terça-feira, 9 de junho de 2009

Bluebird.

Ainda que no cativeiro, sinto que as asas quebradas eram apenas pretexto.O calor dos sentimendos, talvez ainda o do sol.O alimento das flores, principalmente daquela mais linda, distante no espaço, e ainda tão próxima, diria aderida a alma, impulsionam o bater daquelas asas antes rompidas pelo medo do introspectivo olhar, da interação exógena pelo ago a criticar, na ira, encontrando one pousar.Desfeito das amarras, alimentado pelas mais doces ondas.Ainda no cativeiro o passaro azul já permite-se alçar vôo, mesmo ciente das grades, da possibilidade de que as portas, podem não tão cedo abrir-se.Mas aprendendo a saborear cada partícula do aroma da felina flor, aprende também a serenidade de permanecer quieto, ativo, mas quieto e assim somente viver este momento, o presente precioso.

Inspirado na canção Black Bird - Beatles, trazido a mim por Larissa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário