquinha inundada?
Daquele colchão inflável?
Que não contiveram nosso amor "inabalável"?
Lembra daqueles joguinhos?
Muitas vezes jogávamos regados a vinho.
Que nos pintava as bocas.
Que não ficavam longe uma da outra.
Lembra do assobio?
Que a princípio só você reconhecia, sabia que era teu quando ouvia.
De quando abria o portão e ainda de camisola me recebia.
De pés descalços no chão.
E eu sempre repreendia como quem ama, quem sente eterna paixão.
Lembra do pedalinho?
Passeio rotineiro, mas nunca monótono.
Pois éramos felizes independente de dinheiro.
E quando do show, daquele uníssono.
Eu gritava cantando como em desespero.
E você se envergonhava.
Mais ainda assim aguentava, por carinho, por zelo.
E quando nos lambuzávamos, comendo uma costela inteira.
Com as mãos, sem frescura besteira.
Pois permitíamos nossos animais, nossas crianças, fazerem amor sem pudor.
Agir, livre, leve e faceira.
E nunca esquecerei daquele dia.
Que cheguei em casa e que tamanha alegria.
Lhe ver, sentir feliz, toda toda.
Customizou nosso cantinho, arrumou tudo com carinho, de quem ama, sonha e deseja.
Mas o que me vem muito a cabeça.
Como lembrança, instinto, coisa de criança, verdadeira.
Lembro de te lamber as axilas!
Parecia até doideira, nojeira.
Para quem via é claro.
Pois para mim, quem sentia, era mais um carinho, me impregnava teu cheiro.
Sei lá, gostava muito, que fosse talvez um instinto.
Mas era feliz, sem vergonha, sem arrependimento, era por inteiro.
Que saudade.
Como aperta meu peito.
Ainda não acredito nesta realidade.
Me recontorso em meu leito.
Após sonhos tão lindos, agora a noite, dormindo.
Ao acordar é que percebo.
O quanto fui feliz contigo.
E o quanto sempre viverá em mim o desejo.
De retomar o caminho.
Mas desta vez sem meus erros.
Que deles eu me envergonho.
Peço perdão, desculpas, pago em desespero.
Só de pensar que a realidade.
Não é mais aquela raridade.
De amor e entrega.
Portanto me pergunto com revolta!
Será que ainda há chances de termos tudo de volta?
Deixo aqui minha pergunta.
Ao meu amor.
Por favor escuta.
Meus pensamentos.
Sinta.
Meus sentimentos.

Se pudesse recomeçar tudo de novo...

Eu preciso amadurecer.
Ainda que seja tarde.
E o fazer sem endurecer.
Pois que a vida nos invade.

A cada momento de alegria.
A cada sorriso de prazer.
Lembro-me de que um dia.
Feliz eu pude ser.

Ainda em companhia de tão singular ser.
Mulher linda, menina.
Ainda a via florescer.
Com uma beleza de quem nina.

Acaricia um bebê.
Mas de tanta energia.
Explosões havia de conter.
Mas era da alegria.

Que tirava o sustento te ter força a cada amanhecer.
Pois dos sonhos que sonhava acordado.
Desde a manhã ao fim do anoitecer.
É que dormia tranquilo, motivado.

Mas não amadureci.
Deixei de a verdade perceber.
Fui eu mesmo que me traí.
A ilusões de mente doentia, o meu ser padecer.

E de tão reais os sonhos.
De tão intensos os momentos.
Que não dei valor a verdade e sim a enredos medonhos.
Que tomavam meus pensamentos.

Sem ao menos permitir sentir.
O que por tantos momentos.
Tão deliciosos momentos pude viver, me permitir.
Ser feliz de verdade e não estes tormentos.

Que agora sem ela ao meu lado.
Agressivo, fugidio, humilhado.
Padeço segundo a segundo.
Pela falta que sinto de você.

Querendo ou não.

Novo dia.
Velhas dores...
A angústia da inércia.
Faz sofrer horrores.

Estou paralisado.
É tempo de espera.
Dizem que é para o aprendizado.
A minha vontade é de me lançar longe da órbita desta esfera.

Mas ainda existe o instinto.
Ainda há a compaixão.
Daqueles que sofrerão o que sinto.
Se me lançar na imensidão.

Assim como me vem o vazio.
Como me foge o chão.
Hei de fazer sombrio.
O futuro daqueles que sofrerão.

É isso que me dizem.
Não sei se acredito.
E se as dúvidas se realizem.
Se o amor não é finito.

Não tenho coragem não.
Não por medo do porvir.
Mas por pensar no possível sofrer senão.
Por isso não hei de ir.

Antes do toque do ancião.
Aquele a quem todos esperamos.
Querendo, uns sim outros não.
Mas a única certeza é que o encontraremos.

Querendo ou não.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Desejava morrer de amor... (delírio, torpor...)

Desejava morrer de amor...
Agora passo os dias procurando no horóscopo.
Alguma resposta para desfazer esta dor.
Mas não há nada que substitua aquele corpo.

Nem aquele corpo substitui a energia, a alma que o anima.
Nem mesmo o Sol faz-me suar como suei um dia.
Pois das lembranças sou refém ainda.
Ainda que da síndrome de Estocolmo, a sequestradora ainda de longe é o meu dia.

Pois das noites durmo mal, sequer durmo.
Pois que sigo andando por acolá, sem ao menos me encontrar.
E neste desespero noturno.
Sigo a caminhar.

Já não sei mais até quando.
Talvez o cárcere clínico ainda seja o que me salvará.
Pois lugar de louco é no manicômio.
E não as ruas, os becos, as pessoas acompanhará.

Mas tudo é muito justo.
Afinal a vida é sofrimento, já o assumi.
Mas o que deixa puto.
É que ainda que tenha o livre arbítrio, de nada adiantaram tantas as drogas que eu consumi.

Funesta realidade...

Acorda de sonha em aventura fantástica.
Feliz por alcançar o prêmio maior...
E de uma mudança drástica,
Acorda repleto de horror.

Agora de olhos abertos.
Coração fechado.
Gestos corretos.
Entretanto calado.

Não há o que dizer...
É melhor calar-se
A gerar o desprazer.
De matar-se.

Sim, pois que se não for por suas mãos.
Pelo povo será.
Pois não mais os considera irmãos.
Mas sim aqueles que os matará.

Por desejar algo perfeito.
Impossível.
Sem efeito.
Irracível.

Enfim, segue na lama.
Segue no limiar do abismo.
Falta somente a coragem que sobra em sua dama.
Para desvencilhar-se do animalismo.

E ainda que a dama não esteja por lá.
Ele ainda sofre por ela, a vontade é de se jogar!
Mas não tem coragem para vir pra cá.
E simplesmente deixar que o fogo deixe-o queimar...

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Bad future...

Today, once again the man stays without hope to keep youself alive...
One more door closed at your face.
At this week were three...
Until when he will stand it?
Maybe he doesn't stand...
Will leave your own body here and will travel to another place...
We don't know where, but we think that it isn't a good place...

Confusion!
Yea! Confusion!
He can't think!
He can't wait!
No more patience, never have...
So will pay the price!
He Will pay with pain!

Yet he imagine the love cry...
But he can't think in anybody.
He need to understand why.
But it's too late.
The way is done...
The dagger is ready to take.
And like a ghost, will beheaded and will die.

Confusion!
Yea! Confusion!
He can't think!
He can't wait!
No more patience, never have...
So will pay the price!
He Will pay with pain!

He imagine yet wielding the dagger.
How much sadness he will plant with this.
How many blood rivers will have to cross.
What will be the weight of his cross?
If your love, least a little part he will be able to let like a kiss.
Like a drop water.

Confusion!
Yea! Confusion!
He can't think!
He can't wait!
No more patience, never have...
So will pay the price!
He Will pay with pain!
And maybe have to live another suffered life again...

O canto...

No canto.
Não á mais ângulo a olhar.
Para qualquer lugar que queira ir não dá.
Do canto.
Há somente escuridão.
Há momentos que nem mesmo chão.
Pro canto.
Não adianta correr.
Pois se há de ficar através do abismo irá cair e morrer.
Em canto.
Lugar onde não deseja estar.
Este o qual há de aprisionar.
Encanto.
Isso por lá não há!
Deixe de fugir, fingir, correr, para!
Canto.
Som de vazio a zumbir.
Prevendo o que há de provir.

Valor individual.

17/05/2009

O valor de cada indivíduo parece ser a diferença entre o respeito que tem por si e o que dispensa ao próximo.
Assim adquire-se a harmonia própria e diante da humanidade,
Cada pequeno ato ou ação é o reflexo do que está interiorizado, pois que reflete no exterior.
Assim, além dos desejos e anseios internos há que considerar o limite dos meios e suas origens.

Fato!

17/05/2009

A diversidade é rica!
Principalmente quando há harmonia.
Independente de rótulos.
Genéticos, históricos, temporais...
O que realmente vale é a essência
O respeito ao próximo.
E por isso, cada pequeno ato, atitude, deve-se considerar o contexto.
O par.
O grupo.
Viver não é deixar a vida levar.
Viver antes de mais nada é pensar.Agir de acordo com a sua consciência.
De que além de indivíduo.
Somos grãos, átomos, que constituem o todo, a humanidade.
Paralelamente somos constituídos de átomos.
Portanto originalmente iguais!
E ao mesmo tempo diversos no tempo e espaço
Um imenso e adorável axioma!

Who said that can't i kill myself?

10/05/2009

I was born to die.
But not like anyone.
At Gods time.
I have to kill myself at my own time!

Without dreams.
Without love.
No money.
Without proud.
Just the sadness of my son...

I don't want to stay here anymore.
In a world of bullshit.
Full of madness.
Full of sadness.
Full of darkness.
Empty of love.
This is our fucking world!

Who said that can't i kill myself?
I have my own hands!
My own fucking madness!
That have created my own hole!
To hell!

And gives me life.
At same time.
Give me the danger.
The emptiness.
And the ways to finish with all!

Fuck you ***!
If you realy exists.
I don't care!
I just don't want to stay here anymore...

Momentos...

Há momentos em que sinto-me como uma alma penada em plena matéria, ninguém me enxerga, não identifico-me com ninguém...
Observo a todos, ao mundo como se não fizesse parte dele, como se fosse um triste observador...
Perco o sentido de ter, de estar aqui...
O chão abre-se e busco um meio, ou ao certo, penso em um meio de escapar, de sumir, de viajar para o vácuo...
A coragem e confiança de que há motivos para permanecer?
Não existe, ou talvez nunca existiram...

Na beira do abismo.

07/05/2009

Sentimentos contraditórios.
Consultas que chacoalhou.
Mente confusa.
Não sei quem foi que acreditou...

Esperanças partidas.
Intuição, que intuição?
Tento-me agarrar a algo.
Mas não senti nem o chão.

Opiniões diversas.
Forças antagónicas.
E volta a pressão.
Situação adversa.
Confusão...

E volto a sumir.
Volta a desilusão.
Sob pressão.
Indício de suicídio?
Não estou são...

A fé agora é a minha única tábua de salvação.
04/05/2009 - 06:50

Somente eu e Deus escrevemos a minha história.
Somos donos do meu destino.
Determinamos o meu futuro.
Fatores exógenos são apenas coadjuvantes aqui.
E ainda que os frutos das sementes plantadas no passado reflitam e interceptem meu presente, pois que agora planto novas sementes, o futuro é o presente, o meu presente precioso.

Down under...

Down under.
Sometimes he don't is my son.
He's like a friend.
My best friend.

Sometimes, at some moments come through.
And get out of here.
And i fall down under that black hole.

Where am i?
Who it's me?
Realy i don't know...
Realy i don't want to know...
I DON'T CARE!

Passado?

11/03/2009

Saudade e vontade.
De que?
De quem eu sei muito bem...
Preocupação, não por perdoá-la mas de decepcioná-la...
Mais uma vez...
Coração apertado, cérebro moído.
Choro...
Depressão passageira graças ao Senhor.
Dormi enfim, e ele me ninou...

Vai!!!

Segunda-feira.
Vai resolver tua vida!
Vá querer viver a vivida!
Nada de preguiça!
Nada de preguiça!
Pois que ela atiça.
A lerdeza e a tristeza.
Que não tem nada a ver com a beleza.
Beleza de viver a vida.
Que está viva!
Levanta logo!
E sai correndo!
Pois o tempo é tempo.
E não volta atrás.
Ah! Não volta mesmo meu amigo!
E é por isso que eu lhe digo,
Vá resolver tua vida!
Põe teu barco no rio!
Põe aquele sorriso no rosto!
E viva!

Persistência...

20/04/2009

Assim como as ondas do mar, por mais fortes que sejam, arrebentam-se contra os rochedos, e estes permanecem lá, firmes, entretanto sempre desprendem-se grãos, os quais formam as areias das praias. Da mesma forma, por mais difíceis que sejam as razões pelas quais lutamos, é preciso ter a paciência para colher os resultados, grão a grão, assim como faz a areia das praias.

Sem sentido.

14/04/2009 - 23:07

Sem sentido.
Sentindo um vazio.
Para que tudo isso?
Somente por isso tudo?
Só mesmo o fruto.
A semente que mantém a vida...
Somente ele.
Mas se nem mesmo o fruto posso ver florescer?
O jardineiro já pode ir...
Já pode se desfazer.
Desta horta sem nexo.
Desta horda amoral.
Não sou ator!
Nem mesmo um consultor!
Não tenho serventia aqui!
Nem mesmo alegria para sorrir...
É isso que eu sinto agora...
E por isso irei dormir...

No more obsessions!

São Paulo, 20/03/2009

No more obsessions, no more...
Because i love you.
And i have to love myself...
Any one type of it can kill yourself.
No more please.
Forgive me about all flowers...
All material things...
Forgive me about my problems...
Forgive me my errors...
But no more i'll be obsessive.
I don't care about the history,
I just want to see the horizon...
The future.
And do everything in this present to be free.
Free to my own way.
Free to the create my own pain.
Pain about your loss.
Forgive me.
Understand me.
And be happy to live your youth your attempts.
But remember, just remember...
Not the happiest moments together, but mainly the injuries, the scars.
And no more live something similar again...

150 Postagens!!!

Nunca escrevi tanta merda em tão pouco tempo!
Agradeço a aqueles que perderam seu tempo lendo tamanhas asneiras... Infelizmente é somente o que um asno pode oferecer... Espero que dentre todas elas alguma coisa seja possível salvar e com certeza há, pois postei contribuições de amigos, muito bonitas por sinal e mensagens como uma do Chico Xavier e algumas letras de músicas, portanto excluo estas daquilo que disse anteriormente, ok?

Como cheguei a este numero, transcreverei algumas coisas que fazem parte do meu caderno de escrever... coisas mais antigas... Espero que ao menos leiam!

Muito obrigado!

Rafael.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Black hole not holy!

If you think that is the end.
No this is the start.
Of loneliness, sadness, heat and fire.
But don't be afraid, that is you realy world!
Until the end of ages, of the time.

Feed your own selfishness!
Jump into infinit hole!
Where the light of tongue fire is blindness.
When you will see the worst of you are.
More sadness, more than you dare...

No more time.
You have burned the patience, the love, any feelings...
Yes... Now are you lost and paying for your crime.
Dont forget, never ever repeat those things!
Because you are proving your own dime...

Feed your selfishness!
Jump into infinit hole!
Where the light of tongue fire is blindness.
When you will see the worst of you are.
More sadness, more than you dare...

Well, maybe i'll see you again.
No more with this clothes.
Maybe panhandling at the train.
Perhaps as a stroller without end, without routes.
Yes... Remembers!
Did you have fucked your past again and again!
So man don't have the right to ask for anything!

Feed your selfishness!
Jump into infinit hole!
Where the light of tongue fire is blindness.
When you will see the worst of you are.
More sadness, more than you dare...

And forget the Sun light!

Monólogotono...

-Então? Tá vendo aquele cara? Diz Zé.
- Qual? O do canto da sala? Aquele que está babando? Diz Ez.
- É... Aquele mesmo... Triste situação... Diz Zé.
- Mas será que ele está assim por que quer? Ou é doença? Ou os dois? Replicou Ez.
- Independente do que seja Ez, ele tá louco demais, nem sei se tá nesse mundo! Falou Zé.
- Acredito que não... Bem... Pelo menos ele não está contido! Poderia estar atado a sua cama... Disse Ez.
- É verdade... Aqui ele ainda pode ver e ouvir as pessoas passando e falando, ver algum movimento, aqui tem até espelho! Retrucou Zé.
- Putz! É verdade! E será que ele não pensa em morrer para fugir deste estado bizarro? Perguntou Ez.
- Vamos ver se funciona?! Animou-se Zé.
- Ah vamos! Respondeu Ez.
E neste momento levanta-se aquele pedaço de gente, babado e completamente fora de si, busca a primeira cadeira que encontra a sua frente e a lança sobre o espelho, busca rapidamente um grande caco. A gritaria é geral no refeitório e antes que os enfermeiros possam chegar a tempo o senhor José Ezídio, chamado por alguns de Zé e por outros de Ez, atravessa seu próprio pescoço somente a tempo de pintar os uniformes brancos dos enfermeiros, pois cortou sua própria jugular...

Ao arrastar das correntes...

Do renascer ao esgoto.
Do filho ao esposo.
Da fuga o resgate.
Da morte o entrave.

De tudo tentastes.
Logo na juventude já houve um arraste.
Privado de limites.
Inteligente sem rumos, apenas palpites.
Fostes pelo caminho empurrado.

Errastes ao agir.
Errastes ao omitir.
Paspalho preguiçoso.
Portanto invejoso.

Que queres agora?
Outra aurora?
Já tivestes a tua!
Agora estás entregues a rua.
Aquela...
Da amargura.

Ainda que tenhas apoio.
Ainda que haja quem o suporte.
Rasga-te por dentro das entranhas a fora.
Pois que não te perdoas.
Sentes como o joio.
Desejas o silêncio da morte.

Mas por que credes digno de tamanha sorte?
Já que aqui sofres, queimas, chores?
Pois que sejais corajoso ao menos uma vez!
Sucumba e talvez...
Receba aquilo tudo de mal que fizestes, tenaz, reprovável por tu presente.
Em uma só chicotada daqueles aos quem fostes no mínimo descortês...

Time to go!

Please...
Won't cry...
With anger or pain,
Just please won't cry.
Try to understand my side.
I was suffering to much...
There was no other way to take me out of that hole.

I know...
I am one more time a selfish...
But please think one more time how much i was suffering!
You think is easy to cut out my own life?
No wasn't...
But was needed to run out my agony.

Do you want to live side by side an ghost?
Do you like to watch someone who's you love suffering like a fish out water?
Please, i'll be fine there!
I'll carry you with me remembering the best moments, the true love, this will keep me confortable there.
Believe it!
If not, just try to imagine it, will be fine for us.

I believe the hell that i'll find there...
I nkow that will not be easy...
But i deserve this pain, not you.
I need this pain, not you.
So just remember our best moments.

I know...
I am one more time a selfish...
But please think one more time how much i was suffering!
You think is easy to cut out my own life?
No wasn't...
But was needed to run out my agony.

So good bye..
I have to go on, ore go back whatever...
Doesn't matter now.
I left...
Burn the remains of my soul and throw in a beatiful place.
Than believe, i'll be there!
Thanks for all, thanks for your love...

Desconexo....

Tudo lê-se desconexo.
Textos e falas.
Prosas e versos.
A lâmina da adaga espera a romper o silêncio.
Por que sonhos transversos.
Entre o fim e o início.
já não parecem ser sonhos.
Transformaram-se em pesadelos.
Pois do passado colhes dois três frutos.
Aqueles tangíveis que já não há esperança em mudá-los, existem por si só.
Os intangíveis, que pode-se mudar, adulterar, esconder, blefar.
E os que ainda que tangíveis, pode-se recuperar.
Mas de que serve o futuro se odeia-se o presente?
De que vale o porvir se este hoje é doente?
Diga?
Não há mais conexão...
Deixou de haver a motivação.
Correr ao ópio do povo?
Buscar o povo do ópio?
Sofrer sobriamente até que chegue o sacrossanto fim?
Sim...
Esta é a lei a qual fostes coibido a assinar o contrato...
Pois não há opção...
Ou vem ou vem!
Aleijado ou fujão...
Vai ter de ir.
Ao inferno queimar...
Sob o véu do esquecimento errar...
E ser perdoado pois que é só amor, piedade e compaixão...
Sei não...

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Caminhando...

Caminhando sinto o vento.
Sentimento.
Movimento.
Suave toque na pele.
delicioso alento.

Respiro livre forte.
Encho meu peito.
E com sorte.
Sinto o oxigênio.
Ao transporte.
Através das veias o corpo irrigar.

É claridade.
É visão.
É endorfina.
É paixão.
Aos passos largos e livres.
O objetivo alcançar!

E a vontade de seguir.
Ir sem destino, sumir.
Pelas estradas, estados.
Países, continentes.
Vejo sorrisos contentes.
Diversos povos a aplaudir.

É uma forma de manter.
Os pensamentos a aquecer.
A minha alma solitária.
A sobreviver.
A crer.
A buscar.
Um infinito sem fim.
E perder-se assim.
Em meio ao mundo a girar.

Derrota...

A derrota entorta os pensamentos já desarmonizados,
Ela finca no peito adaga de culpa quanto ao ser golpeado.
Sangra até que morra este culpa.
Sofre até que o tempo leve a alma a desculpa.
Pois somente ele mesmo poderá sacar a adaga.
Limpá-la.
E deixá-la na estrada que ficou para trás, onde não o machucará jamais.
Entretanto, se recorres ao pranto.
A desilusão desesperada.
E vive como alma penada.
Seguirá vagando pelos labirintos do passado.
Pois ainda que pesado.
Há de suportar seu fardo.
Que tu mesmo enchestes.
O duelo que tu mesmo solicitastes contra ti mesmo.
As correntes que tu mesmo atou a seus pés e agora seguem a arrastar incessantemente atordoando seu raciocínio...
Portanto acorde!
Liberte-se!
Antes que seja tarde demais...

A verdadeira beleza.

A verdadeira beleza pode ser vislumbrada apenas por aqueles que a possuem dentro de si.

Inveja...

Que sentimento ruim é esse...
Lhe toma de assalto.
Lhe faz refém de si mesmo.
De suas próprias incapacidades.
De sua própria realidade medíocre.
A inveja nada mais é que isso...
Admirar algo que deseja e que não considera-se capaz de lograr por si mesmo...
Que tristeza...
Realmente há realidades que são absolutas, que somente um pode alcançar...
Como ser alvo do amor de uma certa pessoa, da admiração de outra, do perdão de outrem, da companhia daquele a quem você mesmo afastou...
Entretanto a mais vil das invejas são aquelas que podes alcançar, que não são absolutas, que dependem de sua própria vontade e esforço.
Mas em sua medíocridade, fraqueza, auto piedade, crê não ser capaz de alcançar...
Triste realidade...
Mas afinal, o que é real?
É mesmo o produto de tuas ideias?
É o simples esforço em alcançá-las?
É o conjunto de ambos?
Não o sei ao certo.
Apenas tenho certeza que ainda não estou tão evoluído o bastante para quitar-me daquele sentimento mesquinho...

domingo, 16 de agosto de 2009

Pof...!

Plac, plac, plac, plac, plac.
Sfishhhhhhhhhh.
Zip, zap, zip, zap, zip, zap...
Ouch!
Zaaaaaarg!!!!!!!!
Arrrrrrr......
Pof...

De que adianta?

De que adianta?
Tapar olhos, ouvidos, boca...
Se há sentimento no coração?

De que adianta?
Desconectar programas, contatos...
Se há um coração por metade cortado?

De que adianta?
Remédios, medicamentos, drogas...
Se era saudável ao lado dela?

De que adianta?
Procurar o que fazer, ler, escrever, pintar, correr...
Se tudo o que faço, o faço pensando em você?

Não sei se já enlouqueci de vez...
Sei que sofro aos poucos...
A cada centímetro de distância...
É um alfinete a mais espetando meu corpo, alma...
Não sei o que fazer.
Mas de que adianta agora?
Depois de tudo que houve?

De que adianta?
Orar, rezar, adorar...
Se agora estou muito longe de teu altar?

De que adianta?
Fugir, esconder-me, sumir, zarpar...
Se é em ti que pousa a minha paz?

De que adianta?
Chorar, sofrer, lastimar-se...
Se foi você mesmo quem tornou a se boicotar?

Não adianta nada disso...
Mas é esta a realidade.
Ficou muito clara.
- É o que tenho a oferecer.
Não aguento.
Este sofrimento.
De estar somente ao teu lado.
Embora por muitos dias da minha vida sentir que estava dentro de mim.
E eu dentro de ti.

O débil guerreiro...

Retiro-me triste como se não apenas uma batalha houvesse perdido, mas sim a guerra.
Contra o pior dos monstros eu lutei.
Os que eu mesmo criei.
Deixei as armas sobre a mesa.
Saio pela porta dos fundos.
Tentando fugir a lapidação de meu ser pela multidão que sempre estará ao meu redor.
E ainda que nem olhem para mim se sair pela frente, infelizmente é isso que eu imagino... Mais um monstro...
Não confio em minhas habilidades.
Acredito que foram perdidas em vão durante anos de cegueira, debatendo-me contra eu mesmo...
Vou-me a morte passageira.
O sono do libertar da alma.
Que ela ao menos possa realizar aquilo que eu não fui capaz.
Que ela possa ser tudo aquilo que sempre almejei, mas nunca alcancei...
Enfim, que ela possa encontrar-se com a alma de meu amor, já que eu mesmo tenho vergonha de encontrar.