terça-feira, 22 de setembro de 2009

O amor.

Ainda que haja a adrenalina.
O fervor do sangue a alimentar este corpo.
As endorfinas, dopaminas, serotoninas...
Produzidas através do simples olhar.
Simples aproximar.
Complexo prazer.
Delicioso gozar.
Simplesmente cariciar, arrepiar, assoprar...
Para que tudo isso seja real.
Há de haver sentimento sutil e intenso a guiar.
Sentimento que aguenta a dor.
Suporta a falta.
Aguenta calado ao ver a amada ser feliz, simplesmente feliz.
Portanto podemos chamar de amor.
E ainda que rime com dor.
Sua força existe por algo indecifrável.
Um mistério inimaginável.
Motivo sutil?
Etéreo?
Pré-existente em outras jornadas?
Ou somente sincronicidade?
Não...
Definitivamente é algo muito maior que todos estes aspectos juntos, pois é tão importante seja próprio ou alheio, que se pode tirar sua própria vida para salvar seu alvo, mantê-lo imaculado, ou ao menos permitir que seja feliz.
Enfim...
O amor!

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