Lá fora faz frio, é cinza, é triste, meu sol já não me aquece.
Aqui dentro há luto e há dúvida se você me esquece.
Além da solidão, melancolia, falta de alegria.
E ainda que na multidão, não há nenhuma folia,
Dentro deste turbilhão não consigo mais pensar.
Por favor me tira daqui me guia até a saída.
Não há como escapar.
Dos erros há de aprender, refazer, acertar.
Mas nunca, nunca...
Pense em morrer a si mesmo matar...
Tomo as químicas.
Faço minhas mímicas.
Mas ninguém as vê, ninguém as vê!
Grito socorro!
Quase morro!
Corpo físico, nada a ver...
Pois pior que a matéria, é ter a alma a padecer...
Não há como escapar.
Dos erros há de aprender, refazer, acertar.
Mas nunca, nunca...
Pense em morrer a si mesmo matar...
Peço piedade...
Socorro, amizade...
Mas quem eu desejo já não se lembra, já é tarde?
Aperta o coração.
Choro sem lágrimas, sorrio em vão...
Mas a tristeza segue em meu coração...
Não há como escapar.
Dos erros há de aprender, refazer, acertar.
Mas nunca, nunca...
Pense em morrer a si mesmo matar...
Ainda anseio por viver.
Quem sabe a esperança resida em morrer e renascer,
Quem sabe?
De viver como o mundo vive.
De sentir nus e crus sentimentos.
Sem atormentação.
Nem interpretação.
De um doente, ferido pelo amor, pela paixão.
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