domingo, 29 de setembro de 2013

Nada mais importa!

Compreensão!
Por favor sem pressão!
Nem tão pouco negação.
Senão trancas tua prisão,

Acumulas, atribulas tuas dores,
Pois por piores são flores.
Que dão frutos.
Senão refuto.

 Seja breve em teus atos.
 Que por mais que baratinados.
 São autênticos.
 É teu lado.

 E o que pensam então?
 Tão somente o que pesam,
Que os carreguem.
 Enquanto seus olhos cegam.

 Mas nada disso importa.
 Quando jorrando pela aorta.
 Ao desejo não suporta.
 Somente sorri e se joga.

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