Pelos céus azuis a voar, cabelos a esvoaçar ao vento que imprime a gravidade.
Os olhos refletem o destino, somente uma passagem.
As lágrimas ficam para trás, se tornando chuva.
Já que precipitam levemente.
Pela mente passa um filme.
Uma vida.
Em segundos o túnel aparecerá.
Onde enfim o levará?
Enfim, já é, já foi.
Mas ainda assim o sorriso denota a liberdade etérea.
Pois que a matéria despojada não o veste.
Após o impacto profundo.
Impacto seco, que esfria, a não ser que esteja sob a luz do sol.
E está.
Bem, daqui em diante, somente ele poderá dizer o que há.
Cada um verá diversas vezes ao piscar dos olhos desta vida.
Que voa sob as asas do destino.
E ele não teve paciência de ao ninho retornar.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
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