Acordei...
Não era para ser assim.
Ao fechar meu olhos a noite.
No dia seguinte esperava mesmo o fim.
Despertei...
Sofrimento imaterial.
Sou um ser amoral.
Por minha ânsia por corrigir o que é mortal.
Não entendo essa lógica.
Me imolo para sentir a verdadeira dor.
Quem sabe soprir.
Pelo sangue e sua cor.
Sendo desprezível a mim mesmo...
Como viver sem saber exatamente o que sente?
A vagar pelas ruas.
Caminhando como um demente?
Misericórdia...
É o que peço todas as noites.
A feliz infelicidade ilusória inunda-me ao cair do sol.
Que é assolado pela luz da mnhã como um sinal.
De que será um dia mais de açoites...
Melancólicas noites.
Dias tristes.
Imobilidade cansativa.
Infelicidade exaustiva.
Até quando aguentarei?
Não o sei...
Pode ser ainda hoje.
Talvez ainda amanhã.
Mas a vontade não é vã.
É forte e persiste.
É triste igualmente a vida, mas asssim como ela, existe...
quarta-feira, 8 de julho de 2009
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