Clamo pela chama.
Não mereço deste puro ar respirar.
Braseiro há de ser minha cama.
Corpo e alma queimar.
Imploro pelo último suspiro.
Pelo castigo.
Transpiro.
Mendigo.
Forçoso é meu apelo.
Covardia.
Falta de zelo.
Rebeldia.
Rasgar a pele...
Quebrar o osso.
Perfurar o músculo dele...
O coração agora ocioso.
Auto extermínio grotesco...
Passagem sem volta.
Esterco.
Revolta.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário