Aguda...
Pontiaguda de furar.
Lâmina limpa.
Punho virgem.
Fecha o ciclo.
Abre o circo.
No afâ de renovar.
Reina o medo de falhar.
Mas se encontra um apoio.
Ainda que seja medonho.
Há de ir.
Há de enfrentar.
Pois da inquietude da alma.
Da eternidade temporal.
Nunca irá escapar.
Ainda que o mundo siga girando'há sempre alguém a te esperar.
Então desça do banquinho.
Afrouxe o nó.
Caminhe de mansinho.
Para dentro, seguro e só.
Pense nisso.
Viva isso.
Nada existe.
Apenas quilo que não podemos alcançar.
domingo, 25 de abril de 2010
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