Caos...
Ordenamento aleatório.
Profana sombra necessária.
Nivelamento expiatório.
Quando aquele existe.
A dualidade existe.
Torna viva a idéia contrária.
Ainda que esta seja uma idéia arbitrária.
Neste estado não há o bem nem mesmo o mal.
Somente existe vida ou morte.
Que não implica ser dual.
Pois que continua transformação é seu norte.
E após a dor.
Exaustivo frio ou calor.
O que resta ainda em torpor.
Consolida-se, seja como for.
Toma nova forma.
Nova auróra.
Renasce da presente morte.
Em forma de flor em forma de sorte.
Pois que nasce a ordem.
Suavemente sob as cinzas, suspira a vida.
Respira forte.
Ainda assustados não dormem.
E a dimensão temporal cobre os restos em seu véu.
Suavizando as formas.
As emoções os dogmas.
Lhes mostra que não há limite, lhe indica o céu.
E então voltemos a rotina.
Diversa, contínua.
Transformada, renovada.
A dor do ferrão transformou-se em doce mel.
Mas não esqueça de sua sina.
Pois que esta vida contínua, lhe apraz a limitação.
Leava ao esquecimento do infinito, do belo.
Cresce a cruel face do velho ego.
Portanto cuidado!
Como do caos a ordem.
Há o caminho inverso.
Da ordem ao caos, o caminho mais perverso.
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