domingo, 16 de agosto de 2009

O débil guerreiro...

Retiro-me triste como se não apenas uma batalha houvesse perdido, mas sim a guerra.
Contra o pior dos monstros eu lutei.
Os que eu mesmo criei.
Deixei as armas sobre a mesa.
Saio pela porta dos fundos.
Tentando fugir a lapidação de meu ser pela multidão que sempre estará ao meu redor.
E ainda que nem olhem para mim se sair pela frente, infelizmente é isso que eu imagino... Mais um monstro...
Não confio em minhas habilidades.
Acredito que foram perdidas em vão durante anos de cegueira, debatendo-me contra eu mesmo...
Vou-me a morte passageira.
O sono do libertar da alma.
Que ela ao menos possa realizar aquilo que eu não fui capaz.
Que ela possa ser tudo aquilo que sempre almejei, mas nunca alcancei...
Enfim, que ela possa encontrar-se com a alma de meu amor, já que eu mesmo tenho vergonha de encontrar.

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