É cheiro, sincronia.
Beleza, ironia.
E os ponteiros não retrocedem...
Sabor, charme.
Meninice, alarde.
Cicatriz que arde.
E os ponteiros não retrocedem...
Filhos lindos.
Anos idos.
Momentos vividos.
E os ponteiros não retrocedem...
Por amor.
Responsabilidades se perdem.
Atenção, carinho, é só o que se pede.
E os ponteiros não retrocedem...
A confiança passa.
O arrependimento amarga.
Mas é coisa paga.
E os ponteiros não retrocedem...
Mas a mente vagueia.
Volta atrás, incendeia.
Mente indecente...
E os ponteiros não retrocedem...
Onde isso tudo irá parar???
Me diga???
Não sei.
sábado, 5 de setembro de 2009
Recordações...
Ele lembra.
Era uma tarde de verão.
Bombeava o coração a caminhar.
Recebeu notícia a instigar.
Quem seria.
Será que aquela que outrora desejara?
Mas diante da distância.
Engoliste a ânsia.
E em silêncio se contentava.
Em admirar aquela linda voz.
O carinho de criança.
Como criança a brincar.
Paciente, sorridente, astuta, e que voz...
Sim!
Confirmado, sim, era ela mesma!
Coração disparado.
Plano já traçado.
Mas por onde ir?
Por onde começar?
Se jogaste sem pestanejar.
Sim, pois que sentimento é maior que amar?
E foi assim, desde o primeiro olhar.
Permitiu-se marcar, não havia como escapar.
Aquele charme, aquele olhar...
E sem jeito até ela foi buscar um sim.
Pois somente assim seria feliz.
E muita água para rolar...
Muita fumaça a planar...
Muita terra a percorrer...
Muitas palavras a falar...
E assim se foi.
Era uma tarde de verão.
Bombeava o coração a caminhar.
Recebeu notícia a instigar.
Quem seria.
Será que aquela que outrora desejara?
Mas diante da distância.
Engoliste a ânsia.
E em silêncio se contentava.
Em admirar aquela linda voz.
O carinho de criança.
Como criança a brincar.
Paciente, sorridente, astuta, e que voz...
Sim!
Confirmado, sim, era ela mesma!
Coração disparado.
Plano já traçado.
Mas por onde ir?
Por onde começar?
Se jogaste sem pestanejar.
Sim, pois que sentimento é maior que amar?
E foi assim, desde o primeiro olhar.
Permitiu-se marcar, não havia como escapar.
Aquele charme, aquele olhar...
E sem jeito até ela foi buscar um sim.
Pois somente assim seria feliz.
E muita água para rolar...
Muita fumaça a planar...
Muita terra a percorrer...
Muitas palavras a falar...
E assim se foi.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Encontros
Onde esteve?
Por que tão tarde apareceu?
Ou será que fui eu que cheguei cedo demais?
E o que você teve?
Não lhe basta.
Concordo, foi pouco.
Há de viver para saber do que realmente gosta.
Experimentar.
Sim, hei de lamentar.
Mas sempre há esperança.
De tudo aquilo poder mudar.
Quem sabe um dia iremos concordar.
Pois quem ama não se cansa.
Nem mesmo de eternamente esperar.
Por que tão tarde apareceu?
Ou será que fui eu que cheguei cedo demais?
E o que você teve?
Não lhe basta.
Concordo, foi pouco.
Há de viver para saber do que realmente gosta.
Experimentar.
Sim, hei de lamentar.
Mas sempre há esperança.
De tudo aquilo poder mudar.
Quem sabe um dia iremos concordar.
Pois quem ama não se cansa.
Nem mesmo de eternamente esperar.
Luz que cega.
Calor sufocante...
O que ele enxerga?
Movimento constante.
Gritos e arrepios.
Ainda dolorido, mas onde estará?
Onde se perdeu?
O que perdeu?
O que ganhou?
Não sabe...
Ainda precisa entender o que está acontecendo.
E de repente a escuridão total onde apenas o tato é sua visão, audição...
Mas queria ele não o possuir, pois sente mãos com unhas cortantes.
Lambidas em sua cabeça.
Não sente os cabelos há algo errado!
Mas ainda é muito confuso.
Agora agoniante!
Ante chão enlamaçado, cheiro fétido exalado.
Onde ele está?
Quem é ele?
O que faz ali?
O que fez para merecer tal destino?
E agora mergulhado naquela lama até o peito em meio ao uníssono de vozes, vociferando em seu ouvido.
O eco lhe retira do próprio corpo, mas que corpo?
Onde está?
Larguem-no!
Calor sufocante...
O que ele enxerga?
Movimento constante.
Gritos e arrepios.
Ainda dolorido, mas onde estará?
Onde se perdeu?
O que perdeu?
O que ganhou?
Não sabe...
Ainda precisa entender o que está acontecendo.
E de repente a escuridão total onde apenas o tato é sua visão, audição...
Mas queria ele não o possuir, pois sente mãos com unhas cortantes.
Lambidas em sua cabeça.
Não sente os cabelos há algo errado!
Mas ainda é muito confuso.
Agora agoniante!
Ante chão enlamaçado, cheiro fétido exalado.
Onde ele está?
Quem é ele?
O que faz ali?
O que fez para merecer tal destino?
E agora mergulhado naquela lama até o peito em meio ao uníssono de vozes, vociferando em seu ouvido.
O eco lhe retira do próprio corpo, mas que corpo?
Onde está?
Larguem-no!
O Vôo.
Pelos céus azuis a voar, cabelos a esvoaçar ao vento que imprime a gravidade.
Os olhos refletem o destino, somente uma passagem.
As lágrimas ficam para trás, se tornando chuva.
Já que precipitam levemente.
Pela mente passa um filme.
Uma vida.
Em segundos o túnel aparecerá.
Onde enfim o levará?
Enfim, já é, já foi.
Mas ainda assim o sorriso denota a liberdade etérea.
Pois que a matéria despojada não o veste.
Após o impacto profundo.
Impacto seco, que esfria, a não ser que esteja sob a luz do sol.
E está.
Bem, daqui em diante, somente ele poderá dizer o que há.
Cada um verá diversas vezes ao piscar dos olhos desta vida.
Que voa sob as asas do destino.
E ele não teve paciência de ao ninho retornar.
Os olhos refletem o destino, somente uma passagem.
As lágrimas ficam para trás, se tornando chuva.
Já que precipitam levemente.
Pela mente passa um filme.
Uma vida.
Em segundos o túnel aparecerá.
Onde enfim o levará?
Enfim, já é, já foi.
Mas ainda assim o sorriso denota a liberdade etérea.
Pois que a matéria despojada não o veste.
Após o impacto profundo.
Impacto seco, que esfria, a não ser que esteja sob a luz do sol.
E está.
Bem, daqui em diante, somente ele poderá dizer o que há.
Cada um verá diversas vezes ao piscar dos olhos desta vida.
Que voa sob as asas do destino.
E ele não teve paciência de ao ninho retornar.
Futuro.
Futuro.
Há de ser maduro.
Sem pressa de chegar mas com atenção em onde pisar.
É difícil, é duro.
Não há previsão.
Somente sustenta sua ação.
Pois que há infinitas ações concorrentes.
Fluindo tal qual correntes.
E você tem a decisão na maioria das vezes.
Planta dúvida, colhe reveses.
Planta vontade, colhe benéficas torrentes.
Pois por que não de uma vez entendes?
Que só há de nascer se há sementes.
Tanto do que for tangível ao intangível.
Por isso há de imprimir forças potentes.
Com objetivos concretos, horizonte visível.
Sim, é possível.
Fácil não o é.
Mas é palpável.
Há também de cultivar a fé.
Pois que de onde não há mais forças.
É dela que há de tirar a sustentação.
E não trata-se de religião.
Mas sim de sustentação.
Há de ser maduro.
Sem pressa de chegar mas com atenção em onde pisar.
É difícil, é duro.
Não há previsão.
Somente sustenta sua ação.
Pois que há infinitas ações concorrentes.
Fluindo tal qual correntes.
E você tem a decisão na maioria das vezes.
Planta dúvida, colhe reveses.
Planta vontade, colhe benéficas torrentes.
Pois por que não de uma vez entendes?
Que só há de nascer se há sementes.
Tanto do que for tangível ao intangível.
Por isso há de imprimir forças potentes.
Com objetivos concretos, horizonte visível.
Sim, é possível.
Fácil não o é.
Mas é palpável.
Há também de cultivar a fé.
Pois que de onde não há mais forças.
É dela que há de tirar a sustentação.
E não trata-se de religião.
Mas sim de sustentação.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Reaver teu beijo.
Observação: Este texto foi escrito em 02/09/09.
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Reaver teu beijo, durante sorriso desde olhares felizes se encontrarem.
É energia, é algo que ultrapassa o tempo quem quer que seja quem?
Sim, vai muito além.
Além daquilo tangível chamado amor...
Pois que sentimento não se mede, sente.
Mas ainda há o que reparar, ainda que sinta extrema dor.
Sinto felicidade plena ao teu lado, em teu colo confortável...
Mas será que podemos recomeçar?
Será que sou justo em pensar em nós, em você, em mim, é confiável?
O que sinto não há dúvidas, me alegra me consola, ajuda a pensar.
Que pessoa tão linda, tão jovem e tão bela.
A qual eu tive a sorte de cortejar.
Entenda meu amor, não desejo estragar tudo o que conquistou.
Não desejo atrasar aquilo que a motivou.
A vencer, a lutar...
E talvez por amor tenha mesmo que sofrer, por amar me afastar.
Pois que ainda és muito jovem tem o direito de viver livre a voar.
É provável que me arrependa.
Tenho certeza que me arrependerei, mas não posso se egoísta.
E quero que me entenda.
Sinto que o que sentes não é como eu, nunca haveria de ser...
Mas nem de perto é similar.
Provou outro beijo, outra boca, outra cor, e gostou sem pudor.
Quem sou eu para te julgar.
Você é livre, sempre o será, para viver o que deseja experimentar.
A diferença entre nós é que provei e tomado de asco reconfirmei.
Que és tu quem eu desejo, quem me desperta o ensejo de viver, de lutar.
Mas ei de seguir meu caminho, não conheço, não defino...
Sou ser errante, e num instante posso novamente tentar loucamente a fuga.
Que dizer... Não sei mais o que dizer...
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Reaver teu beijo, durante sorriso desde olhares felizes se encontrarem.
É energia, é algo que ultrapassa o tempo quem quer que seja quem?
Sim, vai muito além.
Além daquilo tangível chamado amor...
Pois que sentimento não se mede, sente.
Mas ainda há o que reparar, ainda que sinta extrema dor.
Sinto felicidade plena ao teu lado, em teu colo confortável...
Mas será que podemos recomeçar?
Será que sou justo em pensar em nós, em você, em mim, é confiável?
O que sinto não há dúvidas, me alegra me consola, ajuda a pensar.
Que pessoa tão linda, tão jovem e tão bela.
A qual eu tive a sorte de cortejar.
Entenda meu amor, não desejo estragar tudo o que conquistou.
Não desejo atrasar aquilo que a motivou.
A vencer, a lutar...
E talvez por amor tenha mesmo que sofrer, por amar me afastar.
Pois que ainda és muito jovem tem o direito de viver livre a voar.
É provável que me arrependa.
Tenho certeza que me arrependerei, mas não posso se egoísta.
E quero que me entenda.
Sinto que o que sentes não é como eu, nunca haveria de ser...
Mas nem de perto é similar.
Provou outro beijo, outra boca, outra cor, e gostou sem pudor.
Quem sou eu para te julgar.
Você é livre, sempre o será, para viver o que deseja experimentar.
A diferença entre nós é que provei e tomado de asco reconfirmei.
Que és tu quem eu desejo, quem me desperta o ensejo de viver, de lutar.
Mas ei de seguir meu caminho, não conheço, não defino...
Sou ser errante, e num instante posso novamente tentar loucamente a fuga.
Que dizer... Não sei mais o que dizer...
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Ter paciência...
Não conheço a paciência.
Pois é uma ciência.
Que não tenho consciência.
Não conheço a paciência.
Troco pés pelas mãos.
Tropeçando vou ao chão.
Não conheço a paciência.
Ponho tudo a perder.
Quando acredito vencer.
Não conheço a paciência.
Mas preciso aprender.
Pois posso perecer.
Vou buscar a paciência.
Lá no fundo do meu ser.
Preciso dela para viver.
Vou buscar a paciência.
Já começo exercitando.
Passos planejados alcançando.
Vou buscar a paciência.
Ainda há muito pela frente.
Ou é somente o que se sente.
Encontrei a paciência!
Esperei até agora.
Destreza impossível outrora.
Encontrei a paciência!
Agora já sei a hora.
De falar, calar preciso sem demora.
Tenho a paciência!
Descobri que sempre tive.
Entretanto só pratica-se quando a vive.
Pois é uma ciência.
Que não tenho consciência.
Não conheço a paciência.
Troco pés pelas mãos.
Tropeçando vou ao chão.
Não conheço a paciência.
Ponho tudo a perder.
Quando acredito vencer.
Não conheço a paciência.
Mas preciso aprender.
Pois posso perecer.
Vou buscar a paciência.
Lá no fundo do meu ser.
Preciso dela para viver.
Vou buscar a paciência.
Já começo exercitando.
Passos planejados alcançando.
Vou buscar a paciência.
Ainda há muito pela frente.
Ou é somente o que se sente.
Encontrei a paciência!
Esperei até agora.
Destreza impossível outrora.
Encontrei a paciência!
Agora já sei a hora.
De falar, calar preciso sem demora.
Tenho a paciência!
Descobri que sempre tive.
Entretanto só pratica-se quando a vive.
Hoje eu não sonhei.
Hoje eu não sonhei.
Pela primeira vez em dias eu amei não ter sonhado.
Pois foi verdade, inesperado.
Mas há muito desejado.
Nem acreditei.
Quando me permiti ir.
Ao teu encontro sorrir.
Secretamente subir.
Finalmente pude abraçá-la feliz!
Quanta saudade.
Quanta felicidade.
Tamanha surpreendente realidade.
Não, não fora um sonho.
Fora muito mais que isso.
Acariciar teu rosto ao admirar teu sorriso.
Linda menina, mulher, alvo de meu aliviado riso.
E ao pousarmos em nossa cama...
Não havia tempo para dormir.
Tínhamos muito que contar um ao outro, e seguir a sorrir.
Entre beijos, gracejos, histórias, muita alegria até meu infeliz arguir.
Não havia necessidade diante de tudo o que se desenrolava...
A princípio um frio, um espeto gélido alcançando profundamente em meu coração.
E diante daquela definição, da expressão, confissão.
Consegui voltar a razão, ao presente, pois que o passado passou e diante de tudo que ali vivíamos não cabia dúvidas, do amor maior demonstração.
E enfim senti-me liberto de meus males e voltar a permitir nossas almas unir, reflexo de corpos quentes a frigir daquela única sensação.
Dali não mais queria sair, queria entrar, te delirar, me ungir.
Mas ainda que impulsivos, irresponsáveis, cúmplices, nos contentamos discretos em nosso jogo de corpos a friccionar, agarrar e não deixar fugir.
Era fogo a queimar, razão a paralisar, mas ainda que loucos, conseguimos arrefecer, atar-nos e ainda assim aos poucos os movimentos diminuir.
Ainda assim não havia sono, somente excitação...
E nas trocas incessantes de posições, sorrisos, alegria.
Aos poucos encontramos nosso feliz estado e aos poucos o sono surgia.
Agora sim, após meses, novamente a minha felicidade plenamente existia.
Hoje eu não sonhei.
Por sorte não sonhei.
Por amor arrisquei.
Por amor, em amor, com amor, junto ao meu amor delirei.
Mas foi real não sonhei, se o fiz, acordado sim o melhor sonho sonhei.
Pela primeira vez em dias eu amei não ter sonhado.
Pois foi verdade, inesperado.
Mas há muito desejado.
Nem acreditei.
Quando me permiti ir.
Ao teu encontro sorrir.
Secretamente subir.
Finalmente pude abraçá-la feliz!
Quanta saudade.
Quanta felicidade.
Tamanha surpreendente realidade.
Não, não fora um sonho.
Fora muito mais que isso.
Acariciar teu rosto ao admirar teu sorriso.
Linda menina, mulher, alvo de meu aliviado riso.
E ao pousarmos em nossa cama...
Não havia tempo para dormir.
Tínhamos muito que contar um ao outro, e seguir a sorrir.
Entre beijos, gracejos, histórias, muita alegria até meu infeliz arguir.
Não havia necessidade diante de tudo o que se desenrolava...
A princípio um frio, um espeto gélido alcançando profundamente em meu coração.
E diante daquela definição, da expressão, confissão.
Consegui voltar a razão, ao presente, pois que o passado passou e diante de tudo que ali vivíamos não cabia dúvidas, do amor maior demonstração.
E enfim senti-me liberto de meus males e voltar a permitir nossas almas unir, reflexo de corpos quentes a frigir daquela única sensação.
Dali não mais queria sair, queria entrar, te delirar, me ungir.
Mas ainda que impulsivos, irresponsáveis, cúmplices, nos contentamos discretos em nosso jogo de corpos a friccionar, agarrar e não deixar fugir.
Era fogo a queimar, razão a paralisar, mas ainda que loucos, conseguimos arrefecer, atar-nos e ainda assim aos poucos os movimentos diminuir.
Ainda assim não havia sono, somente excitação...
E nas trocas incessantes de posições, sorrisos, alegria.
Aos poucos encontramos nosso feliz estado e aos poucos o sono surgia.
Agora sim, após meses, novamente a minha felicidade plenamente existia.
Hoje eu não sonhei.
Por sorte não sonhei.
Por amor arrisquei.
Por amor, em amor, com amor, junto ao meu amor delirei.
Mas foi real não sonhei, se o fiz, acordado sim o melhor sonho sonhei.
domingo, 30 de agosto de 2009
Relação tempo x vida.
Quanto mais agradável é o viver mais rápido o tempo passa.
Quanto mais rápido o tempo passa mais agradável é o viver.
Quanto mais sofrido é o viver mais devagar o tempo passa.
Quanto mais devagar o tempo passa mais sofrido é o viver.
Quanto mais rápido o tempo passa mais agradável é o viver.
Quanto mais sofrido é o viver mais devagar o tempo passa.
Quanto mais devagar o tempo passa mais sofrido é o viver.
"Tô tão insano que começo a acreditar em mim mesmo!!!"
"Tô tão insano que começo a acreditar em mim mesmo!!!"
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