segunda-feira, 26 de abril de 2010

Sentir na pele.

Defina, defina!
Dê fino trato ao que elimina.
Alimente o torpor que esconde.
Que lhe leva a fuga, mas prá onde?

Passam os dias.
O tempo é dimensão relativa.
Infinita é a espera.
Para aquele que se desespera...

Nada mais vale.
Somente a inércia.
Nada se sabe.
Somente da cegueira a delícia.

Mas até quando?
Nada é infinito.
Nem a dor, nem o encanto.
Nem o que foi feito, nem o que foi dito.

E assim segue a dúvida.
Até quando?
Enquanto anestesiado adquire grande dívida.
E há de pagar sem desconto...

Não esqueça.
Tente ter paz de espírito.
Antes que aconteça.
Desastroso despertar, da loucura deste conflito.

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