quinta-feira, 23 de julho de 2009

Quando sem ti, abandonado sinto-me...

Não há mais comunicação.
Só peço-lhe perdão.
Das coisas mais belas fazes parte daquelas que mais amei.
Infelizmente o infortúnio de minha responsabilidade.
Irresponsável.
Partiu tão belos sonhos os quais ousando sonhei.
Só peço-lhe perdão.
Por ter ferido o coração.
E ainda que me julgues culpado.
Sinto-me enredado por muito que não me entendo.
Daquilo que hei deixado.
Das coisas mais belas fazes parte daquelas que mais amei.
Ainda amo.
Amante triste, envergonhado, mastigado por seus próprios dentes.
Mas ainda assim amo.
Pois se preciso for privar-me de ti.
Para privar-te de minha instabilidade boçal.
Não hei de insirtir.
Partirei tal qual, ferido animal.
Infelizmente o infortúnio de minha responsabilidade.
Te juro, foi sem maldade.
Não juro, pois é a mais pura verdade.
Irresponsável que sou.
Responsável diante da sociedade.
Mas insano diante de minha liberdade.
Pois inpulsivamente destruo, consumo, aprisono-me naquilo que realmente não sou.
Irresponsável.
Sim, se há medidas, se há previsões, por que seguir a errar?
Intoleráveis.
Atitudes tomadas por descontrole de ira infundada.
Talvez retroalimentada.
Pelo medo e jugamento irrefutáveis.
De mim a mim mesmo.
Mas ainda assim auto-rejeitadas...
Partiu tão belos sonhos que ousado sonhei.
Partiu o coração de quem desde o primeiro contato tive certeza de quem as preces a Desus pedindo um amor realizei.
Mas ainda assim, desperdicei...
Estraguei...
A imagem que tivésteis arranhei, arremessei ao vácuo.
De onde hoje observo solitário.
As lições que aprendi e que ainda aprenderei...
Pois como já disse Sócrates sabiamente "Sei que nada sei"
Mas não como eximir-se de culpa.
E sim entendê-las, sofrê-las.
E esperar do passar do tempo o sofrimento.
Daquele que tudo ou nada fez.
Para estar ao lado daquela a quem ama, a quem ainda assim tão mal a fez...

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