sexta-feira, 11 de junho de 2010

Vida, um processo...

Caminhamos errantes.
Ainda que planejemos.
Acompanha-nos sempre o acaso constante.
É, somos muito pequenos.

Mas somos muitos!
Quase um só organismo, e não obstante.
Cada um segue seu rumo.
Procurando prazer, algo aconchegante.

Ainda assim somos apenas um.
É necessária harmonia para chegar distante.
Portanto não há mérito algum.
Quando nada faz, é inerte, arrogante...

É preciso se lembrar sempre de frágil pretérito.
Quando enfrentou guerras, disputas, levantes,
Pois apenas se torna supremo, benemérito...
Se enfrnta com harmonia os desafios maio distantes.

Aceitando que um dia há de perder aos poucos seu poder.
Envelhecendo perene e angustiante.
Crendo um dia volver.
Ao fim, renascer sob o sol brilhante nova vida triunfante.

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