Mais um mergulho.
Silêncio.
Fuga do orgulho.
Silencio.
Capas que acumulam.
Expandem desenfreadas.
As lágrimas que curam.
Que não foram choradas.
Mas é frágil o que represa.
Não se mede, se detecta.
Quando a represa inundará.
A alma agora quieta, dispersa.
É cauteloso respirar fundo.
A vertente de lágrimas trará dor.
Sufocrá o fugitivo em seu verdadeiro mundo.
Aquele, suspenso pelo torpor.
Agora é hora de decidir.
Chorará pelas dores represadas?
Exortará o pavor do que está por vir?
Ou seguirá seguindo cego, surdo, mudo,intátil,sem saborear as águas passadas?
Decida!
Descida!
Ascenda!
Acenda!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
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