terça-feira, 30 de março de 2010

Passado... Novamente o passado...

Presente amargo.
Fruto de insensatez do passado.
Há de ser sempre recordado.
Ao longe, ao futuro agora imaginado.

Pode ser que me engane.
Caso meu filho proclame.
Liberdade da ignorância infame.
Daquela que incita o vexame.

O que é mais importante?
Teu orgulho arrogante?
Ou o bem estar do infante?
Não responda, não quero ouvir mentira tão discrepante.

Em que realidade vives?
És reativa, somente sobrevives?
Não aguento que tu realmente prives.
Teu primogênito por teus breves declives.

Tenho asco de tu mulher...
Que por babaquice qualquer.
A esta dádiva contrariamente dispuser.
És um monstro, és qualquer...

Muito além de ser arredia.
É possuidora de tamanha covardia.
Mas que colherás ainda que tardia.
Os frutos de tamanha ousadia.

Pois teu egoísmo não lhe levará a lugar algum.
Seguirá junto ao rastro de vida comum.
Do amor o jejum.
Não a tolero de jeito nenhum.

Insana...
És somente mais uma fulana.
Uma mente desumana.
Irascível, terrível tirana.

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