...vou-me em silêncio meus amigos.
A dormir sem a esperança de acordar.
Quizás do sonho o vento leve a alma.
E lave alva, sem o vermelho sangue em minhas mãos...
Que possa livrar-me desta sina.
Adminda do desepero da ofuscação da visão.
Névoa ao naufragar dos dias...
Véu ao soterrar o sorriso...
E mais que isso.
Sangrar sem sangue.
Sofrer sem pânico.
Simplesmente parar.
E admirar o corpo a ficar cada vez mais longe...
Enfim, o deixar.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Vou
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