quarta-feira, 31 de março de 2010

Estanque.

Zunindo no ouvido nem consigo sentir.

Instante.

Ecos de gemidos, gritos a ouvir.



Luz que ofusca.

Aquece o rosto.

Daquele que busca.

Do sangue o gosto.



Peso.

Não existe.

Medo.

Não insiste!



A matéria acabou.

Turbilhão de pensamento.

Do chão os pés escapou.

Rasga como vento.



Confusão de tudo no nada do abismo profundo.

Rodopios embriagantes.

Te lança ao submundo.

Humor inconstante.



De onde veio?

Para onde há de ir?

Questão sem rodeio.

Ao infinito é lançada sem resposta a partir.

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