domingo, 25 de abril de 2010

Caminho...

Não encontra sua face.
Sofre de amargura.
Apenas enxerga o disfarce.
Mas a tristeza não perdura.

Foge de si.
Deixa o mais importante para trás.
Acorda, e pensa: - Adormeci?
- Sou o mais importante, o meu eu não se desfaz.

Segue o rumo.
Busca sua identidade solitário.
Por este mundo.
Alimenta a alma de um ou outro solidário.

Não dói mais o estômago.
O coração sofre de saudade.
Mas mantém acesa em seu âmago.
Aquela busca, uma necessidade.

Onde chegará?
Desganstando-se a cada passo.
Até quando seu envólucro corporal suportará?
Encontrando sua alma, lança sua sorte ao acaso

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