domingo, 25 de abril de 2010

Consumo?

Se eu tenho demais.
Alguém terá de menos.
Se este for capaz.
Cobiçará ao menos.

Para que ter além do necessário?
Para trabalhar somente para pagar?
E seu bem estar?
Não está...

Tendências ditatoriais.
Modismos irracionais.
Eles conseguiram prosperar.
Vender o que não precisamos comprar.

Status?
Poder?
Personalizado?
Aparecer?

Mas o que há lá dentro?
Será que está tranquilo?
Será que vive de cálculos?
Com medo, com pessimismo?

Não sei.
Só sabe quem o vive.
Sobrevive quiz dizer.
Pois que o tempo é precioso.

Não há valor que pague este prazer.
Reunir-se com amigos.
Sem ter hora para ir embora.
É uma grande falta...

Pois lá está ele.
Em jornada extra.
Exausto, raciocínio de uma besta.
Para pagar o que não há tempo de usar...

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