Pensando no que sou.
Vejo tão somente reflexo.
Infelizmente convexo.
Mostrando ao público o que realmente desejaria ser.
So invés de ser para mim.
Prefiro ser para o outro, aquilo que não sendo para mim, realmente de fato não sou.
Triste constatação...
Sofro diante deste saber, pois hei de se meu para mim.
E se for bom assim, goste quem gostar, sintam o que sentirem, serei eu, liberto, verdadeiro.
Neste momento subjulgado ao ego, sim, ao representar daquilo que deseja que os outros conheçam, sintam, apirem de ti, mas que agonizantemente não és de fato, pois faz para os aoutros, despeja aos outros, despoja-se aos outros, quando é para ti que tens que despojar-se, admirar-se, esforçar-se...
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