sábado, 22 de agosto de 2009

São tantas coisas e quase nada...

São poucas quadras...
Na verdade uma.
Assim como a marca que possuo em meu peito.
Que nem a eternidade fará que suma.

São muitas lembranças...
Na verdade inúmeras.
Das más desejo aprender, das boas sempre recordar.
Pois nunca deixarei de te amar.

São poucos meses...
Na verdade vinte e quatro.
Mas foi para mim quanto eu vivi.
A realidade, o sonho, o quadro.

São tamanhas as dores...
Desde os olhos a fechar.
Sonhos de amor, cheiro de flor.
O desejo de poder exercer meu amar.

São tantas as lágrimas...
Que deixei de derramar.
Pois que o coração em chamas.
O líquido pôs-se a secar.

É tamanha a saudade...
Mas é impossível.
Além da minha capacidade, jamais da minha vontade.
De tê-la em meus braços e teu sorriso irresistível poder mirar de perto, saborear, me entorpecer...

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