Do renascer ao esgoto.
Do filho ao esposo.
Da fuga o resgate.
Da morte o entrave.
De tudo tentastes.
Logo na juventude já houve um arraste.
Privado de limites.
Inteligente sem rumos, apenas palpites.
Fostes pelo caminho empurrado.
Errastes ao agir.
Errastes ao omitir.
Paspalho preguiçoso.
Portanto invejoso.
Que queres agora?
Outra aurora?
Já tivestes a tua!
Agora estás entregues a rua.
Aquela...
Da amargura.
Ainda que tenhas apoio.
Ainda que haja quem o suporte.
Rasga-te por dentro das entranhas a fora.
Pois que não te perdoas.
Sentes como o joio.
Desejas o silêncio da morte.
Mas por que credes digno de tamanha sorte?
Já que aqui sofres, queimas, chores?
Pois que sejais corajoso ao menos uma vez!
Sucumba e talvez...
Receba aquilo tudo de mal que fizestes, tenaz, reprovável por tu presente.
Em uma só chicotada daqueles aos quem fostes no mínimo descortês...
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